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Bussiki recebe apoio a projeto para proibir fogos de artificio com estampido

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Afetados diretamente com o barulho causados pelos fogos de artifício, pais de filhos autistas e que recebem tratamento em casa, tipo homecare, estiveram na Câmara Municipal de Cuiabá nesta terça-feira (14) para pedir a aprovação do projeto de lei do vereador Marcelo Bussiki (PSB), que proíbe a queima e a soltura de fogos de artifício que produzam estampido em Cuiabá.
O projeto também proíbe o manuseio e a utilização desses fogos ou artefatos pirotécnicos, sob pena de punição àqueles que descumprirem o estabelecido, sejam pessoas físicas, sejam jurídicas. A intenção do projeto é evitar o grande barulho causados pelos fogos e que prejudicam as crianças, idosos, autistas e animais, especialmente.
Em defesa do projeto, Juliana Fortes, que possui um filho autista, participou da Tribuna Livre e defendeu a necessidade de aprovação da iniciativa. “O barulho causa um transtorno enorme para os autistas. Eu sou mãe de autista. A gente nem participa de festas que tenham fogos e barulho, pois causa muita irritação. A própria Organização Mundial da Saúde já define que 80 decibéis já causam transtorno no sistema sensorial das crianças autistas”, disse.
O presidente da Associação das Famílias de Homecare, Clebson Santos, também defendeu o projeto e afirmou que a aprovação vai dar mais tranquilidade às famílias cujos membros façam tratamento médico em casa. “É um transtorno. Eles ficam muito agitados, o que prejudica muito no tratamento deles. Por isso é muito importante a aprovação do projeto, para que essas pacientes tenham uma qualidade de vida melhor”, afirmou.
O vereador Marcelo Bussiki lembrou que as recomendações da Organização Mundial da Saúde apontam que sons com mais de 55 decibéis já podem estressar e prejudicar a saúde. Inclusive, sons acima de 85 decibéis podem ser suficientes para causar a perda da audição, especialmente quando acima de 120 decibéis.
Bussiki destacou que o projeto proíbe apenas os fogos com estampido. Desse modo, caso haja a aprovação do projeto, continua sendo permitido o uso dos chamados fogos de vista, que são aqueles que possuem apenas efeitos visuais.
“O presente projeto de lei não tem como objetivo acabar com os espetáculos e festejos realizados com fogos de artifício. Apenas quer proibir que sejam utilizados artefatos que causem barulho, estampido e explosões, causando risco à vida humana e dos animais”, garantiu.
O projeto chegou a ser colocado para votação no plenário durante a sessão desta terça-feira (14), contudo, não foi votado devido a um pedido de vista do vereador Chico 2000 (PR). “Gostaria de requerer vista desse processo, em razão de que o parecer da comissão de Justiça é pela rejeição, mas existe observações que gostaria de fazer”, disse.
Apesar do parecer pela rejeição, Bussiki afirmou que não há inconstitucionalidade na matéria e que espera que os vereadores apoiem a iniciativa. “Acredito que meus colegas vereadores vão entender a importância desse projeto e me apoiar para sua aprovação. Será uma lei muito importante e que já vigora em várias cidades do país, sem prejuízo algum”, encerrou.

Karine Miranda | Assessoria Vereador Marcelo Bussiki

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Vereador em MT diz “ciência biológica da saúde” as máscaras ajudam a combater coronavírus; Olhe vídeo

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O vereador por cinco mandatos Chico Curvo que também se diz pré candidato a prefeito, disse na tribuna da câmara que a máscara combate o coronavírus.

O vereador disse que teria conversado com Dr. Miguel que é médico e vereador em Várzea Grande “Chico diz que segundo a ciência biológica da saúde as máscaras combatem coronavírus na sessão de hoje (30). Será que o vereador não quis dizer ao contrário, que a máscara ajuda a reduzir a propagação do vírus.

 

Uma série de pesquisas científicas demonstrou que o uso de máscaras faciais durante surtos de doenças virais como a causada pelo coronavírus 2019 (COVID-19) só demonstrou ser eficaz para proteger os profissionais de saúde e reduzir o risco de pacientes doentes espalharem a doença.

Os estudos não demonstraram um benefício claro do uso de máscaras para pessoas saudáveis. Algumas pesquisas mostram que as pessoas podem ser infectadas tocando em uma máscara contaminada que estavam usando ou removendo-a incorretamente.
Em um surto como o COVID-19, as seguintes medidas podem ajudar as pessoas a reduzir suas chances de serem infectadas:

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• Lave as mãos com frequência ou use um desinfetante para as mãos à base de álcool. Sempre lave com água e sabão quando as mãos estiverem visivelmente sujas.

• Evite tocar o nariz ou a boca, que são vias comuns de infecção.

• Evite multidões e limite suas visitas a espaços fechados com pessoas.

• Evite o aperto de mão e outras formas de contato físico.

• Mantenha uma distância de pelo menos um metro (3 pés) de qualquer pessoa que tenha sintomas respiratórios (por exemplo, tosse ou espirro).

Se a pessoa tiver sintomas como tosse, espirros ou dificuldade para respirar, as recomendações são:

• Usar uma máscara facial, se a pessoa estiver infectada, para evitar a propagação da doença.

• Se não usar máscara, mas estiver tossindo e espirrando, é fundamental cobrir o nariz e a boca com o cotovelo dobrado ou com um lenço de papel – em seguida, jogar fora o lenço e higienizar as mãos.

“Este é um novo vírus”, disse Barbosa, referindo-se ao COVID-19, “então ainda estamos coletando informações sobre ele. Mas as evidências já disponíveis mostram que é semelhante o suficiente a outros vírus e estamos bastante confiantes de que essas recomendações são boas dicas para reduzir as chances de infecção”.

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