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Camila Queiroz relembra pedido de namoro: “me tirou do fogão e falou vem cá”

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Com grande emoção, Camila Queiroz relembra o dia em que foi pedida em namoro por Kleber Toledo
. O remember do momento especial aconteceu junto com Matheus Mazzafera e  Alessandra Ambrosio
, que animaram a tarde do “Vídeo Show” nesta quarta-feira (24).

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Camila Queiroz relembra pedido de namoro de Kleber Toledo
Reprodução/TV Globo

Camila Queiroz relembra pedido de namoro de Kleber Toledo

Os três divertiram o programa com a brincadeira “Eu Nunca”, onde os participantes bebem uma bebida quando afirmam que já passaram por situações questionadas. Na atração  Camila Queiroz relembra
o dia emocionante que firmou seu relacionamento com o ator Kleber Toledo.

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“Ele me pediu em namoro na cozinha, na casa dele. Era um domingo à noite. Eu estava fritando frango, ele me tirou do fogão e falou: ‘vem cá’”, conta a atriz. Ela ainda completou dizendo que o marido é muito bom com seus dotes culinários. “Mas o Kleber cozinha muito melhor que eu. Ele lava a louça, a gente faz faxina, faz tudo. Faço uma faxina maravilhosa”, afirmou.

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Já Alessandra Ambrosio, que trabalhou junto com Camila em “Verdades Secretas”, contou durante a brincadeira que já foi expulsa da balada e já deu ataque de ciúme. “Nossa Senhora. Até saiu no jornal lá de Nova York”, afirmou a modelo.


Camila Queiroz relembra inicio de relacionamento com o ator Kleber Toledo
Reprodução/TV Globo

Camila Queiroz relembra inicio de relacionamento com o ator Kleber Toledo

Já Camila afirmou que atualmente está tranquila em relação aos ciúmes. “Quando eu era mais nova era muito mais ciumenta do que sou hoje em dia”. A atriz ainda garantiu que não tem o costume de mexer no celular do marido. “A partir do momento que você começa a mexer, você não está segura e não confia mais”, declarou ela.

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O casamento de Kleber e a atriz aconteceu em agosto deste ano, Camila Queiroz relembra
e guarda com carinho a cerimônia que aconteceu em um hotel de luxo de Jericoacoara, no Ceará. A festa dos pombinhos contou com a presentça de famosos como Flávia Alessandra, Cássia Kis, Luan Santana, Gabriela Pugliesi, entre outros.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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