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Cauã Reymond como nunca se viu no 1º trailer da série “Ilha de Ferro”

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O primeiro trailer oficial da série
“Ilha de Ferro” foi divulgado nesta quarta-feira (31) pelo  Globoplay
. A produção é exclusiva da plataforma streaming e deve estrear em novembro.

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Reprodução/Youtube

“Ilha de Ferro” vai estrear em novembro na plataforma streaming


A série  “Ilha de Ferro”
conta a história de homens e mulheres que enfrentam muitos desafios para manter a produção da plataforma de petróleo em dia. E quando vão ao continente, reencontram familiares e amigos. O primeiro trailer foca na vontade de Dante (Cauã Reymond) de ser gerente da plataforma, mas seu cobiçado desejo acaba quando chega Júlia (Maria Casadevall), a nova gerente. Confira o primeiro vídeo da produção:

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Os assinantes do Globoplay poderão assistir 12 episódios da produção que foi criada e escrita por Adriana Lunardi e Max Mallmmann. A direção artística ficou por conta de Afonso Poyart. A série conta no seu elenco com grandes atores como Cauã Reymond,  Klebber Toledo, Sophie Charlotte, Osmar Prado e Cássia Kiss.

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Outras detalhes sobre “Ilha de Ferro”



Reprodução/Youtube

“Ilha de Ferro”


A autora da obra revela detalhes do personagem de Cauã Reymond. Para Adriana Lunardi, o personagem Dante é um engenheiro ótimo para a vaga e que conhece todos os cantos da plataforma: “Dante é um engenheiro altamente qualificado, que conhece cada parafuso, cada válvula e cada poço da PLT-137. Ele é o candidato natural à vaga de gerente aberta na plataforma. Respeitadíssimo pelos colegas e subordinados, Dante tem lá seus defeitos. Por trás do competente petroleiro, há um homem sombrio, que parece carregar o peso do mundo nas costas”, disse ela.

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“Ilha de Ferro”
é exclusiva e uma das grandes novidades da plataforma streaming Globoplay. Na plataforma vão ser adicionados novos conteúdos exclusivos, além de séries de sucesso e filmes internacionais. A produção vai estrear em novembro.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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