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Carta sobre fim de Fátima Bernardes e William Bonner emociona apresentadora

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Rafael Magalhães
, escritor e administrador da página “Precisava Escrever”, do Instagram
, publicou uma carta abert parabenizando Fátima Bernardes e William Bonner pela forma como eles confuziram a separação, após 26 anos de união. Eles se separaram em 2016.

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Fã escreve carta aberta sobre separação de Fátima Bernardes e William Bonner
Reprodução/Instagram

Fã escreve carta aberta sobre separação de Fátima Bernardes e William Bonner

Na carta publicada no Instagram, Rafael Magalhães disse que acompanhou a separação de Fátima Bernardes e William Bonner
de longe, ficou com aperto no coração, mas hoje, após dois anos, percebeu que os dois ensinaram que “nunca é tarde para encontrar um novo amor”.

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Nos comentários, Fátima respondeu emociada. “Obrigada pela mensagem, pelo carinho. Fiquei realmente emocionada. Um beijo. E, se atualmente eu não dou mais boa noite, fique com o meu bom dia”, escreveu .

Leia a carta na íntegra:

Carta: “De Rafa para Fátima Bernardes”

“Oi, Fátima! A gente ainda não se conhece. Quer dizer… Tudo bem que trocamos aqueles ‘boa noite’ durante anos, toda vez que eu te respondia enquanto você estava encerrando o Jornal Nacional, mas acho que isso também acontecia com milhares de outras pessoas. Como não se sentir íntimo de alguém que estava na sala de casa todos os dias? Alguém que fazia os meus pais se sentarem religiosamente em frente à TV. Alguém que foi para o Japão e ajudou a trazer o Penta pro Brasil. É por essas e outras que eu sinto um carinho especial por ti. Recentemente vi uma foto sua com o atual namorado e senti vontade de te escrever. Sei lá… A impressão que eu tenho é que o seu sorriso naquela foto serve como uma linda lição. Eu falo isso porque sou um dos que fiquei um tanto assustado quando veio a notícia da sua separação. Não era algo que eu esperava. Eu senti um aperto no peito como se fosse o casamento de alguém muito próximo chegando ao fim. Foi complicado pra mim, que acompanhava tudo de longe, imagino que mais ainda pra você e pra sua família. Mas foi aí que veio a parte mais bonita, o real motivo dessa carta. Quero enaltecer a forma madura e respeitosa que você e o William Bonner conduziram toda a situação. Vocês nos mostraram que grandes histórias também chegam

ao fim, e que um novo amor pode estar nos esperando em um futuro próximo. Vocês provaram que o nosso coração é capaz de guardar pessoas especiais em um cantinho e abrir espaço para que outras possam entrar. Nunca é tarde para recomeçar um novo amor, obrigado por nos ensinar isso. É legal demais te ver sorrindo ao lado dele, assim como também fiquei alegre com a notícia do novo casamento do Bonner. De todas as matérias, reportagens e entrevistas

que vocês já trouxeram pra gente, tenham certeza de que esse exemplo foi o mais marcante. Obrigado por nos fazer continuar acreditando no amor, mesmo que ele se apague e floresça mais a frente, em um novo sorriso. Espero que essa minha carta chegue até você”.

Fátima Bernardes e William Bonner


Fátima Bernardes e William Bonner
Divulgação/TV Globo

Fátima Bernardes e William Bonner

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A separação de Fátima Bernardes e William Bonner
pegou todo mundo de surpresa. O ex-casal anunciou o término do casamento de 26 anos em agosto de 2016.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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