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Com futuro indefinido, Fábio Porchat nega boatos de brigas com a  Record TV

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Em conversa com o apresentador Franklin David, da atração “Tricotando” da
RedeTV!

, nesta quinta-feira (25) o humorista Fábio Porchat ressaltou que seu futuro profissional continua indefinido e negou alguns boatos sobre sua saída da
Record TV

.

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Fábio Porchat não descarta permanência na Record Tv
Divulgação

Fábio Porchat não descarta permanência na Record Tv

Durante a entrevista, Fábio Porchat
fez questão de negar que os motivos do desentendimento com a Record TV
estivessem relacionados à inviabilidade de levar convidados que desejava em seu programa.

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“A minha questão com a Record
é outra. A gente está se conversando e se falando, então são coisas entre mim e eles, a gente está falando super bem. Depois que eu falei isso a gente já conversou algumas vezes, o programa está funcionando, está dando certo, está dando ibope, está engraçado, divertido, isso que é ótimo”, esclarece.  

Com contrato válido até dezembro, Porchat também não descartou que pode continuar na emissora: “Ainda estou com futuro indefinido, não faço a menor ideia do que será meu ano que vem. Vou voltar a conversar com eles agora no final do ano, vamos ver como é que vai ser”, continuou.

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Fábio Porchat descarta mais opções


Fábio Porchat
Reprodução

Fábio Porchat

Durante a conversa na RedeTV!
, o humorista também falou sobre a boa relação com Jô Soares, destacando que ele “sedimentou o talk show no Brasil”, e também negou que seja possível retornar com o programa “Tudo Pela Audiência”, no canal fechado  Multishow
: “Já se foi, já acabou. Foi em um momento, a gente fez, foi legal, mas agora a Tatá Werneck já está fazendo o talk show dela, cada um foi por um caminho. De repente a gente se encontra lá na frente fazendo outra coisa”, concluiu o apresentador multifacetado.

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Ainda com futuro indefinido, especulações apontam possíveis caminhos que Fábio Porchat
pode acabar optando caso não continue na emissora  paulista. De plataforma de streaming a turnê de stand-up, as apostas para o artista são muitas!

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A Voz do Brasil faz 85 anos

Publicado

O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Filmes de super-heróis lideram ranking de pirataria na internet

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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