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Clássico é suspenso após ônibus de time apedrejado e mortes em briga de torcidas

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Lance

Ônibus do Motagua foi apedrejado antes do clássico hondurenho contra o Olimpia arrow-options
Twitter/Reprodução

Ônibus do Motagua foi apedrejado antes do clássico hondurenho contra o Olimpia

O clássico entre Olimpia e Motagua, válido pelo Campeonato Hondurenho , que estava marcado para o último sábado (17), acabou sendo cancelado por conta de um ataque ao ônibus do Motagua, e deu lugar a uma grande tragédia que resultou em três mortes e deixou 12 feridos.

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Toda confusão começou quando o ônibus da delegação do Motagua , que se encaminhava para o Estádio Tiburcio Carías Andio, acabou recebendo uma série de pedradas de um grupo de torcedores do Olimpia.

Por meio de suas redes sociais, o próprio clube informou que as pedras quebraram os vidros do veículo e deixaram ao menos três jogadores feridos: Emilio Izaguirre, Roberto Moreira e Jonathan Rougier, que foram levados a um hospital.

O técnico do Montagua, Diego Vazquez, relatou o momento de terror vivido dentro do ônibus.

“Sofremos momentos de pânico. Saímos na mesma hora, normal, e íamos a caminho do estádio, que não é longe do hotel. E ali, antes do sinal que está na rua principal do estádio, íamos com a polícia motorizada. No mesmo semáforo, a torcida do Olimpia começou a agredir o ônibus, atirar garrafas, pedras, querer nos bater. Os jogadores entraram em pânico, se jogaram no chão e temeram por sua segurança”, lembrou Vazquez.

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Diante disso, a equipe também comunicou a Federação Nacional Autônoma de Futebol de Honduras (Fenafuth) que não entraria em campo e acabou retornando com o restante da delegação para o hotel onde a equipe estava concentrada. Já no estádio, cerca de 50 minutos antes do jogo, os jogadores do Olimpia foram ao gramado para iniciar o aquecimento.

O clima que já era tenso foi se desenhando para uma tragédia, já que no lado de fora do estádio torcedores das duas equipes começaram a se confrontar, o que resultou na morte de três pessoas e deixou mais 12 pessoas feridas.

Já no lado interno do estádio, os torcedores que já estavam nas arquibancadas entraram em desespero com toda a situação e acabaram invadido o gramado na tentativa de se proteger. Confira os momentos de desespero vividos pelos torcedores dentro do Estádio Tiburcio Carías Andio:

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Também por meio de suas redes sociais, a “Liga SalvaVida” se manifestou condenando todos os atos de violência como deploráveis. A entidade também exigiu que as autoridades de segurança do país investiguem e esclareçam os ocorridos e declarou solidariedade aos familiares das vítimas.

DISCUSSÃO ENTRE OS CLUBES

Mesmo com todos os episódios de violência, por meio da imprensa local, as diretorias dos dois clubes trocaram acusações através da imprensa local. O Montagua apontou como responsável pelo ataque ao ônibus a “Ultra Fiel”, grupo organizado rival, enquanto que o presidente Olimpia, Rafael Villeda, negou a informação e indicou que esses torcedores estariam em outro setor.

Neste domingo (18), nas redes sociais, o Olimpia condenou e lamentou todos os ocorridos antes do clássico e prestou condolências as famílias que perderam seus parentes.

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Martine Grael e Kahena Kunze estarão em Tóquio 2020

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As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze garantiram, no último final de semana, a participação na próxima edição dos Jogos Olímpicos. A vaga, em Tóquio, na disputa da classe 49er FX de vela, foi garantida no mundial realizado em Geelong (Austrália).

As brasileiras, que ficaram com o ouro nos Jogos do Rio (2016), carimbaram o passaporte para Tóquio ao terminarem o mundial na 12ª posição.

Além de Martine e Kahena, o final de semana também foi de classificação olímpica para Marco Grael e Gabriel Portilho. Eles defenderão o Brasil na classe 49er ao encerrarem o Mundial de Geelong na 13ª posição.

Edição: Fábio Lisboa

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