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Campeão em 1966, Booby Moore é eleito maior esportista britânico da história

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O zagueiro Bobby Moore ganhou votação popular como a maior personalidade esportiva da história da Inglaterra
Getty Images

O zagueiro Bobby Moore ganhou votação popular como a maior personalidade esportiva da história da Inglaterra

Nesta semana a TV BBC divulgou o resultado da votação para Personalidade Esportiva de Todos os Tempos na Inglaterra. O primeiro lugar ficou com um atleta que não está mais em atividade, mas tem o coração dos torcedores no país, o jogador de futebol Bobby Moore.

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O prêmio deste ano foi criado para celebrar os 65 anos da parceria entre BBC e da revista Radio Times que sempre elegem os melhores esportistas britânicos em cada ano. A votação para a compilação de todos os anos teve a participação de 11 mil pessoas.

O vencedor Bobby Moore era capitão da seleção inglesa, venceu a Copa do Mundo em 1966 e é considerado uma lenda do esporte. Ele recebeu a honraria de Personalidade do Ano assim que levantou a taça Jules Rimet.

“Fico incrivelmente orgulhosa de pensar que, depois de todo esse tempo, ele é muito valorizado. É realmente muito tocante e é de grande conforto para toda a nossa família”, disse a filha de Bobby Moore , Roberta. O ex-zagueiro faleceu em 1993.

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Andy Murray, segundo na votação da BBC, venceu sua primeira medalha de ouro olímpica em 2012
Reuters

Andy Murray, segundo na votação da BBC, venceu sua primeira medalha de ouro olímpica em 2012

O segundo lugar da lista das maiores Personalidades Esportivas de Todos os Tempos de 2018, teve uma surpresa. O tenista Andy Murray ficou na segunda colocação a frente de Lewis Hamilton, pentacampeão da Fórmula 1 neste ano.

O atleta de 31 anos, filho da treinadora de tênis Judy Murray, não conquistou nenhum torneio de expressão neste ano. Em Wimbledon, um dos Grand Slams mais tradicionais da temporada, Murray desistiu nas quartas de final por uma lesão no quadril.

Em 2016 ele ganhou da Ordem do Império Britânico (OBE) o título de “Sir.” e tornou-se o mais jovem britânico a ser condecorado como cavaleiro, tinha 29 anos na época.

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Mesmo assim, Andy Murray tem em seu currículo duas medalhas de ouro em Jogos Olímpicos (Londres 2012 e Rio de Janeiro 2016) e dois troféus de Wimbledon (em 2013 e 2016). No ano em que foi campeão olímpico pela primeira vez também alcançou o topo do ranking da ATP e conquistou o US Open. Ao todo, o tenista possui 45 títulos profissionais e outros 22 vice-campeonatos.

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Terceiro na votação, Lewis Hamilton foi pentacampeão da Fórmula 1 em 2018
Divulgação

Terceiro na votação, Lewis Hamilton foi pentacampeão da Fórmula 1 em 2018

A popularidade de Murray superou o feito de Lewis Hamilton na temporada do automobilismo 2018. O britânico de 33 anos faturou seu quinto título mundial da carreira e bateu diversos recordes, entre eles de pontuação no ano (408 pontos) e estabeleceu a volta mais rápida do Autódromo de Interlagos 1m07s301, superando em 74 décimos de segundo a marca do alemão Sebastian Vettel.

Em quarto lugar ficou Sir. Steve Redgrave, considerado o remador de maior sucesso da Grã-Bretanha. Dono de cinco medalhas olímpicas consecutivas, Stephen escreveu diversos livros e venceu o prêmio de Personalidade do Ano em 2000.

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Confira abaixo o Top 10 das maiores personalidades esportivas da Inglaterra segundo a votação da TV BBC.

  1. Bobby Moore – Futebol
  2. Andy Murray – Tênis
  3. Lewis Hamilton – Fórmula 1
  4. Steve Redgrave – Canoagem
  5. Chris Hoy – Ciclismo
  6. Mo Farah – Atletismo
  7. Daley Thompson – Decatlo
  8. David Backham – Futebol
  9. Torvill e Dean – Patinação no Gelo
  10. Paul Gascoigne – Futebol

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CSA aguenta pressão, surpreende e vence o Fluminense no Maracanã

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Lance

CSA surpreendeu o Fluminense no Maracanã arrow-options
Celso Pupo / Fotoarena / Agência O Globo

CSA surpreendeu o Fluminense no Maracanã

No duelo na parte de baixo da tabela do Brasileirão , o Fluminense foi surpreendido pelo CSA e voltou para a zona de rebaixamento. O time alagoano conseguiu segurar o Tricolor e fez 1 a 0, na tarde deste domingo, no Maracanã. Com a derrota, o Flu foi ultrapassado pelo Cruzeiro e, agora, é o 17º colocado, com 12 pontos. Já o CSA é o 18º, agora com 11 pontos.

