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Cate Blanchett interpreta advogada anti-feminista em minissérie “Mrs. America”

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A atriz australiana Cate Blanchett, vencedora de dois Oscars, foi escolhida para ser a intérprete da advogada anti-feminista Phyllis Schlafly
em nova minissérie produzida pelo  FX
, intitulada ” Mrs. America
“. As informações foram confirmadas pela Variety
na tarde desta terça-feira (30).


Cate Blanchett vai interpretar a advogada anti-feminista Phyllis Schlafly, em minissérie da FX
Reprodução

Cate Blanchett vai interpretar a advogada anti-feminista Phyllis Schlafly, em minissérie da FX

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A minissérie “Mrs America”, que tem a atriz Cate Blanchett
como parte de seu elenco, ainda não tem previsão de estreia. O que se sabe, no entanto, é que a minissérie criada por Dahvi Waller (“Mad Men”) se passa nos anos 70 e gira em torno do movimento conservador, que levanta uma proposta contrária à do movimento feminista. 

Além disso, a minissérie visa abordar nomes históricos do feminismo, como Shirley Chisholm, Gloria Steinem, Bella Abzug, Jill Ruckelshaus e Betty Friedan,  e o modo como as suas ideologias geraram uma reação controversa da população conservadora da época.

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A atriz australiana – que também será produtora executiva da minissérie – comunicou sobre a sensação voltada ao seu mais recente trabalho: “Eu estou animada para mergulhar nesse material, e sinto que não poderia haver momento mais oportuno para olhar para as muitas camadas desse momento histórico que vamos retratar”.

A história de Phyllis Schafly, que vai ser interpretada por Cate Blanchett


Cate Blanchett vai interpretar a ativista conservadora Phyllis Schafly em
Reprodução

Cate Blanchett vai interpretar a ativista conservadora Phyllis Schafly em “Mrs. America”

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Formada em Direito, a estaduniense Phyllis Schlafly  nasceu em 1924 e morreu em 2016, pouco depois de completar 92 anos. A advogada, escritora e palestrante conquistou conhecimento por causa de seus ideais opostos ao movimento feminista.

Uma vez formada, Phyllis se dedicou a frequentes tentativas de impedir avanços no feminismo, o que tornou seu nome uma grande influência ao conservadorismo americano. Além de fundar o Eagle Forum, atuou como comentarista em canais de comunicação conservadores. Em seus últimos anos de vida, Schlafly agiu em defesa de Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos. 

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A ativista conservadora vai ganhar vida a partir da atuação da australiana Cate Blanchett
. É válido ressaltar que as gravações da minissérie têm início a partir do ano que vem.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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