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Cantor Eduardo Costa detona ex-mulher que pede reajuste de pensão para a filha

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Em meio à polêmica
relacionada ao pagamento da pensão de sua filha
, Eduardo Costa detona a ex-mulher, Lília Araújo, quando fala sobre o assunto. Em uma live nas redes sociais nesta sexta-feira (26), o cantor desabafou sobre o processo judicial que enfrenta. 

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Cantor Eduardo Costa detona ex-mulher em live na internet
Reprodução

Cantor Eduardo Costa detona ex-mulher em live na internet

Na transmissão ao vivo onde Eduardo Costa detona a ex-mulher
, o cantor disse que a pensão de sua filha é necessária para ela viver bem. “É uma pensão de 10 mil reais para a minha filha e eu pago o plano de saúde que é junto com o meu, dá onze mil ao mês. Ela é uma pessoa desestruturada”.

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Ainda de acordo com o sertanejo, a situação poderia ter sido resolvida sem necessidade de exposição pública e polêmica. Ele também afirma que muitas pessoas o julgaram depois do caso. “Primeiro eu acho que tem coisas que é pra justiça. E muita gente ficou me julgando. E eu quero dizer para as pessoas que eu trabalho pra manter uma empresa funcionando. São mais de cem funcionários. Quando uma pessoa me leva em um programa de TV para expor minha vida pessoal, ela não quer uma coisa boa”.

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O cantor também explicou que a situação pode causar um grande prejuízo em sua carreira e consequentemente em sua filha. “Se minha carreira acaba, a pensão que era dez mil, vai cair para mil e colocar minha filha contra mim”.

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No vídeo onde Eduardo Costa detona a ex-mulher
, ele também fez um apelo dizendo que as pessoas só enxergam um lado. “Eu acho isso mesquinho, nós estamos numa época em que as pessoas não ouvem o outro lado. Quando você faz um filho, eu não fiz sozinho, eu namorei, foi uma filha feita de comum acordo, tem que ser tratada pelos dois, temos obrigação igual”. E completou: “É uma judiação, não comigo, mas com minha filha e com as famílias envolvidas”.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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