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Com polêmica do VAR, River vence o Grêmio e vai à final da Libertadores

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Atual campeão da América, Grêmio de Renato Gaúcho perdeu a vaga na final da Libertadores para o River
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Atual campeão da América, Grêmio de Renato Gaúcho perdeu a vaga na final da Libertadores para o River

Atual campeão da América, o Grêmio está fora final da Libertadores. O Tricolor, que havia vencido a partida de ida
na Argentina por 1×0, foi derrotado pelo River Plate em Porto Alegre pelo placar de 2×1. Leonardo Gomes abriu o placar para o Tricolor, mas Borré e Pity Martinez fizeram os gols que deram a vitória ao time argentino.

Agora, o time comandado por Marcelo Gallardo espera pela definição do confronto entre Palmeiras e River Plater, que jogam nesta quarta-feira (31) pela segunda vaga na final da Libertadores.
A equipe argentina venceu a primeira partida por 2×0
.

O jogo


Borré fez um dos gols que levou o River Plate para a final da Libertadores
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Borré fez um dos gols que levou o River Plate para a final da Libertadores

Pressionado nos primeiros minutos, o Grêmio conseguiu abrir o placar ainda na primeira etapa com belo gol de Leonardo Gomes de fora da área. No segundo tempo, o time brasileiro melhorou e teve chances para matar o jogo, mas acabou sofrendo o empate aos 36. Aos 41, em uma lance muito polêmico, a arbitragem, com auxilio do VAR, marcou pênalti para o River e ainda expulsou o zagueiro Bressan. A cobrança de Pity Martinez garantiu a equipe argentina na na final.

Surpreendido no Monumental de Núñez com a derrota por 1×0, o River começou a partida pressionando o Grêmio. O atacante Lucas Pratto teve uma excelente chance logo aos três minutos de partida, quando recebeu boa enfiada de bola dentro da área e ficou na cara de Marcelo Grohe, mas acabou finalizando torto, mandando a bola pela linha lateral.

Nos minutos seguintes, a equipe de Marcelo Gallardo voltou a assustar em batidas de longe. Primeiro, Grohe espalmou finalização forte de Ponzio. Depois, a finalização colocada de Palacios bateu na rede pelo lado de fora.

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Aos poucos, o Grêmio foi assimilando a pressão adversária, tomando a bola a partir do meio campo e buscando uma boa oportunidade para contragolpear em velocidade. O domínio, no entanto, ainda era da equipe argentina que dominava as ações do jogo apesar de não conseguir chegar ao gol gremista com facilidade.

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Seguindo um roteiro parecido com o jogo de ida, o Grêmio voltou a justificar o título de time copeiro. Após armar contra ataque rápido, o Tricolor Gaúcho ganhou escanteio do lado direito aos 35 minutos. A cobrança desviou em Casco e a bola sobrou para Leonardo Gomes  na entrada da área. O lateral gremista pegou de primeira e acertou o canto direito de Armani para abrir o placar.

Precisando desesperadamente da virada, o River voltou a se lançar ao ataque e teve mais duas boas chances ainda na primeira etapa: Borré quase acertou o ângulo em chute da entrada da área aos 42 e Quintero foi travado por Paulo Miranda dentro da pequena área aos 44.

Apesar da boa vantagem obtida no primeiro tempo, o Grêmio voltou do intervalo com uma postura menos reativa e mais ofensiva. Buscando ficar mais com a bola, o time brasileiro evitava com sucesso a pressão adversária. Quando Maicon sentiu um incômodo na coxa, Renato Gaúcho optou por deixar o time mais ofensivo com a entrada de Everton.

Grande nome do Tricolor na temporada e voltando de lesão, o Cebolinha colocou fogo no jogo e, aos 16 minutos, recebeu na entrada da área e bateu cruzado para boa defesa de Armani. Cinco minutos depois, ele recebeu linda bola de Cícero e invadiu a área sozinho, mas Armani saiu bem do gol e fez um milagre para salvar o River. Renato foi forçado a fazer mais uma mudança, quando Paulo Miranda sentiu cãibras e deixou o gramado para a entrada de Bressan.

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Irreconhecível na segunda etapa, o River
avançava a marcação e tentava pressionar, mas não conseguia ficar com a bola e era dominado por um paciente time gremista. No entanto, aos 36 minutos, em uma falta despretensiosa na intermediária, Pity Martinez levantou na área e Borré desviou com o ombro para empatar o jogo e dar esperança aos argentinos.

O gol levantou o ânimo dos argentinos, que voltaram a pressionar como no início da partida. Aos 40 minutos, após finalização de Scocco à queima roupa desviar no braço Bressan e sair pela linha de fundo, o árbitro Andrés Cunha, que havia dado escanteio, foi chamado pela equipe de vídeo e acabou marcando pênalti para o River. Ele ainda deu o segundo amarelo para o zagueiro gremista, que acabou expulso de campo.

