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Polícia

Com abadá e tudo, PM fecha festa ‘clandestina’ de carnaval com 160 pessoas em VG

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Festa de carnaval clandestina com mais de 160 pessoas foi fechada na noite de sábado (13), em um espaço de eventos, em Várzea Grande. Os participantes vestiam o abadá da festa, que contava com decoração e bebidas. Os organizadores até tentaram alegar que era um ‘aniversário’, mas ainda assim, a festa desrespeitava o limite permitido de pessoas previstas em decreto municipal.

 

De acordo com as informações da Secretaria de Defesa Social, denúncia relatava que uma festa estava sendo organizada e os fiscais se reuniram com Guarda Municipal, Polícia Militar e Vigilância Sanitária para articular uma operação de forma sigilosa.

 

Sendo assim, com as informações e a operação pronta, as equipes foram até um espaço de eventos na avenida Jayme Campos, e na rua, já encontraram vários carros estacionados.

 

Dentro do local, foram contabilizadas uma média de 160 pessoas, configurando desrespeito ao decreto municipal que proíbe festas de carnaval até 100 pessoas. Por volta das 21h, a festa foi fechada oficialmente.

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Os organizadores chegaram a argumentar que se tratava de um ‘aniversário’, mas ainda assim, o evento não tinha autorização para funcionar. Acontece que em VG, o decreto permite festas particulares até 100 pessoas e lá o público era maior que o permitido.

 

Já a Polícia Militar informou que ninguém foi preso. Acontece que o decreto não prevê a prisão de quem organiza as festas clandestinas. Eles vão responder de forma administrativa e devem ser multados pelo município. Nada de ilícito – como drogas, armas e outros – foram encontrados no local.

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Mulher e detida por venda falsa de “galinhada beneficente”

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Uma mulher que estava aplicando golpes em Nova Xavantina, a 645 km de Cuiabá, foi presa pela Polícia Civil nessa sexta-feira (5), durante investigação para apurar denúncia sobre a venda falsa de “galinhada beneficente”, que seria realizado para ajudar uma suposta criança com câncer.

A suspeita de 38 anos e com passagens anteriores pelo mesmo crime foi autuada em flagrante pela prática de estelionato.

As diligências iniciaram logo após a proprietária de um buffet procurar a delegacia para informar que uma pessoa estava usando o nome do seu estabelecimento comercial como local do evento beneficente.

De acordo com a vítima, a pessoa estava vendendo uma galinhada solidária que aconteceria no dia 22 de março em prol do tratamento de uma criança com câncer, porém o seu espaço comercial não havia sido alugado para o respectivo evento, que também não poderia ser realizado em razão da proibição de aglomeração por conta da pandemia causada pela Covid-19.

Ela informou também que a pessoa teria confeccionado os convites e vendido 300 ingressos, além de ter procurado a gráfica para produzir mais 300 ingressos, os quais estavam sendo vendidos pelo valor de R$ 15 cada.

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Com base nas informações, os policiais civis iniciaram as diligências para esclarecimento dos fatos, quando localizaram a suspeita na região central da cidade. Ela foi conduzida à Delegacia de Nova Xavantina para prestar esclarecimentos, sendo constatadas as passagens anteriores pelo crime de estelionato.

O mesmo tipo de golpe foi praticado pela suspeita no ano de 2018, no município de Tesouro, quando ela vendia rifas que dizia ser beneficentes, porém eram falsas.

Diante das evidências de prática criminosa, a mulher foi autuada em flagrante pelo crime de estelionato. Após a confecção dos autos, foi arbitrada a fiança no valor de R$ 3 mil, em razão da gravidade e prejuízo coletivo causado pela suspeita.

No entanto, a presa não efetuou o pagamento da fiança alegando que não tinha condições financeiras, sendo então transferida para a Cadeia Pública de Nova Xavantina, à disposição da Justiça.

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