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Campeã mundial de vôlei pela Itália, Sara Anzanello morre aos 38 anos

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A central Sara Anzanello
, campeã mundial de vôlei pela Itália em 2002, na Alemanha, e uma das principais atletas da seleção italiana, morreu nesta quinta-feira, aos 38 anos, após uma longa batalha contra uma hepatite.

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A central Sara Anzanello, campeã mundial de vôlei pela Itália em 2002, na Alemanha, morreu nesta quinta
Divulgação/Ansa

A central Sara Anzanello, campeã mundial de vôlei pela Itália em 2002, na Alemanha, morreu nesta quinta

Anzanello, campeã mundial de vôlei pela Itália
, era uma das atletas da modalidade feminina da península mais vencedoras dos últimos 20 anos, tendo conquistado na carreira três Copas da Itália, duas Supercopas, duas Copas do Mundo e o principal título, o Mundial.

A atleta, que é natural da cidade de San Donà di Piave, na região do Vêneto, estava lutando desde 2013 contra uma hepatite.

Neste mesmo ano, quando defendia o Azerrail Baku, do Azerbaijão, passou por um transplante de fígado. A experiência fez com que Anzanello tornasse uma pessoa engajada em campanhas a favor da doação de órgãos.

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Após o transplante, ela se aposentou e passou a trabalhar como dirigente do Club Italia, um projeto criado pela Federação Italiana de Voleibol (Federvolley) para descobrir novos talentos. Na temporada seguinte, em 2015, voltou às quadras para encerrar em definitivo a carreira pelo Novara, mesmo clube que a revelou.

Pela seleção italiana, Anzanello atuou de 1998 a 2012, conquistando três títulos. A jogadora vestiu a camisa da Azzurra em quase 280 jogos.

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“Recebi com profunda tristeza a morte da campeã de voleibol Sara Anzanello, ela nos deixou cedo demais. Eu a conhecia pessoalmente há muitos anos e a admirava pelos resultados que alcançou no esporte e, nos últimos tempos, pela coragem com que lutou contra a doença”, falou Giancarlo Giorgetti, subsecretário da presidência do Conselho, responsável pelo esporte, sobre a morte da campeã mundial de vôlei pela Itália
.

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Apresentado, Rogério Ceni cita Zico e promete Flamengo ofensivo

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Apresentado à torcida e à imprensa como técnico do Flamengo, Rogério Ceni prometeu um time agressivo, “com o máximo de atacantes possível”. Na entrevista coletiva que concedeu nesta terça-feira (10) à tarde, pouco antes de comandar a primeira atividade no Ninho do Urubu, o treinador enalteceu o elenco que terá à disposição para trabalhar.

“O que importa é que os atletas se sintam à vontade. A longo prazo, temos que seguir o estilo do Flamengo, que é de um time ofensivo, que marca à frente e gosta da posse de bola. Se tenho bons jogadores em uma mesma posição, tenho de encontrar um jeito de colocá-los para jogar. O problema é que aqui tem muitos bons em várias posições, então alguém acaba ficando fora. Você pode usar o [Giorgian De] Arrascaeta e o Everton [Ribeiro] pelos lados. Pode usar Bruno [Henrique], Gabriel [Barbosa, o Gabigol] na frente. Ainda tem Vitinho, Pedro, Pedro Rocha, Michael. Essa [ataque] é a área que mais gosto de mexer, pois libera a criatividade. Além de um meio-campo que tem Gerson, [Thiago] Maia, [William] Arão e outros tantos jovens da base”, descreveu Ceni.

O técnico Rogério Ceni visita as instalações do Ninho do Urubu, Centro de Treinamento do Flamengo.

Se no ataque sobram opções, a defesa tem sido uma dor de cabeça no Flamengo. O time carioca sofreu 29 gols em 20 partidas pela Série A do Campeonato Brasileiro – oito apenas nas duas últimas partidas do torneio, nas derrotas por 4 a 1 para o São Paulo e 4 a 0 para o Atlético-MG. Somente o Goiás, que é o último colocado, foi mais vazado que o Rubro-Negro, que ocupa o terceiro lugar.

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“Só amanhã [quarta-feira, dia 11] é que vamos poder responder, mas acho que erro defensivo é fruto de [erros de] sistema de jogo. A crítica existe a um determinado jogador ou outro, principalmente zagueiros, goleiros, enfim. Quando se tem um número elevado de gols sofridos, temos que tentar ajustar, com a colaboração de todos. Aqui a gente vem para gerar ideias e colocar situações para os atletas. São eles que vão resolver dentro de campo”, avaliou o técnico, já projetando a possível estreia no comando do Rubro-Negro, diante do São Paulo, às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Ceni é o substituto do catalão Domènec Torrent, demitido após a goleada sofrida para o Atlético-MG no último domingo (8). O ex-goleiro deixou o comando do Fortaleza após cerca de três temporadas no clube – com uma rápida passagem pelo Cruzeiro no período. Pelo Leão do Pici, foi bicampeão cearense e conquistou os títulos da Copa do Nordeste e da Série B do Brasileirão, com 60% de aproveitamento em 153 jogos.

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“Primeiro, sou muito agradecido ao Fortaleza. Eu sei que o torcedor fica triste e eu, logicamente, deixo parte do meu coração em Fortaleza. Mas acho que ele compreende o tamanho do desafio. Um convite do Flamengo, no momento que o Flamengo vive, é difícil de recusar”, disse o treinador, que revelou ter contatado o ex-jogador Zico, maior ídolo rubro-negro, antes de assumir o cargo.

“Esse é meu 30º ano trabalhando com futebol. Já enfrentei muitas vezes o Flamengo. Vi Maracanã com casa cheia, vi Zico, Júnior, e tantos craques da história do Flamengo. Até mandei uma mensagem ao Zico antes de chegar aqui, se ele me permitia a entrada. É um cara por quem tenho um fanatismo grande, talvez pela relação com as faltas. É um ícone do futebol brasileiro, um cara único. Ele me respondeu do Japão. Então, eu me sinto com permissão de sentar nessa cadeira”, declarou Ceni, que assinou contrato até dezembro do ano que vem.

Confira a classificação da Série A do Campeonato Brasileiro aqui.

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