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Clássicos do Halloween voltam com nova roupagem em 2018

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Em clima de Halloween, alguns clássicos da televisão
e do cinema
estão voltando com tudo, para a alegria dos fãs. Considerando isso, listamos grandes clássicos do Halloween que se reinventaram à sua maneira para a data comemorativa deste ano.


Clássicos do Halloween que estão de volta em outubro de 2018 com uma nova roupagem
Divulgação

Clássicos do Halloween que estão de volta em outubro de 2018 com uma nova roupagem

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“O Mundo Sombrio de Sabrina”


Clássicos do Halloween que estão de volta em outubro de 2018 com uma nova roupagem
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Clássicos do Halloween que estão de volta em outubro de 2018 com uma nova roupagem

Um dos clássicos do Halloween
da televisão, a série estaduniense “Sabrina, a aprendiz de Feiticeira”, de 1996, foi abraçada pela plataforma de streaming Netflix, que decidiu aplicar novos olhares e  produzir uma nova série sobre a bruxinha mais carismática
da TV.

Transmitida originalmente até 2003 nos Estados Unidos e de 2005 a 2009 no Brasil, a série conta a história de Sabrina (Melissa Joan Hart), uma jovem feiticeira que precisa conciliar seus poderes e sua vida como uma adolescente comum.

“O Mundo Sombrio de Sabrina” traz à tona essa premissa de conciliar o mundo mortal com o mundo mágico, mas dessa vez com um toque mais obscuro – ainda que com uma generosa quantidade de humor. A série é estrelada por Kiernan Shipka e entrou no catálogo da Netflix em 26 de outubro.

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“Halloween”


Clássicos do Halloween que estão de volta em outubro de 2018 com uma nova roupagem
Divulgação

Clássicos do Halloween que estão de volta em outubro de 2018 com uma nova roupagem

De volta neste mês de outubro, “Halloween” traz o vilão Michael Myers (James Jude Courtney/Nick Castle) de volta à ação, em busca não só de novas vítimas como também de vingança. O filme abre uma linha temporal completamente diferente de todos os outros da saga, com exceção do primeiro, e se passa 40 anos depois dos eventos do filme original.

A trama gira em torno de vingança e fantasmas do passado, uma vez que o assassino escapa da prisão com a intenção de terminar o seu serviço e matar Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) de uma vez por todas, enquanto ela por sua vez também quer vingança e está à espera do assassino desde 1978.

“Suspiria”


Clássicos do Halloween que estão de volta em outubro de 2018 com uma nova roupagem
Divulgação

Clássicos do Halloween que estão de volta em outubro de 2018 com uma nova roupagem

O longa-metragem, que estreou nos Estados Unidos no último fim de semana, é uma refilmagem do homônimo de 1977. Estrelado por Dakota Johnson, o filme conta a história de Susie Bannion, uma bailarina que ingressa numa grande escola de dança em Berlim.

Assim que chega na nova faculdade, a protagonista se depara com inúmeros eventos misteriosos, como o desaparecimento de uma das alunas (Chloë Moretz). Sob a orientação da Madame Blanc (Tilda Swinton), Susie desenvolve suas habilidades de dança, mas ainda diante de ocasiões suspeitas e assustadoras.

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The Haunting of Hill House


Clássicos do Halloween que estão de volta em outubro de 2018 com uma nova roupagem
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Clássicos do Halloween que estão de volta em outubro de 2018 com uma nova roupagem

Lançada em 12 de outubro deste ano pela Netflix,  a série “The Haunting of Hill House”
é baseada no best seller “A assombração da casa da colina”, escrito por Shirley Jackson em 1959. O livro inclusive já inspirou a produção do filme “A Casa Amaldiçoada”, de 1999. 

A trama gira em torno de uma família que cresceu na casa mais assombrada dos Estados Unidos. Depois de adultos, os irmãos ainda enfrentam as lembranças da infância naquela casa, e as consequências que isso deixou em suas vidas. Além disso, também são assombrados pelo mistério envolvendo a morte da irmã caçula.

“Goosebumps 2 – Halloween Assombrado”


Clássicos do Halloween que estão de volta em outubro de 2018 com uma nova roupagem
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Clássicos do Halloween que estão de volta em outubro de 2018 com uma nova roupagem

Um verdadeiro clássico infanto-juvenil das antologias de terror, “Goosebumps” fez sucesso na década de 90. A série em questão é originada a partir da adaptação dos livros homônimos de R.L. Stine.

Em 2015, a série literária foi adaptada ao cinema, com o longa que no Brasil ganhou o título de “Goosebumps: Monstros e Arrepios”. Já em outubro deste ano, a adaptação cinematográfica ganhou uma sequência: “Goosebumps 2 – Halloween Assombrado”.

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Em cartaz desde 11 de outubro deste ano, a sequência da adaptação de um dos maiores clássicos do Halloween
 retrata os amigos Sonny (Jeremy Ray Taylor) e Sam (Caleel Harris) libertam o boneco Slappy (Avery Lee Jones), criado por R. L. Stine (Jack Black). O plano do vilão é montar uma família de monstros.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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