conecte-se conosco


Entretenimento

Cenas de sexo em “Cinquenta Tons de Cinza” eram entendiante, diz Dakota Johnson

Publicado

A trilogia “Cinquenta Tons de Cinza”
chegou ao fim no início deste ano quando a Universal Studios lançou o último longa-metragem da franquia. No entanto, todas as cenas de sexo que rolaram prometem repercutir por algum tempo. Segundo o site Celebrity Insider
, Dakota Johnson, intérprete de Anastasia Steele, admitiu que as cenas quentes com Jamie Dornan, o impetuoso Christian Grey, se tornaram cansativas com o tempo.

Leia também: “Cinquenta Tons de Liberdade” põe fim à série sem abrir mão dos erros do passado


Dakota Johnson fala sobre as cenas de sexo em
Divulgação

Dakota Johnson fala sobre as cenas de sexo em “Cinquenta Tons de Cinza”

“Filmar dois filmes de uma vez, em que a maioria é a mesma cena, repetidamente, ficou um pouco entediante, tornou-se algo tipo: ‘como é que vamos fazer esta maldita cena de sexo melhor do que as outras?’” desabafou Dakota Johnson
ao tablóide americano.

Leia também: Ciúme e mistério movimentam o primeiro trailer de “Cinquenta Tons de Liberdade”

Em seguida, a atriz hollywoodiana ainda acrescentou a dificuldade de não ser explícita demais: “Há apenas algumas coisas que você pode fazer quando o filme
é classificado como proibido para menores de 18 anos. Foi complicado”.

Leia mais:  Luana Piovani fala sobre celulite e rebate críticas: “Não estou nem aí”

Cinquenta Tons de Cinza: a Mina de Ouro


Dakota Johnson fala sobre as cenas de sexo em
Divulgação

Dakota Johnson fala sobre as cenas de sexo em “Cinquenta Tons de Cinza”

Mesmo não sendo bem recebido pelas críticas, cada filme da franquia “Cinquenta Tons de Cinza” arrecadou mais de US$ 100 milhões nas bilheterias americanas, o que fez dele um sucesso comercial. Fãs da obra de E.L. James seguiram os personagens para o cinema e ainda acharam o romance de Christian Grey e Anastasia Steele fascinante.

Ao Insider
, Johnson comentou que a experiência valeu a pena apesar do desconforto, e ela não se arrepende de ter assumido o papel. A atriz ainda ressalta que a trilogia acabou sendo tão grande quanto deveria ser e que interpretar Anastasia foi um desafio, e ela não tem vergonha disso, sendo eternamente grata porque aprendeu muito sobre resiliência.

Leia também: Sequência de “50 Tons de Cinza” traz mais do mesmo para haters e fãs

Atualmente fora das telonas, Dakota Johnson
 vem chamando a atenção por conta do namoro com o vocalista da banda Coldplay, Chris Martin.

Leia mais:  Inconsolável, Celso Portiolli surge ao prantos após morte de Gugu Liberato

Comentários Facebook
publicidade

Entretenimento

A Voz do Brasil faz 85 anos

Publicado

O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

Leia mais:  Faixa roubada, fraude e troca de farpas: as polêmicas do Miss Bumbum

Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Miss Bumbum 2018 tem barraco, acusações de farsa e 1ª transmulher premiada

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana