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Mato Grosso

Com rombo de R$ 1,5 bilhão, Mauro Mendes fala como está Mato Grosso Olhe o vídeo

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O governador eleito Mauro Mendes (DEM) disse que o Estado iniciará o próximo ano com um déficit orçamentário de R$ 1,5 bilhão. A informação foi repassada para os deputados estaduais em uma reunião na Assembleia Legislativa na manhã desta quarta-feira (5).

“Na execução orçamentária e financeira do Estado aponta aí um déficit, para esse ano, de recursos, ou seja, de dinheiro, de caixa na ordem de R$ 1,8 bilhão. E eu apresentei uma previa do orçamento real e verdadeiro que está em elaboração neste momento, finalizando para ser encaminhada na próxima semana a Lei Orçamentária de 2019, que aponta para um déficit já previsto e programado para 2019 de R$ 1,5 bilhão”, disse.

“Nós temos que economizar para o ano que vem R$ 1,5 bilhão ou economizar, por exemplo, R$ 750 milhões e subir a arrecadação além do previsto de R$ 750 milhões para atingir o equilíbrio”, explicou Mauro.
“Ou seja, se todas as receitas acontecerem, como estão programadas, e se todas as despesas acontecerem como estão programadas, vai faltar um R$ 1, 5 bilhão. Ou seja, muita gente vai ficar sem receber porque não vai ter dinheiro em caixa para pagar, essa é uma dura realidade do Estado de Mato Grosso nesse momento que todos conhecem”, acrescentou.

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De acordo com o democrata, o rombo foi causado pelos aumentos excessivos das despesas, da folha salarial e dos valores repassados aos Poderes nos últimos anos. Ele explica que a receita do Estado cresceu acima da inflação, mas a elevação das despesas, principalmente da folha, impediram que parte fosse investida no custeio da máquina e pagamento de despesas básicas.

Ainda segundo o governador eleito, é necessário a economia de R$ 750 milhões e também um aumento de arrecadação no mesmo valor para atingir o equilíbrio fiscal.

“Nós temos que economizar para o ano que vem R$ 1,5 bilhão ou economizar, por exemplo, R$ 750 milhões e subir a arrecadação além do previsto de R$ 750 milhões para atingir o equilíbrio”, explicou.

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Mato Grosso

1º Plano Estadual de Economia Solidária de MT é validado por Conselho

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O Conselho Estadual de Economia Solidária de Mato Grosso (Cesol MT) aprovou o Plano Estadual de Economia Solidária em reunião, na tarde desta quinta-feira (06), na sala de reunião Garcia Neto, no Palácio Paiaguás.

O Conselho, instituído pelo Decreto Estadual nº 598, de 15 de agosto de 2011, tem a competência de propor instrumentos para a implementação da Política Estadual de Fomento à Economia Solidária (Lei Estadual nº 8.936, de 17 de julho de 2008), atualmente coordenada pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf).

“É um marco histórico para a economia solidária em Mato Grosso que agora possui um norte claro para alavancar essa política no Estado. O Plano traz, de forma organizada,  as ações necessárias para fortalecer o setor, e essa organização facilita a busca por recursos”, afirma Corgésio Albuquerque, Secretário de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários.

O Plano conta com quatro eixos: produção, comercialização e consumo; financiamento: crédito e finanças solidárias; conhecimento; e ambiente institucional. “Os eixos são compostos de objetivos com indicadores e metas, diretrizes estratégicas e ações que foram construídas por uma comissão criada pelo Cesol MT tendo como um dos subsídios o Diagnóstico da Economia Solidária de Mato Grosso, elaborado de forma participativa e abrangendo todas as regiões do Estado”, explica Cenira Evangelista, Secretária Executiva do Conselho Estadual de Economia Solidária. 

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Neuri Senger, representante do Fórum de Economia Solidária de Tangará da Serra, comenta que o Conselho agora tem o papel de realizar a gestão do Plano em conjunto com a Seaf nas etapas de monitoramento, avaliação e revisão. “É imprescindível que os conselheiros criem um sentimento de pertencimento em relação ao documento que vai contribuir para fortalecer e empoderar o Conselho, além de motivar os municípios a instituírem os conselhos municipais e construírem seus Planos Municipais de Economia Solidária.”  

“A implementação do Plano não é responsabilidade somente do Governo do Estado, ela deve acontecer de forma conjunta envolvendo também o setor privado, empreendimentos da economia solidária, governos federal e municipais e a sociedade civil, todos têm o papel de dar visibilidade a esse documento com estratégias de mídia, mapeamento das oportunidades e engajamento de apoiadores e financiadores com um portfólio de projetos atrativo. Com o Plano aprovado, a próxima etapa é a inserção das ações do documento nos instrumentos de planejamento e orçamento dos órgãos e Secretarias do Governo do Estado”, explica George de Lima, Superintendente de Agricultura Familiar da Seaf. 

A reunião do Conselho contou com a participação do técnico da Superintendência Regional do Trabalho de Mato Grosso, Antônio Rodrigues, que se dispôs a divulgar e buscar apoio junto ao Ministério do Trabalho e Emprego e demais instâncias federais pertinentes para a execução do Plano Estadual de Economia Solidária. Atualmente o Ministério do Trabalho e Emprego, via Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), é quem executa a política pública de Economia Solidária por meio das transferências de recursos aos estados, municípios, universidades e organizações da sociedade civil. 

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“O Centro Público de Economia Solidária localizado na região central de Cuiabá pode tornar-se uma grande referência de Economia Solidária em Mato Grosso, com a comercialização da produção dos empreendimentos da economia solidária, realização de formação, cursos, espaços de discussão e demais eventos. É preciso que o Governo Federal e o Governo Estadual acelerem a reforma do prédio”, cobrou Elza de Oliveira, empreendedora da Economia Solidária que atuou no Centro desde a sua inauguração. 


 
Economia Solidária

Expandiu-se pelo mundo devido à maneira com que vem se estabelecendo e mantendo os princípios mais fundamentais do conceito ampliado de sustentabilidade. Trata-se de uma alternativa que gera trabalho e renda por meio de atividades que combinam os princípios de autogestão, cooperação e solidariedade na produção de bens e de serviços, distribuição, consumo e finanças. 

Em Mato Grosso existem várias atividades realizadas por organizações solidárias como cooperativas, associações, grupos solidários informais, redes de cooperação em cadeias produtivas e arranjos econômicos locais, bancos comunitários e fundos rotativos solidários. O Diagnóstico da Economia Solidária de Mato Grosso está disponível no link http://www.seaf.mt.gov.br/economia-solidaria. 

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