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Bruna Marquezine mostra samba no pé com look transparente

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O tempo que Bruna Marquezine deu do Instagram foi bem curto. Depois da atriz desativar a conta após os boatos de que Anitta e seu ex-namorado Neymar teriam ficado, ela voltou à rede social no Dia Internacional da Mulher.

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Bruna Marquezine foi atração dos camarotes da Sapucaí e brilhou com look que deixou seios à mostra
Felipe Panfili/Divulgação

Bruna Marquezine foi atração dos camarotes da Sapucaí e brilhou com look que deixou seios à mostra

Desde então, ela seguiu a programação normal e quando a ferramenta stories segue mostrando detalhes do seu dia a dia. Bruna Marquezine também não abriu mão de seguir curtindo o Carnaval e voltou à Sapucaí no sábado (09) para curtir o desfile das campeãs.

Usando um look com transparência que deixou seus seios a mostra, ela mostrou que não está mais abalada com os acontecimentos da última semana e mostrou seu samba no pé na Avenida. Ela curtiu os desfiles da Vila Isabel e da Mangueira, e ainda enalteceu o samba da vencedora do Carnaval carioca.

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Sem as perucas, que fizeram parte do seu look durante a folia, ela apostou na transparência e em um shorts jeans. Em seu Instagram , ela mostrou o momento em que curtia a Mangueira e se deslumbrou com a agremiação. O vídeo foi muito elogiado, inclusive por celebridades como Pabllo Vittar e Caetano Veloso, que deixaram emojis de coração nos comentários.

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Também nos stories, Bruna Marquezine mostrou os “bastidores” da folia, onde aparece na cozinha do camarote em busca de salgadinhos para reabastecer.

Fonte: IG Delas
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Animação para adultos, “Love, Death & Robots” radicaliza conceito seriado

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Revolucionária na forma, é uma animação para adultos antológica, e na estética, os 18 episódios têm entre 5 e 18 minutos, “Love, Death & Robots” é forte candidata a série do ano. Criada por David Fincher, que já colaborara com a Netflix nas séries “House of Cards” e “Mindhunters”, e Tim Miller, o diretor do primeiro “Deadpool”, a produção é um deleite visual e empolgante tematicamente.

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Cenas de Love, Death and Robots
Divulgação

Cenas de Love, Death and Robots

Todos os episódios dessa primeira temporada de “Love Death & Robots” , como entrega o nome, tratam de amor, morte e robôs. Uma comparação válida, ainda que pobre, é com “Black Mirror”, já que muitos dos episódios são chapados, lisérgicos e provocam surtos existenciais e reflexivos.

Há outros em que a viagem filosófica vai além da pertinência contemporânea. É o caso de “Zima Blue”, que flagra uma artista animatrônico – uma espécie de inteligência artificial que revolucionou o mundo das artes – que prepara o seu último grande trabalho. Trata-se de uma avaliação sobre o sentido da vida de tirar o fôlego, ainda que o episódio seja de dez minutos e fundamentalmente narrado em 1ª pessoa. É para se pensar em Kubrick!

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Há, ainda, a sátira política “When the Yogurt Took Over”, que mostra como fica o mundo depois que o Yogurt desenvolve inteligência e sana a dívida pública. Já em “Alternate Histories”, um computador imagina realidades alternativas a partir de seis tipos de mortes diferentes para Hitler. É impagável!

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Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots
Divulgação

Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots

Todos os episódios são dirigidos por diretores diferentes e de diversos cantos do globo, sempre com a supervisão de Tim Miller . A produção radicaliza a maneira de contar histórias seriadas e o faz com indefectível assombro estético.

Há a ficção científica casca-grossa como “Beyond the Aquila Rift”, que tem uma das melhores cenas de sexo da história da animação, e o inusitado drama de ação em que lobisomens são instrumentalizados pelos militares em “Shape-Shifters”.

Todos esses são episódios ressonantes, mas há aqueles que visam o mero entretenimento, ainda que com boas piadas, tramas ou personagens como no tenro “Three Robots”, sobre três robôs em excursão por uma Terra pós-desastre nuclear, ou no esperto “The Dumb”, sobre um sujeito que mora no lixão e recebe a visita da Prefeitura.

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O estilo da animação varia do mais rudimentar 2D ao mais avançado CGI, com direito a Performance Capture.

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“Love, Death & Robots” é um triunfo da Netflix por todos os ângulos que se observe. É uma produção criativamente voraz (a pulga não vai sair da sua cabeça após assistir ao 3º episódio denominado “The Witness”), sutil, elétrica, inteligente, divertida e essencialmente humana em suas divagações.


Love, Death and Robots
Divulgação

Love, Death and Robots

Fonte: IG Delas
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