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Campeão do Mundo é demitido após participar de luta livre ao lado de Miss França

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Rami durante luta livre na lama arrow-options
Reprodução / Fort Boyard

Rami durante luta livre na lama

Adil Rami, campeão da Copa do Mundo pela seleção francesa em 2018, foi demitido pelo Olympique de Marselha após faltar em treino para participar de uma luta livre em uma espécie de lama em um programa de TV.

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De acordo com o “L’Equipe”, Rami mentiu para a comissão técnica do clube francês para participar da gravação do programa “Fort Boyard” ao lado da modelo e Miss França de 2018, Maéva Coucke.

Dois dias antes da luta livre na lama , o zagueiro deixou a partida do Olympique de Marselha contra o Toulouse por conta de uma lesão. O episódio foi considerado uma falta grave, e o clube rescindiu o contrato com Rami.

Confira aqui como foi a luta de Rami:


Fonte: IG Esportes
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Coluna – O Dia da Consciência Rubro-Negra

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A contagem regressiva está em andamento. Nesse dia de celebração dos 50 anos do milésimo gol de Pelé, o torcedor do Flamengo está de olho no fim de um jejum de 38 anos sem disputar a final da Copa Libertadores, e de outro, de dez anos sem a conquista de um campeonato brasileiro. Não é pouco, muito menos se levarmos em consideração que os dois jejuns podem acabar no próximo fim de semana.

Mas é hora, também, de lembrarmos de como o Flamengo e sua torcida chegaram a essa situação. Não foi de janeiro para cá, quando a atual administração tomou posse. Na verdade, temos de voltar no tempo, ao dia 02 de janeiro de 2013, quando Eduardo Bandeira de Mello assumiu a presidência, decretando que as prioridades seriam a organização administrativa do clube, o pagamento de dívidas e a “limpeza” do nome na praça, deixando de lado a sede de títulos, pelo bem do futuro da instituição.

Foi o Dia da Consciência Rubro-Negra.

E o preço não foi barato. É verdade que logo no primeiro ano a nova administração festejou uma Copa do Brasil. Que não estava nos planos. Mas que acabou sendo o principal título até o fim do segundo mandato, em 2018. Além dela, vieram dois campeonatos estaduais e três vice-campeonatos importantes – na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana de 2017 e no Campeonato Brasileiro de 2018. Como gostavam de dizer os torcedores rivais, ficou “no cheirinho”. Mas já era a sinalização de que tempos melhores viriam.

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E chegamos a 2019, manchado pelo incêndio no Ninho do Urubu, com dez vítimas fatais. Nos campos, porém, os resultados comprovam o acerto da decisão lá de 2013 e recompensam o sacrifício de quem entrou para a história do clube, se não como grande campeão, mas como um dos melhores administradores. Com erros, é claro, como todos os outros, mas que não pode ser esquecido.

O caminho do Flamengo está sedimentado. Para se confirmar como um dos, se não o principal, clube do país. Ainda distante dos europeus, mas num patamar acima da grande maioria dos clubes brasileiros e sul-americanos. Se os títulos virão, é outra questão, pois o que acontece dentro de campo foge da capacidade dos dirigentes.

De certo que o clube vai se fortalecer. Vai faturar, encher o cofre. Que tal pensar nos garotos que tiveram a vida interrompida no dia 8 de fevereiro? Que tal botar a mão na consciência e fechar o ano com uma chave, não de ouro, mas rubro-negra?

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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