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Política

Câmara Municipal de Cuiabá abre inscrições para Coral

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A Câmara Municipal de Cuiabá está com as inscrições abertas para formação de um Coral. A intenção é promover a interação dos servidores do Legislativo e aproximar a comunidade da Casa de Leis, uma vez que a população também poderá participar.
“Queremos aproximar ainda mais, não só os servidores, como a comunidade da Câmara para que tenham uma atividade como o Coral para um momento de aprendizado e, porque não, de descontração para convivência para servidores de diferentes cargos e da população cuiabana em si”, reforçou Emanuelle Carlgaro, Diretora de Cultura, Resgate Histórico e Eventos do Parlamento Municipal.
INSCRIÇÃO – As inscrições foram abertas nesta segunda-feira (20.05) e vão até o dia 20 de junho. Os interessados poderão se cadastrar gratuitamente de segunda a sexta-feira das 8h as 13h30, no setor de Cultura, Resgate Histórico e Eventos do Parlamento Municipal.
De acordo com a diretora, a intenção também é criar um coral infantil. “A nossa ideia é, posteriormente, abrir inscrições para crianças também. É bom destacar que a comunidade também pode participar, queremos essa interação. Então, estamos fazendo esse chamamento público para que a comunidade venha até a Câmara, para que nós possamos colocar em atividade esse coral”, complementa Emanuelle.
Os inscritos terão aula de canto ministrada por um profissional especializado e farão apresentações periódicas. “Esta também é uma forma incentivar a cultura e garantir ainda mais a participação da população cuiabana”, disse o presidente do Legislativo, vereador Misael Galvão (PSB).

Kamila Arruda | Câmara Municipal de Cuiabá

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Política

Disputa no PSL não prejudicará votação da Previdência, diz Mourão

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O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse hoje (21) que a disputa interna no PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, não deve prejudicar a votação da proposta de reforma da Previdência. O texto da reforma deve ser votado amanhã (22) no plenário do Senado, em segundo turno. Para que seja aprovado e siga para promulgação, o projeto precisa alcançar o mínimo de 49 votos favoráveis.

De acordo com Mourão, os parlamentares da legenda no Senado estão blindados em relação à disputa na Câmara dos Deputados. “Acho que não [atrapalha]. A votação de maior interesse é amanhã, a da Previdência, e o Senado parece que não foi contaminado ainda pela disputa no PSL. Acho que amanhã nós vencemos isso e espero que, daqui para o final da semana, o PSL se reorganize e chegue a um acordo”, disse Mourão a jornalistas.

Na semana passada, disputas em torno do cargo de líder do partido na Câmara evidenciaram divergências envolvendo apoiadores do presidente da legenda, deputado Luciano Bivar (PE), e do presidente Jair Bolsonaro.

Nesta segunda-feira, em novo capítulo da disputa, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) conseguiu assumir a liderança da legenda na Câmara. A troca de comando no PSL ocorreu após Eduardo apresentar uma nova lista com assinaturas de deputados em seu apoio. A ala bolsonarista conseguiu reunir 28 assinaturas consideradas válidas para tirar do posto o antigo líder, o deputado Delegado Waldir (GO).

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Vazamento de óleo

Mourão voltou a falar sobre o vazamento de óleo que atinge praias do litoral do Nordeste desde o fim de agosto. O presidente em exercício detalhou um pouco mais o reforço dos militares do Exército escalados para ajudar na limpeza das praias.

No início da tarde, Mourão informou que um grupo militares, da 10ª Brigada de Infantaria Motorizada do Exército, em Recife, começou a trabalhar hoje na limpeza das praias. Segundo o presidente em exercício, o grupo é formado por cerca de 5 mil militares, não serão todos os militares que atuarão. O quantitativo dependerá das necessidades apontadas.

“Quem define é o comandante da brigada, de acordo com a tarefa que ele receber. Por exemplo: ‘eu vou ter que limpar 10 praias, então vamos colocar uma companhia de fuzileiros, que são 120 homens em cada uma das praias’”, disse Mourão. Para ele, o emprego de militares do Exército ajuda a dar visibilidade às ações do governo. “O que está acontecendo é tipo assim: a gente está fazendo o trabalho e não está tendo visibilidade, então vamos botar mais visibilidade nisso aí”, acrescentou.

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Sobre a origem do óleo, o presidente em exercício disse que as pesquisas indicam que o produto pode ter origem venezuelana, mas descartou a participação do país vizinho no vazamento. “Os dados dos especialistas, por enquanto, mostram que o óleo seria venezuelano, mas isso não quer dizer que tem a ver com a Venezuela. O óleo venezuelano é vendido para vários lugares do mundo. A grande coisa é que não é nosso”, afirmou Mourão.

Ele acrescentou que, em algum momento, o óleo vai parar de chegar às praias. “Ele vai se esgotar por si mesmo. A questão que a gente vem investigando, há algum tempo, é determinar quem é o responsável.”

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Política
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