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Bugatti revela novo supercarro de 1.600 cv e R$ 35,5 milhões

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Bugatti Centodieci

Bugati Centodieci tem detalhes que lembram o EB110, como a grade dianteira e as entradas de ar laterais

A Bugatti mostra o novo supercarro Centodieci (110 em italiano) em alusão ao modelo EB110, lançado em 1991, feito para homenagear os 110 anos do fundador da marca, o ittaliano Ettore Buggati. Serão apenas 10 unidades fabricadas todas vendidas por 8 milhões de euros, o que equivale a cerca de R$ 35,5 milhões numa conversão simples.

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O Bugatti Centodieci vem equipado com motor W16, de 8.0 litros de cilindrada, capaz de render 1.600 cv (100 cv a mais que o Chiron). Com potência extra, a fabricante diz que o superesportivo pode acelerar de 0 a 100 km/h em incríveis 2,4 segundos e sai da imobilidade aos 200 km/h em meros 6,1s. Se houver espaço (e juízo), a velocidade máxima atinge 380 km/h.

Entre as diferenças em relação do Chiron, o Centodieci pesa 20 kg a menos graças ao emprego de novos detalhes como o limpador de para-brisa de fibra de carbono. Isso acaba levando a uma relação peso-potência melhor que a do Chiron ( apenas 1,33 kg/cv) e um comportamento dinâmico ainda mais apurado.

Conforme o diretor do departamento de design da Bugatti, Achim Anscheidt, foi desafiante conseguir chegar no desenho do Centodieci porque foi preciso levar o estilo clássico do EB110 para uma nova era e combinar as características arrojadas do Chiron estabelecendo uma aparência inédita.

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O resultado final é surpreendente, com itens que lembram o clássico EB 110, como a grade dianteira, mas com uma série de aperfeiçoamentos na parte aerodinâmica. Ainda sobre o estilo, na traseira, as 8 lanternas de LED, impressionam pelo arrojo, em conjunto com os difusores de ar e as 4 saídas de escape que ajudam os 16 cilindros do supercarro respirarem.

E os detalhes visuais do Bugatti Centodieci não são apenas enfeites. Boa parte deles ajuda a formar pressão de ar contra do solo, o que é fundamental para o bólido se manter estável não apenas nas curvas, mas também em linha reta, quando estiver em alta velocidade.

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General Motors confirma o fim da fabricante australiana Holden

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Parceira da General Motors desde a década de 30, Holden encerrará suas operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia até o fim do ano

Em mais um passo no processo de reestruturação global, a General Motors anunciou que fechará a marca Holden na Austrália, Tailândia e Nova Zelândia, encerrando as operações nos países. A GM ainda terá o compromisso de abastecer os mercados com peças e serviços de manutenção até o fim da década.

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Estima-se que 600 funcionários perderão o emprego no encerramento da Holden na Oceania. Em Detroit (EUA), Mary Barra, chefe-executiva da GM Global, afirma que fechar a representante no continente é uma decisão difícil, porém correta. 

Mark Reuss, presidente da GM, complementa a declaração de Barra dizendo que a marca tinha planos de reerguer a Holden, mas continuar atuando em um mercado fragmentado como a Oceania teria custo alto.

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Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, se diz inconformado com a situação. “Estou desapontado, mas não surpreso. Sei que muitos australianos estão irritados neste momento”, disse ele. “Os nossos contribuintes colocaram milhões de dólares nesta companhia multinacional e eles simplesmente encerraram as operações”.

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Aos poucos, a GM está abandonando mercados não-lucrativos para focar em regiões pontuais, como Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Brasil. Em 2017, a fabricante vendeu as marcas Opel e Vauxhall para a Peugeot-Citroën.

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