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Cantora irlandesa Sinéad O’Connor se converte ao islamismo e troca de nome

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A cantora irlandesa Sinéad O’Connor utilizou sua conta do Twitter
nesta tarde de quinta-feira (25) para anunciar uma mudança radical em seu estilo de vida: Além de se converter ao islamismo
, trocou o nome para Shuhada’ Davitt. A cantora ainda compartilhou um vídeo cantando uma música denonimada Azan
, que funciona como um chamado à oração islâmica.


Sinead O'Connor, católica anteriormente, anunciou no Twitter que se tornou muçulmana e, inclusive, trocou de nome
Reprodução/Twitter

Sinead O’Connor, católica anteriormente, anunciou no Twitter que se tornou muçulmana e, inclusive, trocou de nome

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Ao anunciar que de agora em diante seria uma muçulmana, Sinéad O’Connor
demonstrou orgulho em seu perfil do Twitter sobre o rumo que sua vida está tomando: “Isso é para anunciar que estou orgulhosa de ter me tornado mulçumana. Essa é a conclusão natural da jornada de qualquer inteligente teólogo”, publicou na rede social em questão.

Na mesma publicação, a cantora irlandesa chegou a anunciar sua mudança de identidade: “Todo o estudo de escrituras leva ao islamismo. O que faz das outras escrituras redundantes. Eu terei um novo nome que será Shuhada”, escreveu. Antes disso, O’Connor tinha o catolicismo como sua religião.

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Sinéad O’Connor posta vídeo entoando canção muçulmana


Sinead O'Connor compartilhou em suas redes sociais um vídeo em que canta o chamado à hora da oração muçulmana
Reprodução/Twitter

Sinead O’Connor compartilhou em suas redes sociais um vídeo em que canta o chamado à hora da oração muçulmana

Além dos anúncios postados em seu perfil na rede social, a cantora chegou a alterar o nome do perfil para o que viria a ser seu nome atual, Shuhada’ Davitt.

A irlandesa aproveitou para compartilhar também um vídeo em que canta o Azan, conhecido por ser o chamado responsável por anunciar a hora da oração dos mulçumanos. Ao postar o vídeo, Sinéad escreveu: “Aqui está minha primeira tentativa de cantar o Azan
. Pronunciei algumas palavras errado porque fui tomada pela emoção, mas haverá outras centenas de tentativas”. 

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Atualmente com 51 anos, a cantora Sinéad O’Connor
é conhecida principalmente por ser a responsável por faixas como Nothing Compares 2 U e Troy
.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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