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Convite da final do Miss Bumbum com tema eleitoral viraliza na internet

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A final
do Miss Bumbum está chegando e não pode deixar o legado polêmico de lado, e caprichou no convite para a última cerimônia do concurso, que vai nomear a dona do derrière mais bonito do Brasil.

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Convite para a final do Miss Bumbum é com tema eleições
Divulgação | CO Assessoria

Convite para a final do Miss Bumbum é com tema eleições

Se aproveitando do momento político do País, a produção do Miss Bumbum
caprichou no convite com a temática eleições
, que traz as informações do evento e tem como lema a seguinte frase: “Nem esquerda nem direita. Quem manda no Brasil é o bumbum”. 

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Desde a primeira edição da competição, em 2011, os convites finais são motivos de repercussão com temas polêmicos como santa ceia (2011 e 2016), freira (2013) e Mona Lisa (2014).

A final do concurso


12 candidatas ao Miss Bumbum demonstraram estar à favor de Jair Bolsonaro, candidato a presidente
Divulgação

12 candidatas ao Miss Bumbum demonstraram estar à favor de Jair Bolsonaro, candidato a presidente

O concurso, que nesta edição esteve engajado nas eleições com candidatas em apoio ao candidato a presidência Jair Bolsonaro (PSL), por exemplo, terá sua final marcada pela presença de Gracyanne Barbosa como apresentadora do evento ao lado das 27 candidatas concorrentes.

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Esta é a segunda vez que Gracyanne participa da cerimônia de coroação do concurso. em 2017 a musa marcou presença no evento com o mesmo cargo. “É uma honra fazer parte disso”, garantiu a musa fitness.

Entre as celebridades que estarão presentes na última edição do concurso está o ex- BBB Kaysar, que foi mestre de cerimônia na tradicional corrida das concorrentes na Avenida Paulista, em evento que aconteceu no dia 6 de agosto.

Atraindo grandes personalidades, o último evento da disputa acontece na Eazy Club, em São Paulo, no dia 5 de novembro, a partir das 20h e promete muitas surpresas aos convidados.

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Vale ressaltar que a competição teve seu início em 2011,  mas chega ao fim esse ano após sete edições consecutivas, com o tema “Diversidade”. Ao todo, são 27 candidatas disputando a coroa de bumbum mais bonito do Brasil. Durante esse tempo, o Miss Bumbum revelou nomes de muitas celebridades como Suzy Cortez, Andressa Urach e Dai Macedo.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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