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Coluna – O Dia da Consciência Rubro-Negra

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A contagem regressiva está em andamento. Nesse dia de celebração dos 50 anos do milésimo gol de Pelé, o torcedor do Flamengo está de olho no fim de um jejum de 38 anos sem disputar a final da Copa Libertadores, e de outro, de dez anos sem a conquista de um campeonato brasileiro. Não é pouco, muito menos se levarmos em consideração que os dois jejuns podem acabar no próximo fim de semana.

Mas é hora, também, de lembrarmos de como o Flamengo e sua torcida chegaram a essa situação. Não foi de janeiro para cá, quando a atual administração tomou posse. Na verdade, temos de voltar no tempo, ao dia 02 de janeiro de 2013, quando Eduardo Bandeira de Mello assumiu a presidência, decretando que as prioridades seriam a organização administrativa do clube, o pagamento de dívidas e a “limpeza” do nome na praça, deixando de lado a sede de títulos, pelo bem do futuro da instituição.

Foi o Dia da Consciência Rubro-Negra.

E o preço não foi barato. É verdade que logo no primeiro ano a nova administração festejou uma Copa do Brasil. Que não estava nos planos. Mas que acabou sendo o principal título até o fim do segundo mandato, em 2018. Além dela, vieram dois campeonatos estaduais e três vice-campeonatos importantes – na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana de 2017 e no Campeonato Brasileiro de 2018. Como gostavam de dizer os torcedores rivais, ficou “no cheirinho”. Mas já era a sinalização de que tempos melhores viriam.

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E chegamos a 2019, manchado pelo incêndio no Ninho do Urubu, com dez vítimas fatais. Nos campos, porém, os resultados comprovam o acerto da decisão lá de 2013 e recompensam o sacrifício de quem entrou para a história do clube, se não como grande campeão, mas como um dos melhores administradores. Com erros, é claro, como todos os outros, mas que não pode ser esquecido.

O caminho do Flamengo está sedimentado. Para se confirmar como um dos, se não o principal, clube do país. Ainda distante dos europeus, mas num patamar acima da grande maioria dos clubes brasileiros e sul-americanos. Se os títulos virão, é outra questão, pois o que acontece dentro de campo foge da capacidade dos dirigentes.

De certo que o clube vai se fortalecer. Vai faturar, encher o cofre. Que tal pensar nos garotos que tiveram a vida interrompida no dia 8 de fevereiro? Que tal botar a mão na consciência e fechar o ano com uma chave, não de ouro, mas rubro-negra?

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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Vasco empata com Bahia e prepara despedida do Brasileirão

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Enquanto Vanderlei Luxemburgo concedia entrevista coletiva após o empate em 1 x 1 com o Bahia, o número de sócios do Vasco aumentava. Menos de 12 horas depois do confronto em Salvador, o clube ultrapassava a marca de 160 mil sócios-torcedores.

A mobilização dos vascaínos fora de campo vem contagiando o elenco cruzmaltino. Mesmo sem a zaga titular – Guarín e Rossi -, o Vasco foi valente na Fonte Nova. O jogo era equilibrado até o pênalti cometido por Ricardo Graça em cima de Gilberto, aos 44 minutos do primeiro tempo. O zagueiro recebeu cartão vermelho e o atacante abriu o placar para os donos da casa.

Antes, o Vasco teve um pênalti a seu favor assinalado pelo árbitro Felipe Fernandes de Lima, mas o VAR foi acionado e a marcação foi anulada. Vanderlei Luxemburgo comentou os lances de penalidade máxima.

“Acho que não foi pênalti para a nossa equipe, realmente nosso jogador forçou a barra, está claro que não foi pênalti. Mas a rigorosidade dele de achar que, além de dar o pênalti para o Bahia, tinha que expulsar meu jogador e dar cartão amarelo para outro, me prejudicou três vezes. Deu o pênalti, tudo bem. Agora expulsar o Ricardo, que não consegue perceber que o Gilberto tá chegando, não teve a intenção de machucar o Gilberto. Tem que ver se foi intenção ou imprudência. O árbitro tirou o Ricardo daqui e tirou o Richard do próximo jogo com o cartão amarelo. O pênalti se ele quis dar, tá tudo bem”.

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Na segunda etapa, o técnico vascaíno mexeu na equipe e recheou o time com jogadores de meio-campo. Deu certo. Mesmo com um a menos, o Vasco “cozinhou” a partida até a expulsão de Arthur Caíke, do Bahia, aos 36 minutos, pelo segundo cartão amarelo. Três minutos depois, veio o empate cruzmaltino. Bela jogada pela esquerda, toque de Gabriel Pec para o meio e Marrony marcou. O time do Rio ainda pressionou no fim, mas o Bahia segurou o empate. Para Vanderlei Luxemburgo, o resultado foi justo.

“No primeiro tempo o Bahia mereceu a vitória. Nós entramos hoje sem zagueiro porque o Bocanegra e o Castán estão próximos de uma lesão e tivemos que deixá-los no Rio. O Ricardo foi expulso e tivemos que improvisar, botar o Richard como zagueiro. No segundo tempo fizemos uma linha de quatro e ficamos amarrando o jogo com a técnica para ver se conseguíamos igualar em um contragolpe, ou então em uma expulsão, como aconteceu com o segundo cartão. Acho que o resultado foi justo por aquilo que fizemos no segundo tempo e pelo o que Bahia fez no primeiro”.

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O último compromisso do Vasco no ano será no domingo (8), contra a Chapecoense, no Maracanã. A expectativa é de cerca de 70 mil torcedores presentes. E como a empolgação cruzmaltina não pode parar, a cantora Lexa irá se apresentar no estádio. Além disso, o clube anunciou promoção de duas cervejas por R$ 10,00. Quem não conseguir ingresso para o jogo, poderá se despedir do elenco em 2019 um dia antes. O presidente Alexandre Campello anunciou que o treino de sábado (7), às 10h, será aberto à torcida. O técnico Vanderlei Luxemburgo convocou os vascaínos.

“Nós queremos agradecer o torcedor do Vasco. Domingo tem jogo, mas vou convidar o torcedor do Vasco ao treinamento, mas levando um quilo de alimento não perecível. Nós agradecemos a presença deles em São Januário, mas também com uma ajuda a quem precisa de uma ajuda”.

Vasco e Chapecoense se enfrentam às 16h, no Maracanã. Atualmente na 13ª posição do Campeonato Brasileiro, o Cruzmaltino pode chegar à 10ª colocação se vencer a partida domingo (8) e se Goiás e Atlético-MG não conquistarem os três pontos.  

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Fonte: IG Esportes
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