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Comerciantes pedem apoio da Prefeitura em relação aos vendedores ambulantes do Centro de Cuiabá

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A ocupação em massa dos vendedores ambulantes nas calçadas e ruas no Centro Histórico da Capital foi pauta de reunião realizada na manhã desta quarta-feira (07) entre o Sindicato do Comércio e de Tecidos, Confecções e Armarinhos de Mato Grosso (SINCOTEC-MT), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e empresários que apresentaram essa preocupação do setor aos secretários municipais de Ordem Pública e de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico.

De acordo com o presidente do SINCOTEC-MT, Roberto Peron, a classe comercial pede que providências sejam tomadas pela Prefeitura, uma vez que com a chegada das vendas de fim de ano, os problemas tendem a aumentar. A tendência é que o número de ambulantes triplique. “Precisamos definir estratégias de ação para que esses ambulantes não tomem conta das portas das nossas lojas. A concorrência é desleal. Não estou desmerecendo a vontade que cada um tem para trabalhar e tirar o sustento da casa, mas todos devem andar dentro da legalidade. A prefeitura reservou um espaço para eles, localizado no bairro Porto. Cada um deve ocupar o seu espaço devido”, destacou Roberto Peron.

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O presidente da CDL Cuiabá, Nelson Soares Júnior disse esse ser um problema antigo, mas que necessita de ações urgentes. Essa medida vai muito além da organização espacial. “O setor de comércio paga muito caro o aluguel e o alvará para funcionar. Se continuar assim vai ficar mais fácil todos partirem para a informalidade”, declarou.

Na oportunidade, o secretario de Ordem Pública, Leovaldo Sales disse que a Prefeitura tem realizado seu trabalho de fiscalização. No entanto, o problema é bem mais complexo. A dificuldade não está em tirar os ambulantes, mas em conseguir fazer com que eles não retornem para as calçadas e ruas do centro. “O que precisa ficar bem claro, que esse não é só um trabalho apenas da Prefeitura. Mas sim de outros órgãos competentes. A Polícia Militar e a Receita Federal são alguns exemplos. Temos que envolver a todos elencando responsabilidades e refletir sobre a complexidade do problema. Estamos falando de vendedores de produtos clandestinos, piratas, o que é crime”, disse o secretário.

O secretário lembrou, ainda, que esses ambulantes já foram retirados e realocados no Centro Comercial Popular, mas retornaram alegando a falta de movimentação no local reservado.

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O secretário de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Gilberto Gonçalo Gomes afirmou que a Prefeitura está receptiva em buscar soluções, ainda que sejam paliativas. Segundo ele, enquanto entidade representativa, toda demanda que chega, alternativas são estabelecidas. “Por isso que volto a afirmar o que o secretário Sales disse anteriormente. A interlocução entre as pastas é essencial. Devem ser ouvidos todos os setores para que sejam tomadas medidas corretas. A união faz a força”, reforçou Gilberto.

Nos próximos dias, será realizada uma reunião com prefeito Emanuel Pinheiro e entidades representativas de classe para apresentação da demanda e estabelecimento de um plano de ação, o que de fato será feito para solucionar esse problema.  

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Museu do Rio recebe visita técnica e deve passar por readequações para os 300 Anos

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A criação do “Complexo do Porto”, às margens do Rio Cuiabá, avança mais um passo com o plano de revitalização do Museu do Rio. Erguido há mais de um século, o espaço integra a proposta de resgate cultural da região e deve receber, ao longo de 2019, uma série de readequações, oriundas de recursos do Ministério do Turismo e da Prefeitura de Cuiabá. Em visita técnica ao espaço, na última semana, o prefeito Emanuel Pinheiro avaliou algumas das principais possibilidades de intervenção.  

Somam-se a elas, as obras os do Mercado do Porto, a Orla do Porto II, Cais do Porto e Aquário Municipal. As três primeiras em fase licitatória, e a última, já em execução. “Cuiabá, durante sua história, cresceu de costas para o rio e nós precisamos corrigir isso, colocando a cidade de frente para ele. Esta era uma das minhas pautas de campanha e se tornou uma determinação da nossa gestão para o marco dos 300 Anos”, afirmou o prefeito.

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Em consonância com o projeto, artes, religião e história se mesclarão para dar ao local uma atmosfera ainda mais cuiabana, fortalecendo o turismo local e estabelecendo ali parada obrigatória para os que estiverem de passagem por aqui. Para isso, também deverá ser implantado ali um Centro de Atendimento ao Turista (CAT).

Foi o que explicou o secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Francisco Vuolo, ao destacar o potencial turístico do espaço. “Esse é um dos pontos mais importantes no desenvolvimento histórico de Cuiabá, uma vez que tudo que vinha de São Paulo ou Corumbá, por exemplo, chegava por aqui. Estamos estudando esse cenário para unir todas essas frentes e podermos explorá-las da melhor forma possível, criando um novo cartão postal para o município”, disse.

Além de Vuolo, acompanharam a visita do prefeito o secretário de Inovação e Comunicação, Júnior Leite e a secretária extraordinária dos 300 Anos, Cely Almeida. Na ocasião, foram apresentadas as propostas aos representantes da Marinha do Brasil. Pinheiro os convidou, também, para participarem dos festejos tricentenários da cidade no próximo ano.

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A parceria, de acordo com o prefeito, se justifica pela ligação da instituição com a fundação de Cuiabá. “Queremos incorporar a Marinha à comemoração porque de todas as Forças Armadas, ela é a que tem ligação mais direta com a origem de Cuiabá. Então queremos trazê-los para ajudar a contar a saga cuiabana, repleta de heróis como o eterno Augusto Leverger.”

O capitão Hebert França conta que a corporação já deu sinal positivo para o acordo e que algumas maneiras para presentear o município já estão sendo discutidas. “Há uma vontade mútua da Prefeitura e da Marinha de fazer esse trabalho pelo aniversário da Capital, principalmente porque Cuiabá teve sua origem pelo rio. É uma história que se confunde com os próprios valores da Marinha, por isso temos a intenção de apoiar a cidade de participar efetivamente de todo esse processo”, finaliza.

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