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Bruna Marquezine relembra folia: “Seja piranha, não seja sonsa”

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Bruna Marquezine usou seu Instagram na madrugada desta sexta-feira (15) para publicar uma lembrança do Carnaval deste ano. Entre os vários cliques, a morena postou uma foto com um recado bem ousado.

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Bruna Marquezine
Reprodução/Instagram

Bruna Marquezine


“Seja piranha, não seja sonsa”, eram os dizeres de uma camiseta, estampada em uma foto que Bruna Marquezine segurava, mas que, posteriormente, acabou apagando das redes. Em outras fotos, a atriz aparece ao lado de vários amigos, como as tops Izabel Goulart e Candice Swanepoel, e a apresentadora Sabrina Sato.

Recentemente, a estrela recebeu inúmeros ataques na internet, por conta de polêmicas envolvendo o suposto Surubão de Noronha. Tudo começou com o fim do casamento de José Loreto e Débora Nascimento, por conta de uma traição por parte do ator. Então, rumores apontaram para Marina Ruy Barbosa como suposto pivô da separação dos dois.

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Bruna Marquezine manda recado ousado
Reprodução/Twitter

Bruna Marquezine manda recado ousado


Na época, várias atrizes deixaram de seguir a ruiva no Instagram e, entre elas, a própria Bruna. Foi aí que o grande alvoroço começou. Nesta semana, a eterna Salete, de “Mulheres Apaixonadas”, esclareceu toda a situação.

“Nunca vou entender como pessoas que fazem tantas fofocas, que inventam tantas mentiras, fazem tantas críticas destrutivas e irresponsáveis ao próximo e vibram tanta negatividade conseguem viver felizes e dormir bem”, declarou em um desabafo no Twitter.

Então, a jovem foi questionada sobre a suposta inimizade com Marina Ruy Barbosa e respondeu. “Entendo que algumas pessoas podem ter feito uma leitura equivocada e um tanto cruel de um simples unfollow, inclusive a própria Marina, por isso me desculpei com ela caso ela tenha entendido como um ataque ou julgamento”. E não parou por aí!

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Bruna Marquezine e Izabel Goulart
Reprodução/Instagram

Bruna Marquezine e Izabel Goulart


“É bem chato ter que explicar isso pra pessoas que não conheço e que certamente não se importam verdadeiramente e só querem causar e apontar dedos, mas eu e Marina Ruy Barbosa não somos amigas por falta de identificação, tentamos e não deu certo e tudo bem. Vocês não sabem de muita coisa”, esclareceu.

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Nos últimos dias, Neymar saiu em defesa da ex-namorada nas redes sociais. “Sou fã dela como atriz e como mulher, o que tivemos não deu certo por alguns motivos e isso ninguém tem que se meter. Agora tem que RESPEITAR, sim, quem ela é como atriz! Mas, fique tranquila, Bru, só buscam falar besteira de quem tem LUZ. E você tem demais. Carinho e respeito sempre terei e te defenderei, porque EU SEI QUEM VOCÊ É”, escreveu o craque.

Durante o Carnaval, o Neymar foi visto aos beijos com Anitta, no mesmo camarote em que Bruna Marquezine estava. Então, os internautas saíram em defesa da atriz na ocasião.

Fonte: IG Delas
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Animação para adultos, “Love, Death & Robots” radicaliza conceito seriado

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Revolucionária na forma, é uma animação para adultos antológica, e na estética, os 18 episódios têm entre 5 e 18 minutos, “Love, Death & Robots” é forte candidata a série do ano. Criada por David Fincher, que já colaborara com a Netflix nas séries “House of Cards” e “Mindhunters”, e Tim Miller, o diretor do primeiro “Deadpool”, a produção é um deleite visual e empolgante tematicamente.

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Cenas de Love, Death and Robots
Divulgação

Cenas de Love, Death and Robots

Todos os episódios dessa primeira temporada de “Love Death & Robots” , como entrega o nome, tratam de amor, morte e robôs. Uma comparação válida, ainda que pobre, é com “Black Mirror”, já que muitos dos episódios são chapados, lisérgicos e provocam surtos existenciais e reflexivos.

Há outros em que a viagem filosófica vai além da pertinência contemporânea. É o caso de “Zima Blue”, que flagra uma artista animatrônico – uma espécie de inteligência artificial que revolucionou o mundo das artes – que prepara o seu último grande trabalho. Trata-se de uma avaliação sobre o sentido da vida de tirar o fôlego, ainda que o episódio seja de dez minutos e fundamentalmente narrado em 1ª pessoa. É para se pensar em Kubrick!

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Há, ainda, a sátira política “When the Yogurt Took Over”, que mostra como fica o mundo depois que o Yogurt desenvolve inteligência e sana a dívida pública. Já em “Alternate Histories”, um computador imagina realidades alternativas a partir de seis tipos de mortes diferentes para Hitler. É impagável!

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Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots
Divulgação

Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots

Todos os episódios são dirigidos por diretores diferentes e de diversos cantos do globo, sempre com a supervisão de Tim Miller . A produção radicaliza a maneira de contar histórias seriadas e o faz com indefectível assombro estético.

Há a ficção científica casca-grossa como “Beyond the Aquila Rift”, que tem uma das melhores cenas de sexo da história da animação, e o inusitado drama de ação em que lobisomens são instrumentalizados pelos militares em “Shape-Shifters”.

Todos esses são episódios ressonantes, mas há aqueles que visam o mero entretenimento, ainda que com boas piadas, tramas ou personagens como no tenro “Three Robots”, sobre três robôs em excursão por uma Terra pós-desastre nuclear, ou no esperto “The Dumb”, sobre um sujeito que mora no lixão e recebe a visita da Prefeitura.

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O estilo da animação varia do mais rudimentar 2D ao mais avançado CGI, com direito a Performance Capture.

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“Love, Death & Robots” é um triunfo da Netflix por todos os ângulos que se observe. É uma produção criativamente voraz (a pulga não vai sair da sua cabeça após assistir ao 3º episódio denominado “The Witness”), sutil, elétrica, inteligente, divertida e essencialmente humana em suas divagações.


Love, Death and Robots
Divulgação

Love, Death and Robots

Fonte: IG Delas
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