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Com trio de gatas, edição de aniversário da Revista Sexy é para todos os gostos

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Uma morena, uma ruiva e uma loira. É com essa combinação que a edição de aniversário da  Revista Sexy
  vai para as bancas no mês de novembro. 

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Make: Emerson Bruzon e Stylist: Anselmo Honoratto
Nelson Alves Junior

Make: Emerson Bruzon e Stylist: Anselmo Honoratto

Esta capa da
Revista Sexy

, divulgada com exclusividade pelo iG Gente
, será uma das mais cobiçadas, já que as beldades além de serem exemplos de beleza e cuidados com o corpo, são digital influencers e arrebatam uma legião de fãs em suas contas do Instagram.

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revista Sexy comemora aniversário com trio de ouro
Fotografo: Nelson Alves Junior

revista Sexy comemora aniversário com trio de ouro

“É uma capa que irá dar o que falar, são três mulheres lindas e a ideia principal da capa é apresentar a melhor loira, morena e ruiva do Brasil”, afirma Kaio Cezar assessor do trio
.

Com três musas no recheio da revista, o primeiro destaque é a morena Jessica Amaral, que ostenta a terceira capa de revista. Em seu currículo, ela já estampou uma capa da Playboy
(2012) e uma outra da própria Sexy
(2016) e vem agora dividindo espaço com as outras duas beldades.

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Sobre a experiência, a personalidade não mede palavras: “Cada edição nova é um amadurecimento como modelo que sou, com toda certeza essa revista vai trazer uma mulher muito mais segura e empoderada que as outras duas anteriores”, afirma.

A edição também traz Karla Lima. A web celebrity irá estampar pela primeira vez um ensaio em revista. Sobre o projeto ela demonstra animação e diz que sem dúvida a revista será um divisor de águas em sua carreira.

Revista Sexy com tudo!


revista Sexy comemora aniversário com trio de ouro
Fotografo: Nelson Alves Junior

revista Sexy comemora aniversário com trio de ouro

“É meu segundo ensaio nu. Foi muito tranquilo ainda mais se tratando de um ensaio com outras duas modelos
que admiro muito e são muito queridas. Me diverti muito no ensaio e para mim foi uma experiência muito excitante, cenário incrível, com toda certeza será uma edição que vai ficar para a história da revista”, declara.

Fechando o trio de ouro está a loira Jaqueline Marques. Apaixonada por luta e desinibida, a atleta não liga de mostrar suas curvas pela primeira vez em um ensaio sensual.

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“Este ensaio para mim foi uma honra pois é a edição de aniversário, tão importante para a revista, fiquei muito feliz com o convite e tenho que contar um segredinho, tive que tomar muito champanhe para ficar mais soltinha nas fotos. Com toda certeza o resultado vai ficar bárbaro”, comenta.

O melhor ensaio de todos!


revista Sexy comemora aniversário com trio de ouro
Fotografo: Nelson Alves Junior

revista Sexy comemora aniversário com trio de ouro

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“Sem dúvidas é uma das capas mais aguardadas do ano, posso dizer inclusive que são as meninas superpoderosas dos adultos”, adiciona com tom humorado Kaio Cezar, assessor e produtor das modelos que estampam a Revista Sexy
de aniversário.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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