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Chery Tiggo 2 e Arrizo 5 chegam com novas cores e ficam mais caro

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Chery Tiggo 2 e Arrizo 5 são atualizados na linha 2020, com o objetivo de reajustar preços e manter a competitividade

Logo após renovar o Tiggo 7, a Chery atualiza mais dois modelos, estes que concentram maior volume de vendas. São eles o SUV Chery Tiggo 2 e o sedã Arrizo 5. Os destaques para as novidades ficam por conta das duas novas opções de cor, que segundo a marca, levam em conta as preferências dos consumidores:  branco perolizado e o cinza metálico.

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As cores se somam às outras quatro anteriores: branco e preto (sólidas) e marrom e prata (metálicas) para o SUV Chery Tiggo 2 , e branco e preto (sólidas) e azul e prata (metálicas) para o Arrizo. A pintura metálica tem preço sugerido de R$ 1.300, enquanto a perolizada sai por R$ 1.500. Há ainda opção do teto preto, oferecido por R$ 1.500.

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Ficam mais caro

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Sedã Arrizo 5 foi quem mais teve aumento de preços: R$ 2.500 ante os R$ 1.500 do SUV

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Além de chegar para atender a demanda dos clientes, as novas cores também vieram para justificar o aumento nos preços dos carros chineses . O Tiggo 2 agora parte de R$ 63.490 — contra os R$ 61.990 na tabela da linha 2019. A sua oferta segue composta pelas versões Look e ACT, sempre com motor 1.5 de 115 cv e opção de câmbio manual ou automático de 4 marchas. O Chery Arrizo 5 , por sua vez, é oferecido nas versões RX e RXT, sempre com motor 1.5 turbo flex de 150 cv e câmbio automático CVT com 7 marchas virtuais. Neste caso, os preços começam em R$ 73.590, ante os R$ 69.990 cobrados anteriormente.

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O Chery Tiggo 2 vem de série com ar-condicionado, vidros e travas elétricas nas quatro portas, computador de bordo, direção hidráulica e espelhos laterais com ajuste elétrico. Já versão topo de linha Act adiciona bancos de couro e tecido, central multimídia Chery I-Connect com tela de 7 polegadas sensível ao toque com conectividade Apple CarPlay e Android Auto, que pode fazer o pareamento do Waze.

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Na versão topo de linha Act, adiciona teto solar, câmera de ré, volante multifuncional revestido de couro, controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, roda de liga leve de 16 polegadas e ancoragem Isofix para cadeirinhas infantis.

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General Motors confirma o fim da fabricante australiana Holden

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Parceira da General Motors desde a década de 30, Holden encerrará suas operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia até o fim do ano

Em mais um passo no processo de reestruturação global, a General Motors anunciou que fechará a marca Holden na Austrália, Tailândia e Nova Zelândia, encerrando as operações nos países. A GM ainda terá o compromisso de abastecer os mercados com peças e serviços de manutenção até o fim da década.

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Estima-se que 600 funcionários perderão o emprego no encerramento da Holden na Oceania. Em Detroit (EUA), Mary Barra, chefe-executiva da GM Global, afirma que fechar a representante no continente é uma decisão difícil, porém correta. 

Mark Reuss, presidente da GM, complementa a declaração de Barra dizendo que a marca tinha planos de reerguer a Holden, mas continuar atuando em um mercado fragmentado como a Oceania teria custo alto.

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Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, se diz inconformado com a situação. “Estou desapontado, mas não surpreso. Sei que muitos australianos estão irritados neste momento”, disse ele. “Os nossos contribuintes colocaram milhões de dólares nesta companhia multinacional e eles simplesmente encerraram as operações”.

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Aos poucos, a GM está abandonando mercados não-lucrativos para focar em regiões pontuais, como Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Brasil. Em 2017, a fabricante vendeu as marcas Opel e Vauxhall para a Peugeot-Citroën.

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