O Fluminense só volta a campo pelo Brasileiro no dia 2 setembro, contra o Avaí, em casa, devido ao jogo contra o Palmeiras ter sido adiado. Antes disso, o Flu encara o Corinthians, nesta quinta-feira, pela Copa Sul-Americana. Já o CSA recebe o Cruzeiro no próximo domingo.

Bom começo do Flu

Desde o início da partida, o Fluminense mostrou que iria em busca da vitória. Comandado por Ganso, que teve boa atuação e foi o principal criador de jogadas do Tricolor, a equipe de Fernando Diniz dominou as ações do jogo. E o time até tocava bem a bola e pressionava o time do CSA, mas faltou qualidade nas finalizações. Enquanto João Pedro e Marcos Paulo estiveram um pouco apagados, as infiltrações de Yony e Allan, os bons cruzamentos de Igor Julião, além das bolas enfiadas por Ganso, foram as principais alternativas do Flu no primeiro tempo. 

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Yony tenta, mas falta precisão

Artilheiro do Fluminense na temporada (empatado com Luciano, que foi para o Grêmio) e principal jogador da equipe no momento, Yony teve as principais chances do Tricolor no primeiro tempo. E não foram poucas. Foram cinco finalizações apenas na primeira etapa, mas o colombiano não estava nos seus melhores dias. Daniel, vaiado pela própria torcida em boa parte do tempo em que esteve em campo, também quase marcou com um chute de fora da área.

Flu volta melhor

Após ir para o intervalo com 14 finalizações contra apenas 4 do CSA, o roteiro do segundo tempo não foi muito diferente. Enquanto o time alagoano se postava na frente da área e apostava nos contra-ataques, o Tricolor tocava a bola tentando uma infiltração. Mas, contra uma parede de jogadores de azul na sua frente, o Flu tentou alguns chutes de fora da área, com Allan, Ganso e Wellington Nem, que entrou bem no time no time. Ainda aos 15 minutos, Brenner mandou uma bola no travessão, após bom passe de Marcos Paulo.

CSA é mortal

Se a estratégia do CSA era ficar recuado atrás e apostar nos contra-ataques, execução foi perfeita. Até os 33 minutos do segundo tempo, o time tinha apenas 4 finalizações no jogo. Mas, na quinta, foi certeiro. Num contra-ataque puxado por Ricardo Bueno, o atacante lançou para Jean Cléber, que ajeitou para Jonatan Gomez finalizar no canto, sem chances para o goleiro Muriel.

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No início da jogada, o time do Fluminense ficou na bronca por um pênalti não marcado sobre Ganso, mas o árbitro ignorou as reclamações. Depois, até o apito final o time alagoano foi muito pressionado, mas, enquanto era muito vaiado pela torcida, o Fluminense não conseguiu descontar o placar.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 0 X 1 CSA

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data: 18 de agosto, às 16h
Árbitro: Wagner Reway (PB) 
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis e Neuza Ines Back (ambos de SP)
Árbitro de vídeo: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG)
Gramado: Bom.
Público/Renda: 22.963 pagantes/R$ 709.425,00
Cartão amarelo: Yuri (FLU), Jonatan Gomez e Dawhan (CSA)
Cartão vermelho:

GOL : Jonatan Gomez, 33’/2ºT (0-1)

FLUMINENSE : Muriel; Igor Julião (Miguel, 37’/2ºT), Nino, Yuri, Caio Henrique; Allan, Ganso, Daniel (Brenner, 15’/2ºT); Yoni González, João Pedro (Wellington Nem, Intervalo), Marcos Paulo. Técnico: Fernando Diniz.

CSA: Jordi; Apodi (Jean Cléber, 25’/2ºT), Alan Costa, Luciano Castán, Carlinhos; Dawhan, João Vítor, Naldo, Jonatan Gomez; Maranhão (Bustamante, 32’/2ºT) e Alecsandro (Ricardo Bueno, 11’/2ºT). Técnico: Argel Fucks.

Fonte: IG Esportes
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