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Choro de diretora da Tailândia na Copa feminina “é uma descarga de tensão”

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Nualphan Lamsam, diretora da seleção da Tailândia, chorando
Reprodução

Nualphan Lamsam, diretora da seleção da Tailândia, chorou com gol da sua equipe e comoveu a todos

O choro de Nualphan Lamsam , diretora da seleção da Tailândia, comoveu a todos e já é uma das imagens mais emocionantes da Copa do Mundo feminina , que está sendo realizada na França.

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Lamsam não conteve as lágrimas quando a Tailândia marcou o gol de honra na derrota por 5 a 1 contra a Suécia, o primeiro da equipe na competição.

Para a especialista e coach Amanda Ciaramicoli, da Performa Coaches, a cena emblemática demonstra um acúmulo de tensão e emoção que as partidas carregam para as equipes.

“O choro é a demonstração máxima de emoção. É, de certa forma, o alívio para o que sentimos. Mas o curioso é o choro de alegria não por felicidade, mas sim pela recuperação de algum trauma ou infelicidade que teve de passar para atingir esse momento de satisfação. O que aconteceu com a diretora é que havia muita emoção acumulado, por causa da sequência de derrotas. Ela sabia o quanto esse gol era importante para o elenco, emocionalmente dizendo”, comentou.

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“Chorar é também um mecanismo para aliviar as suas tensões. A concentração do corpo na tarefa de colocar as emoções para fora é efetivo, e o pós choro traz sensação de descarga devido à liberação de hormônios de bem-estar”, completou Amanda.

Em dois jogos no Mundial feminino, a Tailândia ainda não pontuou e sofreu 18 gols. O próximo compromisso do time será contra o Chile, na quinta-feira (20), às 16h, em Rennes.


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Esportes

Martine Grael e Kahena Kunze estarão em Tóquio 2020

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As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze garantiram, no último final de semana, a participação na próxima edição dos Jogos Olímpicos. A vaga, em Tóquio, na disputa da classe 49er FX de vela, foi garantida no mundial realizado em Geelong (Austrália).

As brasileiras, que ficaram com o ouro nos Jogos do Rio (2016), carimbaram o passaporte para Tóquio ao terminarem o mundial na 12ª posição.

Além de Martine e Kahena, o final de semana também foi de classificação olímpica para Marco Grael e Gabriel Portilho. Eles defenderão o Brasil na classe 49er ao encerrarem o Mundial de Geelong na 13ª posição.

Edição: Fábio Lisboa

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