Após muita confusão e quase dez minutos de paralisação, Pity  Martinez foi para o cobraça e bateu forte, no alto, sem chances para Marcelo Grohe. Com uma virada improvável e polêmica, o River ia avançando por conta da regra do gol marcado fora de casa.

Abalado pela marcação de um pênalti discutível e com um homem a menos, o Grêmio
 foi com tudo para cima nos minutos finais e até o goleiro Marcelo Grohe tentou ir para a grande área adversária, no entanto, o desespero fez com que o tricolor não conseguisse transformar seu ímpeto em boas jogadas. Com isso, o atual campeão da América acabou caindo em casa e o River Plate avançou para a final da Libertadores.

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Apresentado, Rogério Ceni cita Zico e promete Flamengo ofensivo

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Apresentado à torcida e à imprensa como técnico do Flamengo, Rogério Ceni prometeu um time agressivo, “com o máximo de atacantes possível”. Na entrevista coletiva que concedeu nesta terça-feira (10) à tarde, pouco antes de comandar a primeira atividade no Ninho do Urubu, o treinador enalteceu o elenco que terá à disposição para trabalhar.

“O que importa é que os atletas se sintam à vontade. A longo prazo, temos que seguir o estilo do Flamengo, que é de um time ofensivo, que marca à frente e gosta da posse de bola. Se tenho bons jogadores em uma mesma posição, tenho de encontrar um jeito de colocá-los para jogar. O problema é que aqui tem muitos bons em várias posições, então alguém acaba ficando fora. Você pode usar o [Giorgian De] Arrascaeta e o Everton [Ribeiro] pelos lados. Pode usar Bruno [Henrique], Gabriel [Barbosa, o Gabigol] na frente. Ainda tem Vitinho, Pedro, Pedro Rocha, Michael. Essa [ataque] é a área que mais gosto de mexer, pois libera a criatividade. Além de um meio-campo que tem Gerson, [Thiago] Maia, [William] Arão e outros tantos jovens da base”, descreveu Ceni.

O técnico Rogério Ceni visita as instalações do Ninho do Urubu, Centro de Treinamento do Flamengo.

Se no ataque sobram opções, a defesa tem sido uma dor de cabeça no Flamengo. O time carioca sofreu 29 gols em 20 partidas pela Série A do Campeonato Brasileiro – oito apenas nas duas últimas partidas do torneio, nas derrotas por 4 a 1 para o São Paulo e 4 a 0 para o Atlético-MG. Somente o Goiás, que é o último colocado, foi mais vazado que o Rubro-Negro, que ocupa o terceiro lugar.

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“Só amanhã [quarta-feira, dia 11] é que vamos poder responder, mas acho que erro defensivo é fruto de [erros de] sistema de jogo. A crítica existe a um determinado jogador ou outro, principalmente zagueiros, goleiros, enfim. Quando se tem um número elevado de gols sofridos, temos que tentar ajustar, com a colaboração de todos. Aqui a gente vem para gerar ideias e colocar situações para os atletas. São eles que vão resolver dentro de campo”, avaliou o técnico, já projetando a possível estreia no comando do Rubro-Negro, diante do São Paulo, às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Ceni é o substituto do catalão Domènec Torrent, demitido após a goleada sofrida para o Atlético-MG no último domingo (8). O ex-goleiro deixou o comando do Fortaleza após cerca de três temporadas no clube – com uma rápida passagem pelo Cruzeiro no período. Pelo Leão do Pici, foi bicampeão cearense e conquistou os títulos da Copa do Nordeste e da Série B do Brasileirão, com 60% de aproveitamento em 153 jogos.

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“Primeiro, sou muito agradecido ao Fortaleza. Eu sei que o torcedor fica triste e eu, logicamente, deixo parte do meu coração em Fortaleza. Mas acho que ele compreende o tamanho do desafio. Um convite do Flamengo, no momento que o Flamengo vive, é difícil de recusar”, disse o treinador, que revelou ter contatado o ex-jogador Zico, maior ídolo rubro-negro, antes de assumir o cargo.

“Esse é meu 30º ano trabalhando com futebol. Já enfrentei muitas vezes o Flamengo. Vi Maracanã com casa cheia, vi Zico, Júnior, e tantos craques da história do Flamengo. Até mandei uma mensagem ao Zico antes de chegar aqui, se ele me permitia a entrada. É um cara por quem tenho um fanatismo grande, talvez pela relação com as faltas. É um ícone do futebol brasileiro, um cara único. Ele me respondeu do Japão. Então, eu me sinto com permissão de sentar nessa cadeira”, declarou Ceni, que assinou contrato até dezembro do ano que vem.

Confira a classificação da Série A do Campeonato Brasileiro aqui.

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