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Cidades

Cabeleireiros se vestem de heróis para atender crianças na quarentena

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Não é todo dia que se vê o Superman e a Batgirl na rua, que dirá os dois juntos em cima de uma moto. Os super-heróis desfilam pelas ruas de São Paulo porque foram chamados para uma missão pra lá de especial: cortar o cabelo dos irmãos Vitor e Túlio Monteiro.

Antes da pandemia, eles iam com os pais até o salão, um espaço personalizado, voltado para o público infantil. O lugar está fechado desde o dia 18 de março, por causa da quarentena.

Para manter o quadro de funcionários, o empresário Vinicius Danielli resolveu oferecer o serviço nas casas dos interessados. Os cabeleireiros se vestem de super-heróis para atender os clientes mirins e levar cuidados e diversão.

“É um momento de descontração, de sair da rotina, faz bem para as crianças”, afirma o gerente comercial e pai dos meninos, Ubirajara Monteiro.

Estratégia salva negócio

E faz bem também para o salão do Vinicius, que viu a receita cair exponencialmente. Um dos segmentos que mais sofre com o fechamento do comércio é o salão de beleza. Na maior parte do país a atividade está com restrição de funcionamento decretada por governos estaduais e prefeituras.

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Atender em casa foi o jeito que o empresário encontrou de manter o negócio aberto. “Claro, com todos os cuidados, estamos dobrando a segurança e higiene”, diz Vinicius.

Por: Adriana de Luca, da CNN, em São Paulo

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Cidades

Juiz pede mais rigor na fiscalização das confraternizações familiares

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Confraternizações familiares estão na lista de atividades proibidas mesmo que realizadas dentro da residência. É o que enfatizou o juiz da Vara Estadual da Saúde de Mato Grosso, José Luiz Leite Lindote, ao prorrogar a quarentena obrigatória por mais 7 dias em Cuiabá e Várzea Grande.

O juiz determinou que os municípios ampliem o rigor na fiscalização destes encontros familiares, que acabam gerando aglomeração.

Também estão proibidos atividades de lazer ou eventos que causem aglomeração, tais como shopping center, shows, parques, jogos de futebol, cinema, teatro, bares, restaurantes, casa noturna e congêneres.

Apenas atividades essenciais podem funcionar e as pessoas só devem sair de casa em extrema necessidade, como para ir ao supermercado, farmácia ou hospital

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