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Política

Câmara rejeita pedido de abertura de comissão processante contra Emanuel Pinheiro

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Os vereadores de Cuiabá, na Sessão Ordinária desta quinta-feira (01/11), além de aprovarem sete projetos de lei, votaram pela rejeição do pedido de instalação de uma comissão processante requerida pelo vereador Abílio Júnior (PSC).&nbsp
A comissão processante se aprovada teria por objetivo investigar denúncias quanto à prática de infrações político administrativas previstas no Decreto Lei Federal 201/67,&nbsp em tese cometidas pelo Prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), e que poderia culminar na cassação do seu mandato.
Votos de 15 vereadores rejeitaram o pedido três optaram pela abstenção – Ricardo Saad (PSDB) Toninho de Souza (DEM) e Wilson Kero-kero (PSL) – um – Gilberto Figueiredo (PSB) – não compareceu à Sessão e 4 – Diego Guimarães (PP) Dilemário Alencar (PROS) e Felipe Wellaton (PV) – foram votos vencidos. O propositor, Abílio e o Presidente Justino Malheiros (PV) não votaram por força regimental.
Para fazer o pedido, o vereador Abílio Júnior leu um relatório produzido por uma Comissão Parlamentar de Inquérito que ele presidiu e investigou a gestão municipal na área da saúde. Porém, outros dois membros da CPI, vereadores Ricardo Saad (PSDB), que atuou como relator e Dr. Xavier (PTC), foram contrários à sugestão do Presidente.
O líder do Prefeito, vereador Luís Cláudio (PP), fez apelo aos demais pares para que rejeitassem o pedido em função da gestão na saúde ser tripartite, cabendo ações das esferas municipal, estadual e federal, além do que, em Cuiabá 70% dos atendimentos são pacientes de cidades do interior do estado.
Apesar do vereador Abílio ter elencado fatos que julgou serem suficientes para resultar na cassação do Prefeito, sua argumentação não teve força para convencer a maioria.

SECOM – CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ
ASSESSORIA DE IMPRENSA

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Secretário vê risco em reabrir escolas e afirma que neta estudante foi infectada

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Andhressa Barboza/ rdnews

O retorno das aulas presenciais em Mato Grosso não deve ocorrer em breve. Com risco alto de contaminação pela Covid-19, as escolas são locais críticos para espalhar o vírus e preocupa autoridades como o secretário chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Ele relata ter visto toda sua família ser infectada após sua neta de apenas 4 anos, que estava frequentando a escola, ficar doente e acabar contaminado parentes próximos.

Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada

Chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho

Ele contou o caso, que é recente, após ser questionado sobre um Projeto de Lei que tramita na Assembleia que prevê a inclusão das instituições de ensino públicas e privadas na lista de serviços essenciais.

“Eu tenho muita dúvida com relação a isso. Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada. Então, tenho muita dúvida com relação ao retorno das aulas”, alertou.

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Na última semana, o governador Mauro Mendes (DEM) sinalizou que não deve sancionar o projeto que já passou em primeira votação pela AL. Ele também alertou, sem citar o caso de Carvalho, que crianças podem ser infectadas e contaminar parentes.

“Você pega uma escola estadual como a presidente Médici, tem 2 ou 3 mil alunos uma escola dessa. Como vamos fazer? Temos que avaliar cientificamente e eu não gostaria de dar a minha opinião, até pelo que aconteceu com a minha família, mas é uma situação que vamos avaliar com muito carinho”, ponderou Mauro Carvalho.

Em relação ao PL, o secretário preferiu não ser direto em defender uma postura contrária. Mas quis deixar evidente o risco de abrir escolas em um momento crítico para a saúde pública que está em colapso há mais de um mês. Já são mais de 8,4 mil mortos pela doença no Estado e, diariamente, a fila de espera de pessoas graves que aguardam vaga em UTI passa de 100 pessoas.

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“Eu não conversei com o governador sobre essa situação (do PL), mas isso merece um estudo bem aprofundado para que a gente não cometa nenhum ato que vá prejudicar as pessoas. Os critérios precisam ser pensados com muito equilíbrio”, concluiu.

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