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Bruna Marquezine fala sobre Neymar e afirma que casal não vai reatar o namoro

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Bruna Marquezine fala sobre Neymar mais uma vez. Em entrevista para Amaury Jr. , a atriz
não deu muitas esperanças para os fãs que torcem para o casal e diz que eles não tem planos de reatar o relacionamento

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Bruna Marquezine fala sobre Neymar mais uma vez e afirma que o casal não tem planos de reatar o relacionamento no futuro
Reprodução/Instagram

Bruna Marquezine fala sobre Neymar mais uma vez e afirma que o casal não tem planos de reatar o relacionamento no futuro

A especulações sobre a volta do casal continua no ar e Bruna Marquezine fala sobre Neymar
e seu relacionamento com o jogador: “Estamos terminados e a gente não tem planos de voltar”, disse ela sobre o namoro. 

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A atriz está curtindo sua vida de solteira e não entrou em detalhes sobre a término do namoro: “Não gosto de dar detalhes, isso é tão íntimo, tão pessoal. Mas é mentira que o término foi por eu não querer morar em Paris. Ninguém sabe o motivo, ninguém acertou. O que fica é o respeito e o carinho por tudo o que foi vivido. Eu entendo a curiosidade, mas isso é pessoal e delicado, não é algo pra ser dividido publicamente”, finalizou ela.

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O casal começou a namorar em 2013 e terminaram pouco meses depois, reataram e terminando novamente em 2014. Após muitas idas e vindas, os dois reataram o relacionamento em dezembro de 2017. E para as tristezas dos fãs, eles terminaram mais uma vez neste mês. Após o fim do namoro, a atriz foi seguida no Instagram pelo ator Chay Suede e muitos seguidores começaram a “shippar” os atores.

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Em outra entrevista, Bruna Marquezine fala sobre Neymar
e os motivos que levaram ao término do relacionamento conturbado do casal: “Estou ótima solteira, graças a Deus. A semana foi ótima. Tudo certo e normal. Estou curtindo a vida. Mas acho que essa noite é uma noite de uma ótima causa, não vamos falar sobre o Neymar”, disse ela durante o evento.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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