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Política

Coordenador de campanha alega questões empresariais e descarta ser secretário de Mauro

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Cidinho Santos revelou que chegou a ser sondado por Mauro Mendes para integrar o staff

Coordenador da campanha que elegeu Mauro Mendes (DEM) ao Governo do Estado, o senador Cidinho Santos (PR) descartou integrar o secretariado do democrata a partir de 2019. Ele confirma que houve o convite do governador eleito, mas diz que sua prioridade no momento é cuidar dos negócios empresariais.

Desde as eleições, o republicano vinha sendo cotado para integrar o secretariado. Ele, o deputado federal Fábio Garcia e o empresário Mauro Carvalho estavam cotados para comandar a Casa Civil.

Cidinho Santos lembrou que o governador eleito o abordou após as eleições e cogitou sua participação no Governo. Porém, na época Cidinho já havia informado ao democrata suas intenções de dar uma “pausa” na vida pública.

Cidinho é empresário do ramo frigorífico de carnes. “Pós-eleição, por duas, três vezes ele me sondou se estaria valendo essa minha condição, e eu disse que sim. No momento, eu tenho alguns compromissos familiares, tenho empresa e negócios. Gostaria de no primeiro momento me dedicar as minhas coisas particulares e ele respeitou muito isso. Não tem nenhuma intenção minha e, agora, nem da parte dele que também de que eu venha compor o Governo”, declarou o senador em entrevista a Rádio Capital FM.

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Suplente do ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), Cidinho está à frente do cargo há quase três anos. No entanto, no período eleitoral, ele se afastou para se dedicar a campanha de Mendes.

Apesar de seu partido ter lançado o senador Wellington Fagundes ao Governo, Cidinho explicou que apostou no democrata para que o Estado volte a ter equilíbrio financeiro e os trabalhadores voltem a ter a confiança no Estado. “Eu coordenei a campanha do Mauro porque acreditava e acredito em um Mato Grosso maior, e que nós temos condições de ser um grande estado da federação. Um estado rico como o nosso não pode ter a preocupação de como pagar a folha até final do mês”, comentou.

 

 

 

Por: FolhaMax

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Política

Secretário vê risco em reabrir escolas e afirma que neta estudante foi infectada

Publicado

Andhressa Barboza/ rdnews

O retorno das aulas presenciais em Mato Grosso não deve ocorrer em breve. Com risco alto de contaminação pela Covid-19, as escolas são locais críticos para espalhar o vírus e preocupa autoridades como o secretário chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Ele relata ter visto toda sua família ser infectada após sua neta de apenas 4 anos, que estava frequentando a escola, ficar doente e acabar contaminado parentes próximos.

Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada

Chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho

Ele contou o caso, que é recente, após ser questionado sobre um Projeto de Lei que tramita na Assembleia que prevê a inclusão das instituições de ensino públicas e privadas na lista de serviços essenciais.

“Eu tenho muita dúvida com relação a isso. Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada. Então, tenho muita dúvida com relação ao retorno das aulas”, alertou.

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Na última semana, o governador Mauro Mendes (DEM) sinalizou que não deve sancionar o projeto que já passou em primeira votação pela AL. Ele também alertou, sem citar o caso de Carvalho, que crianças podem ser infectadas e contaminar parentes.

“Você pega uma escola estadual como a presidente Médici, tem 2 ou 3 mil alunos uma escola dessa. Como vamos fazer? Temos que avaliar cientificamente e eu não gostaria de dar a minha opinião, até pelo que aconteceu com a minha família, mas é uma situação que vamos avaliar com muito carinho”, ponderou Mauro Carvalho.

Em relação ao PL, o secretário preferiu não ser direto em defender uma postura contrária. Mas quis deixar evidente o risco de abrir escolas em um momento crítico para a saúde pública que está em colapso há mais de um mês. Já são mais de 8,4 mil mortos pela doença no Estado e, diariamente, a fila de espera de pessoas graves que aguardam vaga em UTI passa de 100 pessoas.

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“Eu não conversei com o governador sobre essa situação (do PL), mas isso merece um estudo bem aprofundado para que a gente não cometa nenhum ato que vá prejudicar as pessoas. Os critérios precisam ser pensados com muito equilíbrio”, concluiu.

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