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Camilla Camargo retorna ao teatro e não descarta carreira musical: “Quem sabe?”

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“Ainda não caiu a ficha”. É com esta frase, com a voz um tanto cerrada, que Camilla Camargo começa a entrevista sobre a estreia da peça “Divórcio”, que terá sua primeira sessão neste sábado (12) no Teatro Folha, em São Paulo.

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Camilla Camargo
Divulgação

Camilla Camargo

Animada para a estreia, Camilla Camargo não se deixa abater pelos contratempos e mesmo com a voz debilitada, ela comenta a expectativa para retornar aos palcos: “Quem me conhece sabe que eu não fico muito tempo afastada do teatro ”. Em seguida esclarece o por que da voraz paixão: “Na minha opinião, o teatro traz uma renovação de energia enorme”.

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Sobre a preparação para a peça dirigida por Otávio Martins, ela brinca: “foi tão rápido que nem parece que vai estrear agora. Ainda não caiu a ficha”.


Camilla Camargo
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Camilla Camargo

Camilla Camargo em “Divórcio”

Apesar de estar em sua segunda montagem, esta será a primeira vez que a peça de Franz Keppler terá uma Camargo no elenco. O mote da obra gira em torno de um casal de advogados que após seu próprio divórcio se encontra no tribunal, só que agora defendendo clientes icônicos, o jogador de futebol Cacau (Alex Gruli) e a musa fitness Gina (Camilla).

Praticamente avessa a sua personagem, Camilla não vê nada de si mesma em Gina. Muito pelo contrário. “Ela é muito diferente de mim, ela tem outra energia e vê as coisas de outra forma. Além disso, ela está se divorciando, eu acabei de casar. É quase meu oposto”.

No entanto, é justamente as diferenças entre Gina e Camilla que, segundo a atriz, torna tudo mais gostoso. O fato de não possuírem nada em comum faz com que o público confira uma personagem legítima e, para a artista, sair da zona de conforto é o melhor desafio. (continua no último destaque).

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Nomade Orquestra
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Nomade Orquestra

Música ao vivo (e de graça) na Paulista

Entre 25 de janeiro e 03 de fevereiro, a Avenida Paulista, mais especificamente nas dependências do prédio da Fiesp, abrigará a 13ª edição do FestivAlma, que este ano chega com o tema “Brasil do Surfe”.

Destaques da programação, quatro shows gratuitos esperam parar o coração da cidade e esquentar o verão dos paulistanos. No dia 25 a Nomade Orquestra abre o festival; No dia 27 é a Big Band Bixiga 70 que vai mostrar seu som. A programação completa pode ser conferida no site oficial do evento.


Camilla Camargo
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Camilla Camargo

Super Bowl nos cinemas

Conhecido mundialmente, o Super Bowl atrai fãs do esporte e admiradores da cultura pop. O tradicional evento além de ser uma final esportiva traz consigo grandes shows em seu intervalo. Este ano, no dia 3 de fevereiro, a rede Cinemark vai transmitir o evento ao vivo. Prevista para começar 21h00, a atração terá a banda Maroon 5 no show do intervalo.

“Star Wars” ganha nova temporada


Camilla Camargo
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Camilla Camargo

A franquia “Star Wars” atravessa gerações e conquista público por onde passa. Recentemente sua versão animada “Star Wars Resistance” teve sua segunda temporada confirmada pela Disney Channel. A estreia ainda não têm data exata, mas deve acontecer em meados do segundo semestre de 2019. Para aquecer a ansiedade dos fãs, o canal divulgou um trailer do que está por vir.

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Para quem nunca assistiu, o desenho conta a estória de Kaz Xiono, um jovem piloto recrutado pela resistência para a missão ultrassecreta de espionar a crescente ameaça da Primeira Ordem. Enquanto a segunda season não chega à emissora, o público pode rever a primeira temporada a partir deste domingo (13), às 21h30, no Disney XD .


Camilla Camargo
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Camilla Camargo

+ Camilla Camargo

Fora dos palcos, Camilla faz parte de um dos clãs mais famosos do Brasil. Filha de Zezé Di Camargo e irmã de Wanessa, ela cresceu envolta da fama e lida com isso de maneira simples e natural.

“Eu não nasci com meu pai já famoso, mas eu acompanhei o sucesso dele quando era muito nova. Então você aprende a lidar com esse ambiente. Às vezes as pessoas têm um olhar diferente sobre você. Há até quem pergunte: ‘como é ser filha de famosos’, mas é difícil responder isso quando é algo tão natural”.

Vinda de uma família de músicos, Camilla é o ponto fora da curva, a ovelha negra da família. Sobre um dia se jogar no universo musical, ela não descarta a possibilidade.

“As pessoas me pedem muito, principalmente para cantar com a minha irmã, mas eu sempre falo que eu sou uma atriz que canta, não uma cantora. Sinto uma certa vergonha de cantar, mas quem sabe?”.


Camilla Camargo
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Camilla Camargo

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Com estreia marcada para este sábado (12) Camilla Camargo adianta que tem alguns projetos novos orbitando, mas que neste primeiro semestre do ano pretende se dedicar apenas à peça: “vou focar 100% neste trabalho. Eu tenho até uma peça com a Nany People e gostaria de retomá-la mais para frente”. Com uma tosse amenizada, a artista se despediu.

