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Carol Trentini sobre carreira musical: “Mais cedo ou mais tarde acontece”

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Na última quinta-feira (14) a supermodelo internacional Carol Trentini, de 31 anos de idade, compareceu ao lançamento da edição de março da revista Le Lis Blanc . Durante sua passagem pelo evento que aconteceu na Oscar Freire, região nobre da cidade de São Paulo, a loira falou ao iG Gente sobre ilustrar a capa da revista , trabalhos e seu futuro na música.

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Carol Trentini fala sobre carreira musical, sensação de ser a conver girl e muito mais
Divulgação / Le Lis Blanc

Carol Trentini fala sobre carreira musical, sensação de ser a conver girl e muito mais

Mesmo após posar para revistas consagradas, como Vogue , e grifes atemporais, segundo Carol Trentini o sentimento de estampar uma capa, apesar de não mudar, continua estimulante: “Sim, é legal poder viver essa personagem… e quando você está na capa você acaba podendo ver o resultado antes. É meu trabalho desde os 15 anos, né… estar na capa é sempre um momento legal”.  

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Em 2018, a supermodelo ganhou espaço nos holofotes ao cantar True Colors , de Cyndi Lauper, no programa “Popstar”, da Rede Globo . Totalmente fora de sua zona de conforto, a artista foi elogiada pelo público e pela crítica da atração.

Sobre planos para produzir um álbum ou EP para atuar nas paradas musicais, a loira não demonstra interesse. “Por enquanto não, isso foi muito fora de tudo que eu já fiz. Talvez eu pense em alguma coisa para registrar esse momento que eu adorei fazer parte e ter essa experiência para mim. Mais cedo ou mais tarde acontece. Foi uma brincadeira, mas foi séria”.

Sobre ter uma carreira na música , Trentini demonstra satisfação com o ramo fashion:  “ Nunca foi meu foco e graças a Deus eu estou bem na minha carreira, estou com o prato bem cheio”, comenta em tom humorado.

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Sobre os planos futuros, Carol Trentini se anima com a agenda lotada: “Tem coisas minhas para sair, tem coisas que eu vou viajar para fazer ainda… também fiz uma campanha de perfume agora, carreira de modelo é muito isso, você tem que viver o momento”.

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Fonte: IG Delas
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Animação para adultos, “Love, Death & Robots” radicaliza conceito seriado

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Revolucionária na forma, é uma animação para adultos antológica, e na estética, os 18 episódios têm entre 5 e 18 minutos, “Love, Death & Robots” é forte candidata a série do ano. Criada por David Fincher, que já colaborara com a Netflix nas séries “House of Cards” e “Mindhunters”, e Tim Miller, o diretor do primeiro “Deadpool”, a produção é um deleite visual e empolgante tematicamente.

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Cenas de Love, Death and Robots
Divulgação

Cenas de Love, Death and Robots

Todos os episódios dessa primeira temporada de “Love Death & Robots” , como entrega o nome, tratam de amor, morte e robôs. Uma comparação válida, ainda que pobre, é com “Black Mirror”, já que muitos dos episódios são chapados, lisérgicos e provocam surtos existenciais e reflexivos.

Há outros em que a viagem filosófica vai além da pertinência contemporânea. É o caso de “Zima Blue”, que flagra uma artista animatrônico – uma espécie de inteligência artificial que revolucionou o mundo das artes – que prepara o seu último grande trabalho. Trata-se de uma avaliação sobre o sentido da vida de tirar o fôlego, ainda que o episódio seja de dez minutos e fundamentalmente narrado em 1ª pessoa. É para se pensar em Kubrick!

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Há, ainda, a sátira política “When the Yogurt Took Over”, que mostra como fica o mundo depois que o Yogurt desenvolve inteligência e sana a dívida pública. Já em “Alternate Histories”, um computador imagina realidades alternativas a partir de seis tipos de mortes diferentes para Hitler. É impagável!

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Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots
Divulgação

Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots

Todos os episódios são dirigidos por diretores diferentes e de diversos cantos do globo, sempre com a supervisão de Tim Miller . A produção radicaliza a maneira de contar histórias seriadas e o faz com indefectível assombro estético.

Há a ficção científica casca-grossa como “Beyond the Aquila Rift”, que tem uma das melhores cenas de sexo da história da animação, e o inusitado drama de ação em que lobisomens são instrumentalizados pelos militares em “Shape-Shifters”.

Todos esses são episódios ressonantes, mas há aqueles que visam o mero entretenimento, ainda que com boas piadas, tramas ou personagens como no tenro “Three Robots”, sobre três robôs em excursão por uma Terra pós-desastre nuclear, ou no esperto “The Dumb”, sobre um sujeito que mora no lixão e recebe a visita da Prefeitura.

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O estilo da animação varia do mais rudimentar 2D ao mais avançado CGI, com direito a Performance Capture.

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“Love, Death & Robots” é um triunfo da Netflix por todos os ângulos que se observe. É uma produção criativamente voraz (a pulga não vai sair da sua cabeça após assistir ao 3º episódio denominado “The Witness”), sutil, elétrica, inteligente, divertida e essencialmente humana em suas divagações.


Love, Death and Robots
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Love, Death and Robots

Fonte: IG Delas
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