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Política

Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transporte vai analisar projeto para melhorias em vias públicas

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Para proporcionar mais conforto e segurança nas vias públicas, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), propôs um projeto de lei (1014/2019) que dispõe sobre a obrigatoriedade de identificação e iluminação nas passarelas, faixas de pedestres e lombofaixas nas rodovias. 

A iniciativa tramita na Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transporte. Além dessa obrigatoriedade, ela exige o cumprimento às normas de acessibilidade para pessoas com deficiência e idosos.

Se aprovada, as despesas decorrentes da nova lei serão através de dotação orçamentária própria ou suplementada se necessário. Já nas rodovias administradas por concessionárias, a instalação da iluminação será de responsabilidade das empresas, devendo constar nos contratos de concessão ou aditivos.

Na proposta, Botelho alerta sobre dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) que apontam o Brasil entre os países com trânsito mais violento, ocupando a 56ª posição entre 180 países. Segundo a OMS, cerca de 1,25 milhão de pessoas perdem a vida anualmente no trânsito. Desses, 23% são motociclistas, 22% pedestres e 4% ciclistas.

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“Metade das mortes envolve aqueles com menos proteção. O pedestre é, de fato, o elemento mais frágil do processo de mobilidade e deve adotar um comportamento atento e prudente em todos os momentos. O presente projeto tem por objetivo proporcionar melhoria na segurança destas pessoas, tornando mais rápida e segura a tarefa de atravessar as estradas e rodovias. A segurança nas estradas requer a população consciente e infraestrutura funcional adequada, com identificação e iluminação das condições técnicas do local”, diz trecho do projeto.

O parlamentar ressalta que, mesmo havendo necessidade de caminhar um pouco mais, o uso das passarelas e lombofaixas é necessário para evitar acidentes. E, por isso, segundo ele, a preservação da vida não pode ficar reduzida à discussão sobre a responsabilidade pela instalação da rede de iluminação pública em trechos rodoviários urbanos.

“Pelo exposto, temos a certeza de que os nobres pares vão contribuir para aprovar essa propositura, garantindo segurança às pessoas que precisam trafegar por estradas do estado de Mato Grosso”, finaliza.

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Cidades

UFMT aponta bairros que apresentam casos de Covid-19 em Cuiabá

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O levantamento mostra que a região do Condomínio Florais é que apresenta maior incidência, com três casos, seguido pelos bairros Jardim Vitória e Jardim Itália, com dois casos cada um.

Um estudo realizado pelo departamento de geografia da Universidade Federal de Mato Grosso traz o levantamento dos casos confirmados de coronavírus na capital e aponta os bairros de incidência. O levantamento mostra que a região do Condomínio Florais é que apresenta maior incidência, com três casos, seguido pelos bairros Jardim Vitória e Jardim Itália, com dois casos cada um.

Os outros bairros que estão no mapa e apresentam casos são: Paiaguás, Morada da Serra, Morada do Ouro, Bela Vista, Santa Cruz, Jardim Imperial, Boa Esperança, Santa Cruz, Jardim Leblon, Bandeirantes, Quilombo, Duque de Caxias, Santa Rosa e Centro-sul.

De acordo com o levantamento, a distribuição espacial da Covid-19 em Cuiabá repete o padrão de difusão vistos em outras grandes cidades do país: o vírus chega pelas pessoas que estiveram em viagem a outros países ou a outros estados brasileiros, e é transmitido aos familiares e amigos que convivem com os infectados.

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Segundo o estudo, que é em parceria com Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, no município, como em outras localidades, a doença ainda tem atingido populações de áreas com renda média ou alta.

Há a preocupação de que o vírus passe a circular entre as pessoas de áreas socialmente desfavorecidas, onde muitas vezes o convívio, mesmo em período de isolamento social, é muito mais próximo devido a alta densidade demográfica destas localidades.

Segundo o estudo, em bairros de classe média, normalmente as casas são mais afastadas, com cômodos que permitem o isolamento da pessoa doente. Em muitas residências de áreas pobres não há cômodos que permitam o isolamento completo, o que facilita o contágio por parte daquelas pessoas residentes no mesmo local.

O levantamento mostra que na capital do estado há um crescimento médio diário de 25% do número de casos. O número passou de 5 para 25 casos em apenas 10 dias.No dia 31 de março eram 16 bairros com casos na cidade, e a maior parte das pessoas doentes não sabiam informar o contato de origem, ou seja, onde foi infectado. Esses casos são caracterizados como transmissão comunitária.

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