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O ronco, racismo reverso, e o pouco que o “BBB” mudou até hoje

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O “BBB” começou nesta semana sua 19ª edição. Desde 2000 anônimos de todo o Brasil se inscrevem no reality show aspirando de fama a sucesso profissional, e no caminho mostram quem são ao ficar confinados numa casa cheia de câmeras acompanhando seus movimentos.


Tereza fala sobre
Reprodução/Globo

Tereza fala sobre “racismo” com mulheres brancas e mostra como tema evoluiu pouco entre participantes

Mas, ao longo desses 19 anos nem sempre as edições foram um reflexo da população brasileira. Pelo contrário, a população negra, por exemplo, sempre foi relegada ao papel de coadjuvante nesse tempo, sendo uma minoria nas edições. Para se ter uma ideia, somente na 15ª edição do “ BBB ” houve um aumento no número de negros, que somaram quatro pessoas, entre 13 integrantes da casa.

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O que antes parecia ser uma “cota” vem mudando ao longo das edições, e o reflexo disso são debates mais aprofundados e embasados. Isso não significa que os participantes não tenham demonstrado racismo, o que ainda é recorrente a cada edição. Munik Nunes, vencedora da edição de 2016, chegou a comentar durante o confinamento que a colega Geralda parecia a “nêga” do BBB por fazer todo o trabalho doméstico.

Em 2014 o participante Cássio chegou a dizer, em tom de brincadeira, que era acusado de assassinato por ter “atravessado uma afrodescendente” durante uma relação sexual. Essas atitudes na maioria das vezes passaram ilesas, justamente por conta da falta de representatividade, que impedia que essas falas fossem contestadas e apontadas como racistas.

Em 2018, a situação não melhorou muito. Apenas três participantes eram negros e uma delas, Nayara, saiu com o maior índice de rejeição da história do reality. Apesar de não estar entre as mais “queridas” da edição, nenhum comportamento da sister justificava uma rejeição tão alta: ela não fez barraco com ninguém, não xingou nem desrespeitou ninguém, muito menos teve algum comportamento que a tornasse uma “vilã”.

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O próprio Cássio, que na época de sua declaração criminosa chegou a ser investigado, saiu com apenas 62% dos votos, enquanto Nayara superou os 90% em um paredão triplo.

O racismo e a nova edição do “BBB”


Rodrigo foi alvo de reunião para debater seu ronco e participantes e espectadores veem racismo
Reprodução/Globo

Rodrigo foi alvo de reunião para debater seu ronco e participantes e espectadores veem racismo

Com uma edição novinha em folha há quatro dias no ar, o racismo voltou a ser pauta, dessa vez sendo contestado. Um comentário da participante Tereza, que pouco antes tinha ganhado o carinho do público por conta de seu desempenho em uma prova de resistência, gerou comentários dentro e fora da casa. Ela chegou a dizer que mulheres brancas também sofrem racismo e, mesmo depois de mudar a designação “racismo”, manteve seu comentário original, sendo apoiada por Isabella. Gabriela e Rízia, com muita paciência, explicaram que o que elas sofrem não é racismo e que o preconceito racial é muito mais complexo e histórico.

O dilema coloca em prática, mais uma vez, pequenas atitudes que os negros combatem diariamente em suas vidas, e acabam revivendo na “casa mais vigiada do Brasil”.

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Ao longo das últimas edições, nessas conversas, o lugar de fala negro no reality tem sido mais expressivo. Tanto Nayara como Viegas, outro participante do “BBB 18”, participavam do movimento negro e puderam colaborar para o fortalecimento do debate na edição. Ainda assim Gleici, vencedora em 2018, sofreu diversos ataques racistas, com um perfil no Twitter chamando-a de “macaca” e tentando eliminá-la do reality.

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Em 2019, mesmo com o esforço de Gabriela e Rízia outra confusão tem levantado a questão racial: o ronco. O participante Rodrigo, negro, tem sido criticado por conta de seu alto ronco e a mesma Isabella reuniu todos para tentar encontrar uma solução, já que estava difícil de dormir. O problema, que outros participantes apontaram posteriormente, é que Gustavo, branco, também roncava. Alguns integrantes na casa apontaram racismo no desconforto de Isabella, e o próprio Rodrigo se mostrou desconfortável com a situação, apesar de preferir não apontar racismo pois estaria “prejulgando” as pessoas.

Um pode argumentar que o “Big Brother” não é um “palanque”, mas o programa é, de certa forma, um experimento social, e não cumprirá sua função adequadamente se não permitir e principalmente ampliar o debate social no Brasil. Essas pessoas tem muito tempo ocioso e passam o dia conversando sobre os mais diversos assuntos. Por que não falar sobre as dores e alegrias de suas vidas? Como consequência, eles têm a oportunidade de conhecer mundos muito distantes dos seus próprios, e é essa troca que os enriquece e permite a convivência entre eles.  

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O “ BBB ” existe até hoje por que temos curiosidade em acompanhar o comportamento das pessoas. Mas nós mudamos e a maneira como vemos televisão também. Sendo assim, debates que ficavam em segundo plano começam a tomar a frente, e os realitys, assim como a programação, tem que achar uma forma de acompanhar.

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