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Educação

Carlos Alberto Decotelli pede demissão a Bolsonaro

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Carlos Alberto Decotelli pediu demissão do Ministério da Educação nesta terça-feira (30), cinco dias após ser nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Ele não chegou a tomar posse do cargo — a cerimônia estava prevista para hoje, mas o Planalto informou nesta segunda (29) que o evento foi adiado e não tinha previsão para acontecer.

Conforme apurou a analista da CNN Renata Agostini, o presidente deve aceitar o pedido, mas o ideal seria anunciar a demissão junto do novo sucessor — há uma corrida para uma definição ainda hoje.

Desde o anúncio de que seria o novo titular da pasta, várias partes do currículo do ministro foram desmentidas . A universidade alemã em que dizia ter feito um curso de pós-doutorado negou que ele tivesse qualquer certificado pela instituição. A Universidade de Rosário, na Argentina, na qual ele dizia ter doutorado, veio à público dizer que sua tese não foi aprovada. Também foram encontrados indícios de plágio em sua dissertação de mestrado.

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O presidente Jair Bolsonaro chegou a publicar no Facebook uma nota de apoio à sua indicação na noite de ontem, em que dizia que Decotelli estaria enfrentando “todas as formas de deslegitimação para o ministério”.

Pouco depois, o analista da CNN Fernando Molica revelou que o economista, que se apresentava como professor, nunca teve cargo efetivo na FGV (Fundação Getúlio Vargas), o que teria agravado ainda mais a situação.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que havia um “constrangimento geral” entre aliados do presidente a respeito das inconsistências encontradas no currículo do novo ministro.

Da CNN, em São Paulo

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Educação

Governador manda chamar professores interinos a partir do dia 14

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Prestes ao retorno das aulas na modalidade a distância, o governador Mauro Mendes (DEM) determinou que a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) proceda o chamamento dos professores interior a partir do dia 14 de julho. Os professores passarão por um processo de qualificação e os estudantes iniciam às aulas on-line no dia 3 de agosto.

 

Os professores interinos do Estado já fizeram o processo de contagem de pontos, mas a contratação de cerca de 1,4 mil profissionais foi interrompida por conta da pandemia do novo coronavírus, causador da covid-19.

 

As escolas que não ficaram em greve em 2019 já haviam iniciado o ano letivo de 2020, essas tiveram os interinos recontratados. Mas, as que ficaram em greve não começaram o ano letivo de 2020 e os profissionais não foram contratados. O governo passou a oferecer estudo com base em apostilas, e aula por televisão, somente uma vez por semana e com foco voltado ao Enem.

 

Em mensagem aos professores, o governador disse que um plano está sendo finalizado pela Seduc para retorno das atividades, mas só será colocado em prática depois de ouvir a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e os interessados no tema. Na Assembleia Legislativa uma comissão debate o assunto.

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“O planejamento da Seduc neste momento é reiniciar às aulas, apenas on-line, no dia 3 de agosto. Porque elas poderão ser contabilizadas no calendário escolar deste ano e nós vamos começar a contratar no dia 14 deste mês os professores contratados que poderão compor a grade curricular e a grade necessária para os alunos”, disse.

 

Mauro reforçou que os profissionais irão passar por um processo de qualificação e também os professores efetivos antes do retorno das atividades.

 

O governo ainda não detalhou o plano de retorno das atividades. Aulas on-line já são realidade no setor privado, mas no Brasil todo as escolas públicas ainda estão com dificuldade.

 

A situação em Mato Grosso se agrava já que o estado registra um dos maiores crescimento dos casos de infecção pelo novo coronavírus no Brasil, outro limitador é quanto a internet. O serviço não é ofertado com qualidade na maioria dos municípios do estado.

Por: gazetadigital

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