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Mato Grosso

Comunicado do governador Mauro Mendes aos fornecedores

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Assumimos o Governo no último dia primeiro de janeiro em uma situação financeira que todos os fornecedores de Mato Grosso conhecem. Com restos a pagar na ordem de R$ 3,9 bilhões.

Os números se tornaram públicos na última semana, após darmos transparência ao cenário econômico e de gestão que encontramos no Estado.

São empresas e prestadores de serviço dos mais variados segmentos, que mantêm toda a estrutura do Estado em pleno funcionamento. Desde serviços básicos e importantes como limpeza, alimentação e fornecimento de material de expediente, a compra de medicamentos, locação de viaturas e prestação de serviços médicos e hospitalares.

Os restos a pagar estão acima da capacidade econômica atual e, por isso, tomamos medidas drásticas e aguardamos a aprovação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. 

Entre as medidas estão o corte no número de cargos comissionados, de gratificação e contratados; a redução de 24 para 15 no número de secretarias e a extinção de seis empresas públicas; a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual, que estabelece normas de finanças públicas que propiciarão a contenção do déficit financeiro, reequilíbrio entre receitas e despesas e recuperação da capacidade de investimento público; estamos propondo também o aumento na contribuição do setor do Agronegócio, com o Novo Fethab, bem como outros ajustes na Tributação para a elevação da receita. Iremos implementar um gigantesco programa de combate à sonegação fiscal.

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Todas essas medidas visam o reequilíbrio financeiro do Estado, com a contribuição de todos os setores da sociedade. Nossa expectativa é que, se tudo for aprovado na Assembleia, possamos dar início ao processo de reorganização das contas públicas, com a entrada de mais recursos financeiros nos cofres do Estado e a diminuição dos gastos públicos.

Com essas ações acima, queremos demonstrar aos senhores que estamos trabalhando para criar todas as condições necessárias para estancar o crescimento dos restos a pagar e dar início ao processo de quitação dos débitos, para que a população não sofra com a interrupção dos serviços públicos. 

Estamos tratando a situação com a seriedade que ela merece e há apenas uma forma que conhecemos para equacionar tudo isso: é colocar Deus na frente e trabalhar. 

Contamos com a parceria e que depositem um crédito de confiança em nosso trabalho.

Mauro Mendes
Governador de Mato Grosso

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Mato Grosso

Estudantes da Escola Técnica de Lucas do Rio Verde criam projeto para descarte de resíduos sólidos

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Nas últimas décadas, os resíduos de construção e de demolição estão se tornando um dos principais agentes para a poluição ambiental. Pensado nisso, os estudantes do curso técnico em Edificações da Escola Técnica de Lucas do Rio Verde estão desenvolvendo um projeto de separação e destinação correta dos resíduos sólidos da construção civil.

A professora responsável pela disciplina Gestão de Resíduos, Fernanda Rosa explica que o projeto promove a prevenção qualitativa, com a escolha de materiais duráveis ou que possibilitem seu reaproveitamento ou reciclagem. Além disso, ela orienta as empresas para a mudança de hábitos e atitudes diante dos problemas ambientais, estimulando a busca por soluções. “Achamos viável fazer um projeto que oferecesse soluções para o problema dos resíduos sólidos gerados pela construção civil”, afirma.

O projeto começou em fevereiro deste ano e funciona duas vezes por semana. “São pequenas ações que podem fazer a diferença para o nosso planeta”, lembra o aluno Jonilson Dias.

Fernanda conta que os alunos estão construindo maquetes em sala de aula, colocando em prática o que aprendem na teoria. “Diante deste cenário, a viabilização da reciclagem dos resíduos sólidos é imprescindível. A coleta seletiva é um processo que envolve mudança de valores e atitudes, e que, para dar certo, precisa que o cidadão e as empresas estejam conscientes de sua importância”.

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De acordo com ela, o produto reciclado não pode ser usado na estrutura de prédios, mas são perfeitos para casas, pisos, ruas e estradas: “Tudo o que eu posso fazer com material natural eu posso fazer com material reciclado desde que ele seja devidamente trabalhado, estudado para que a gente faça uma dosagem perfeita pra que esse uso seja semelhante”.

O diretor da Escola Técnica, José Mainardi explica que os trabalhos relacionados à preservação do meio ambiente são de suma importância para educar as novas gerações sobre a necessidade do cuidado com o planeta. “Nossa intenção é formar multiplicadores. Eles aprendem e repassam para os outros profissionais. A intenção é que esse público acabe com velhas práticas, que terminam por danificar o meio ambiente”.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Resíduos da Construção Civil (Abrecon), o Brasil tem 310 usinas de reciclagem. Há espaço para muito mais. “Somente 36% dos municípios têm um plano efetivo, tem previsto o uso preferencial do agregado, esse é um dos grandes gargalos que a usina tem”, diz Hewerton Bartoli, presidente da Abrecon.

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Fonte: GOV MT
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