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CONTRA ENCHENTES: Vereador quer que Cuiabá tenha bueiros inteligentes

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style””>O vereador de Cuiabá, Vinicyus Hugueney (PP), apresentou uma indicação ao Executivo para a implantação de bueiros inteligentes na cidade. O mecanismo visa impedir o entupimento das bocas de lobo e galerias pluviais, minimizando os alagamentos causados pelas chuvas que atingem a Capital. O parlamentar defende que a Prefeitura de Cuiabá realize um estudo para a instalação dos bueiros inteligentes em toda a cidade.

Hugueney explicou que o sistema atual de escoamento de água das chuvas apresenta falhas graves que geram os alagamentos. “O grande problema que temos hoje é que com as chuvas os bueiros atuais entopem, não cumprem sua função de escoar a água e criam um cenário de caos e destruição em toda a cidade, provocando muitos transtornos para a população”.

Os bueiros inteligentes são feitos com um material resistente com um cesto de lixo dentro da boca de lobo. “Este cesto age como uma peneira, barrando os resíduos e permitindo que a água passe para as galerias e, além disso, impedindo que aumente a poluição nos córregos e rios da cidade, o que também evita as enchentes”, pontuou o vereador.

Diversas cidades brasileiras já adotaram a medida e conseguiram minimizar os impactos das chuvas, comuns nesta época do ano. Ao longo do mês de dezembro, mais de 1 mil equipamentos serão instalados, por exemplo, no município do Rio de Janeiro. Outras cidades já iniciaram os estudos para implantação dos bueiros inteligentes. “Precisamos iniciar este projeto imediatamente. Tenho certeza que trará muitos benefícios para a nossa cidade e para a população”, finalizou Vinicyus.

Dados da Secretaria Municipal de Obras Públicas (SMOP) apontam para a existência de mais de 4 mil escoadouros de água na cidade. O número de bueiros gera uma alta demanda para as equipes responsáveis pela limpeza manual dos escoadouros, dificultando assim a manutenção adequada que poderia minimizar o número de alagamentos. A indicação foi encaminhada ao titular da SMOP, Vanderlúcio Rodrigues da Silva, além do prefeito, Emanuel Pinheiro (MDB).&nbsp&nbsp

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Secretário vê risco em reabrir escolas e afirma que neta estudante foi infectada

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Andhressa Barboza/ rdnews

O retorno das aulas presenciais em Mato Grosso não deve ocorrer em breve. Com risco alto de contaminação pela Covid-19, as escolas são locais críticos para espalhar o vírus e preocupa autoridades como o secretário chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Ele relata ter visto toda sua família ser infectada após sua neta de apenas 4 anos, que estava frequentando a escola, ficar doente e acabar contaminado parentes próximos.

Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada

Chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho

Ele contou o caso, que é recente, após ser questionado sobre um Projeto de Lei que tramita na Assembleia que prevê a inclusão das instituições de ensino públicas e privadas na lista de serviços essenciais.

“Eu tenho muita dúvida com relação a isso. Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada. Então, tenho muita dúvida com relação ao retorno das aulas”, alertou.

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Na última semana, o governador Mauro Mendes (DEM) sinalizou que não deve sancionar o projeto que já passou em primeira votação pela AL. Ele também alertou, sem citar o caso de Carvalho, que crianças podem ser infectadas e contaminar parentes.

“Você pega uma escola estadual como a presidente Médici, tem 2 ou 3 mil alunos uma escola dessa. Como vamos fazer? Temos que avaliar cientificamente e eu não gostaria de dar a minha opinião, até pelo que aconteceu com a minha família, mas é uma situação que vamos avaliar com muito carinho”, ponderou Mauro Carvalho.

Em relação ao PL, o secretário preferiu não ser direto em defender uma postura contrária. Mas quis deixar evidente o risco de abrir escolas em um momento crítico para a saúde pública que está em colapso há mais de um mês. Já são mais de 8,4 mil mortos pela doença no Estado e, diariamente, a fila de espera de pessoas graves que aguardam vaga em UTI passa de 100 pessoas.

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“Eu não conversei com o governador sobre essa situação (do PL), mas isso merece um estudo bem aprofundado para que a gente não cometa nenhum ato que vá prejudicar as pessoas. Os critérios precisam ser pensados com muito equilíbrio”, concluiu.

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