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Política

Cáceres sediará audiência pública para debater projeto “Cota Zero”

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Foto: ELIEL TENORIO PEREIRA

Milhares de pessoas que têm suas fontes de renda ligadas ao segmento da pesca estão preocupadas com a possibilidade de aprovação do projeto de lei 668/2019, que pretende impedir a pesca nos rios do estado de Mato Grosso por um período de 5 anos. Caso isso aconteça, populações de diversas cidades perderão seu meio de sustento, podendo aumentar o número de desempregados nos municípios mato-grossenses. Uma das cidades que será mais afetada é Cáceres, situada a 220 km da capital do estado. Estima-se que mais de três mil cidadãos cacerenses perderão suas fontes de renda, caso a lei seja implementada, a partir do dia primeiro de janeiro de 2020.  Os munícipes temem que junto ao desemprego venha o aumento no índice de criminalidade na região. 

Para debater o assunto, o deputado Elizeu Nascimento – que acredita que os governantes devam ouvir a população antes da matéria ser aprovada –  e, por isso, nesta quinta-feira (12/9), às 9h da manhã, comandará uma audiência pública, no Plenário da Câmara Municipal em Cáceres para tratar do impasse.

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Cultura

Excesso de chuva causa prejuízo de 50% na produção de hortaliças em MT, dizem produtores

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A chuva em excesso já causou prejuízo de 50% na produção de hortaliças em fevereiro, segundo produtores. Com a falta do produto, os horticultores precisam comprar de outros produtores para atender a demanda.

O horticultor Gilberto dos Santos Silva, que tem uma plantação de hortaliças em Tangará da Serra, no oeste do estado, afirmou que precisou reduzir o plantio para não ter mais prejuízos.

“A gente acaba deixando de plantar, porque a produção é bem menor. Quase não choveu no mês de janeiro, mas em fevereiro está chovendo um pouco mais e está prejudicando quem está produzindo folhas”, ressaltou.

Um dos plantios prejudicados, segundo Gilberto, é o da alface. Para conseguir atender os clientes, ele compra de produtores que têm estufa e revende.

“Sai muito mais caro, porque a nossa margem, quando você pega fora, ela é praticamente zero. Fazemos mesmo só para atender os clientes”, explicou.

Também há horticultor que não tem condições de comprar produtos de terceiros e usa outras alternativas para se manter no mercado.

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“Quando já está programado essa chuva no começo do ano, se dedicamos mais no tempo das águas em legumes. Para poder ter uma saída, uma válvula de escape, porque a folha fica muito escassa, pois vem a doença, a chuva, e a gente não consegue produzir nas águas”, disse o horticultor Adeval da Conceição.

A produtora Telma Madalena da Paz cultiva hortaliças há oito anos em Barra do Bugres, a 169 km de Cuiabá, disse que está preocupada porque todo o investimento feito no plantio de alface não vai dar retorno.

Sem a renda, ela afirmou que não tem ideia de como vai pagar o fornecedor e lamentou a situação.

Com a baixa produção de folhas nas lavouras, a tendência é que o preço no mercado aumente, além de criar uma grande disputa entre os consumidores.

“Chega um momento que você chega na feira, se o nosso cliente não chegar bem cedo, ele não vai conseguir comprar o alface”, disse Gilberto.

A esperança, segundo os produtores, é que a chuva diminua nos próximos meses.

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