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Com Rafaela Mandelli, “Intimidade entre Estranhos” ganha trailer; assista

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A Galeria Distribuidora divulgou o novo trailer
e cartaz do filme “Intimidade entre Estranhos”. O longa estreia dia 13 de dezembro nos cinemas
do Brasil. 

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“Intimidade entre Estranhos” esta na lista de filmes brasileiros que vão passar na 42ª Mostra Internacional de São Paulo. Filme estreia dia 13 de dezembro
Divulgação

“Intimidade entre Estranhos” esta na lista de filmes brasileiros que vão passar na 42ª Mostra Internacional de São Paulo. Filme estreia dia 13 de dezembro


“Intimidade entre estranhos”
conta a história de Maria (Rafaela Mandelli) que se muda para o Rio de Janeiro para estar ao lado de Pedro, seu marido (Milhem Cortaz), que atua numa série de TV. Com muita solidão, Maria se envolve com o jovem Horácio (Gabriel Contente), que é síndico do prédio em que o casal mora. Confira aqui o trailer do filme:

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No trailer, Maria fica desapontada que não encontra o marido que está nas gravações da série e decide relaxar na piscina do prédio. Seu sossego acaba quando ela percebe que é observada por Horácio e suas desavenças com ele começam. Com a sua relação indo por água abaixo, Maria encontra ajuda onde menos espera e começa um relacionamento com o jovem sindico. 

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Outros detalhes de “Intimidade entre Estranhos”


Rafaela Mandelli estrela Intimidade entre Estranhos
Divulgação

Rafaela Mandelli estrela Intimidade entre Estranhos

 O filme tem direção de José Alvarenga Jr. e roteiro feito por Matheus Souza e pelo diretor. O longa brasileiro conta em seu elenco com Rafaela Mandelli, Milhem Cortaz, Gabriel Contente José Dumont  Giovana Lancellotti e Jayme Periard. E é uma produção da Migdal Filmes, com coprodução da Globo Filmes e Canal Brasil. A distribuição é da Galeria Distribuidora.

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O filme “Intimidade entre Estranhos”
 foi selecionado para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo que teve início nesta quinta-feira (18) no Auditório do Ibirapuera e Festival do Rio. O longa estreia no dia 13 de dezembro de 2018 nos cinemas brasileiros. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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