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Conheça as 15 finalistas do Miss Bumbum 2018

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A votação responsável por selecionar as 15 finalistas do Miss Bumbum 2018 foi encerrada na última segunda-feira (29) ao meio dia, e o resultado baseado em 15 milhões de interações veio à tona. Dentre as 27 concorrentes que representam o Brasil inteiro na disputa, o concurso passou por uma peneira, que cortou a concorrência quase pela metade.

As finalistas do miss bumbum 2018 foram divulgadas. O concurso teve início em agosto
Divulgação/CO Assessoria

As finalistas do miss bumbum 2018 foram divulgadas. O concurso teve início em agosto

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Criado em 2011, o concurso responsável por alavancar a carreira de 27 mulheres brasileiras tem feito sucesso não só no Brasil como em vários outros países. Os nomes das 15 finalistas do Miss Bumbum 2018 
que estão um passo mais perto da vitória foram liberados pela organização do concurso.

A edição atual do concurso conta com a musa fitness Gracyanne Barbosa
e o ex-BBB Kaysar
como mestres de cerimônia e está apostando na diversidade. Em meio às finalistas se encontram uma transexual, uma jovem plus size e até uma policial militar.

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As quinze finalistas representam diferentes estados do país. O Rio Grande do Sul está sendo representado por Aline Uva, de 27 anos. A jornalista Débora Porto, de 29, representa o Paraná na disputa.  Cida Alves (28), representa Minas Gerais. A transexual Paula Oliveira, de 27, representa o Amazonas.

Enquanto isso, o Distrito Federal conta com Flávia Tamaio (20) para representá-lo. A policial militar Lady Oliveira, 20 anos, representa a Bahia. Cássia Almeida (29), o Espírito Santo. Juliana Oliveira, 27 anos, representa Goiás. Roraima é representada por Cinthia Gomes (28). Cris Souza, de 27, é do Amapá.

A modelo Bruna Bac, de 27 anos, é a candidata de Sergipe. Ellen Santana, 31 anos, representa Rondônia. Santa Catarina é representada por Yasmin Albuquerque (25). Liane Nóbrega, 33 anos, representa o Piauí na disputa. E a 15ª finalista é a Suelen Nóbrega, de 34 anos,  que representa a Paraíba.

Evento com finalistas do Miss Bumbum 2018 acontece em 5 de Novembro

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Durante um evento a ser realizado na próxima segunda-feira (5), as candidatas remanescentes ao título de Miss Bumbum 2018 vão realizar duas apresentações. Uma delas gira em torno da temática “vestido de gala”, enquanto a outra envolve uma performance cujo tema é livre.

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O evento que define o destino das finalistas do Miss Bumbum 2018
conta com a presença de Kaysar e Gracyanne Barbosa, tal como uma bancada de 12 jurados que decidem o destino das participantes, dando a elas notas que vão de um a dez.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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