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Política

Comissão de saúde realiza primeira reunião e analisa quatro projetos

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class=”olho”>RÁDIO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ
20/03/2019
Comissão de saúde realiza primeira reunião e analisa quatro projetos
Quatro projetos foram debatidos nesta terça-feira (19) durante a primeira reunião da Comissão de saúde, Previdência e Assistência Social da Câmara Municipal de Cuiabá.
Segundo o presidente da comissão, vereador Ricardo Saad (PSDB) as reuniões são relevantes para que os parlamentares estejam reparados no momento da votação final das propostas.
“Conseguimos discutir todos os projetos e já fizemos uma avaliação de como chegará ao plenário, ou seja, emitidos pareceres ou pela rejeição ou aprovação. Fazendo essa analise antes, ganhamos mais tempo e chegaremos mais preparados no plenário evitando demais discussões”, explica o parlamentar.
Dentre os quatro projetos analisados está o do vereador Abílio Junior (PSC), que institui a assistência técnica pública e gratuita para projeto e construção de habitação de interesse social para as famílias de baixa renda.
A Comissão também analisou o projeto do vereador Dilemário Alencar (PROS), o qual torna obrigatório, aos hospitais públicos e privados, notificar a Secretária Municipal de saúde acerca do nascimento de crianças com patologia mielomeningocele (espinha bífida).Ambas as matérias receberam pareceres favoráveis a aprovação em plenário.
Já o projeto do vereador Marcelo Bussiki (PSB), que autoriza o transporte de animais domésticos no sistema de transporte público coletivo, foi relatado para rejeição.
A propostas do vereador Justino Malheiros (PV), que dispõe sobre a criação do cartão de vacina digital e dá outras providências, por sua vez, recebeu empate, e voltará na próxima reunião que acontece na próxima quinta-feira (28), as 16 horas.
Susan Bento
Câmara Municipal de Cuiabá

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Política

HMC fecha trimestre com 6,3 mil atendimentos de urgência e 100% de ocupação das UTIs, 60% são do interior do Estado

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Segundo secretário de Saúde, não fosse o HMC sistema já teria colapsado por conta da pademia

As ações de enfrentamento ao novo coronavírus (Covid-19) delineadas pela Prefeitura de Cuiabá fez com que o Hospital Municipal de Cuiabá – HMC, Dr. Leony Palma de Carvalho, que já era referência em atendimentos de média e alta complexidade para os 141 municípios de Mato Grosso, se tornasse a principal ‘fonte desafogadora’ do Sistema Único de Saúde – SUS mato-grossense no atendimentos à outras doenças.

Apenas nos meses de março, abril e maio o HMC atendeu 6.330 pessoas na urgência e emergência e fechou com 100% da capacidade de lotação das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e ainda 2.098 cirurgias de média e grande complexidade. Os dados dão conta de que, no contexto geral, os atendimentos à pacientes de pessoas residentes de outros municípios do Estado chega a 60%.

Segundo o diretor geral da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECS) que administra o HMC, Alexandre Beloto a crescente se dá ao fato de a unidade está atuando em reforço à todas as medidas de enfrentamento a Covid-19, adotadas pelo prefeito.

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“Dentro do plano de enfrentamento ao novo vírus, o prefeito Emanuel Pinheiro optou por deixar o HMC como suporte às outras enfermidades para que os infectados pela Covid-19, não tenha contato contado com outros doentes. Embora nossa demanda tenha aumentado consideravelmente, pois estamos recebendo um percentual altíssimo de não residentes de Cuiabá, estamos, com muito esforço e dificuldade, mantendo o mesmo padrão de acolhimento humanizado que é premissa da gestão atual à todos que buscam nossos atendimentos”, enfatizou Beloto.

Esse desempenho, segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho, aliado ás frentes de trabalho adotadas no combate à pandemia, incluindo o isolamento social, foram os responsáveis pelo não colapso do sistema de saúde até então.

“Esse é o maior reflexo de que Cuiabá sozinha acolhe a maior parcela dos enfermos do estado inteiro. Não fosse essa organização do prefeito Emanuel Pinheiro, a Capital, que já está penalizadas por esse acréscimos intenso nos atendimentos, e está atuando com pouco ou quase zero de respaldo do governo estadual, o sistema de saúde já teria colapsado. Esses números mostram que todos os esforços da gestão estão dando certo e vidas estão sendo salvas, mas, mostram também, que o governo de Mato Grosso precisa olhar com mais carinho para a Saúde, pois sozinha, Cuiabá não dará conta de 141 municípios. Os esforços precisam ser conjuntos, para juntos, saímos dessa pandemia com o menor impacto possível”, finalizou Pôssas.

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