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Política

Câmara de Cuiabá deve firmar parceria com IFMT para curso de especialização

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style”text-align: justify”>O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá (CMC), vereador Misael Galvão (PSB), se reuniu na manhã desta segunda-feira (29.04), com o reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), Wilian Silva de Paula. O encontro serviu para tratar de uma possível parceria para implantação do Projeto de Extensão de Cursos e Especialização.
A intenção é disponibilizar cursos, especialmente, para funcionários do Parlamento Municipal, por meio da Escola do Legislativo.
A partir das negociações iniciais foi construído o Projeto de Especialização “Diversidade Étnico Racial e Movimentos Sociais”, que será destinado aos integrantes de movimentos sociais e professores da rede municipal de Cuiabá.
Esta proposta de especialização partiu do Núcleo de Apoio aos Movimentos Sociais da Câmara Municipal de Cuiabá, chefiado pela socióloga Juliana Cristina da Rosa.
“É de suma importância esta reunião, onde agradeci o Reitor Willian de Paula, colocando à disposição a Procuradoria da Câmara, e disse que eles são os técnicos e eu sou o político em defesa do povo, das pessoas que precisam desta especialização. E ainda frisei que todos os prazos sejam encurtados para chegar o mais rápido a esses beneficiados”, disse o presidente do Legislativo, vereador Misael Galvão.
A especialização deverá ser gratuita e realizada na sede da Câmara nos próximos meses, com duração de um ano a um ano e meio. “Esta parceria é muito importante e deve-se frisar por conta da Câmara Municipal de Cuiabá ter um papel ímpar na Baixada Cuiabana, porque é a Casa de nós cuiabanos, do povo que acredita neste poder do legislar, de trazer a demanda dos nossos bairros para dentro desta Casa e fazer com que ações aconteçam. E uma delas que eu faço questão de ressaltar é lembrar que a educação do povo vai transformá-los. Neste sentido que a IFMT entra nesta parceria, nesta proposição que o Misael nos trouxe de uma pós-graduação voltada para estes líderes de bairros”, destaca o reitor da IFMT.
Para ele, o poder da transformação vem por meio da educação. Willian ainda ressalta que, além de um grupo de professores da IFMT, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) também deverá participar do projeto com alguns docentes voluntários.
A IFMT é uma instituição de educação superior, básica e profissional, pluricurricular e multicampi, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino no Estado de Mato Grosso, vinculada ao Ministério da Educação.
Beatriz Saturnino – Câmara Municipal de Cuiabá
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Cidades

UFMT aponta bairros que apresentam casos de Covid-19 em Cuiabá

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O levantamento mostra que a região do Condomínio Florais é que apresenta maior incidência, com três casos, seguido pelos bairros Jardim Vitória e Jardim Itália, com dois casos cada um.

Um estudo realizado pelo departamento de geografia da Universidade Federal de Mato Grosso traz o levantamento dos casos confirmados de coronavírus na capital e aponta os bairros de incidência. O levantamento mostra que a região do Condomínio Florais é que apresenta maior incidência, com três casos, seguido pelos bairros Jardim Vitória e Jardim Itália, com dois casos cada um.

Os outros bairros que estão no mapa e apresentam casos são: Paiaguás, Morada da Serra, Morada do Ouro, Bela Vista, Santa Cruz, Jardim Imperial, Boa Esperança, Santa Cruz, Jardim Leblon, Bandeirantes, Quilombo, Duque de Caxias, Santa Rosa e Centro-sul.

De acordo com o levantamento, a distribuição espacial da Covid-19 em Cuiabá repete o padrão de difusão vistos em outras grandes cidades do país: o vírus chega pelas pessoas que estiveram em viagem a outros países ou a outros estados brasileiros, e é transmitido aos familiares e amigos que convivem com os infectados.

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Segundo o estudo, que é em parceria com Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, no município, como em outras localidades, a doença ainda tem atingido populações de áreas com renda média ou alta.

Há a preocupação de que o vírus passe a circular entre as pessoas de áreas socialmente desfavorecidas, onde muitas vezes o convívio, mesmo em período de isolamento social, é muito mais próximo devido a alta densidade demográfica destas localidades.

Segundo o estudo, em bairros de classe média, normalmente as casas são mais afastadas, com cômodos que permitem o isolamento da pessoa doente. Em muitas residências de áreas pobres não há cômodos que permitam o isolamento completo, o que facilita o contágio por parte daquelas pessoas residentes no mesmo local.

O levantamento mostra que na capital do estado há um crescimento médio diário de 25% do número de casos. O número passou de 5 para 25 casos em apenas 10 dias.No dia 31 de março eram 16 bairros com casos na cidade, e a maior parte das pessoas doentes não sabiam informar o contato de origem, ou seja, onde foi infectado. Esses casos são caracterizados como transmissão comunitária.

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