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Brasileirão 1988: Bahia campeão com a elegância sutil de Bobô

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Quem viveu aqueles dias garante: Salvador nunca viu uma festa tão grande como a comemoração do título brasileiro do Bahia em 1988 – um carnaval fora de época, que na verdade aconteceu em 1989, quando o campeonato foi decidido. Desde então, não tivemos mais um time nordestino campeão brasileiro.

O Bahia campeão brasileiro era treinado por Evaristo de Macedo, tinha o polêmico presidente Paulo Maracajá e alguns dos maiores ídolos de sua história: Charles, Zé Carlos, Osmar e Bobô – o camisa 10 que foi imortalizado na canção Reconvexo, de Caetano Veloso (“quem nunca amou a elegância sutil de Bobô?”)

Na decisão o Tricolor baiano derrotou um forte time do Internacional, que tinha acabado de vencer o Gre-Nal do século para chegar à decisão, com Abel Braga no comando. E aquele campeonato teve outras grandes histórias: pela primeira vez a CBF voltava a organizar o torneio depois das confusões da Copa União de 1987 e resolveu criar um regulamento bizarro: os jogos que terminassem empatados iriam para os pênaltis.

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E essas disputas nas penalidades geraram grandes momentos: como o dia em que Zetti se machucou e o atacante Gaúcho defendeu pênaltis de Zinho e Aldair em um Palmeiras x Flamengo. Ou o dia em que Botafogo x Fluminense foram ao Maracanã apenas para cobrar pênaltis.

Confira isso tudo e muito mais que aconteceu no Brasileirão 1988.

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Coluna – A poderosa Ting Zhu

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Quem é apaixonado pela seleção brasileira ainda deve ter pesadelos com o nome de Ting Zhu. Afinal, ela foi a principal responsável pela virada chinesa que eliminou o Brasil nas quartas de final dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016 diante de um Maracanãzinho lotado. Aquela vitória épica abriu caminho para a conquista da medalha de ouro pela China. Zhu seria escolhida, com méritos, a melhor jogadora da Olimpíada.

O desempenho da ponteira da seleção chinesa na Rio 2016 era só um cartão de visitas. De lá pra cá a China cresceu, contando não apenas com Zhu, é claro, mas com um time jovem e competente e com Lang Ping, uma técnica estrategista e vitoriosa. Mas Ting Zhu é o ponto de desequilíbrio a favor das chinesas. Elas chegarão a Tóquio dividindo com a Sérvia e com a Itália o posto de seleções a serem batidas nos Jogos Olímpicos.

A atleta é a jogadora de vôlei mais bem paga do mundo. Em 2017, quando renovou o contrato com o Vakfibank, passou a receber cerca de R$ 5 milhões por temporada. Mas neste ano, de olho na preparação para a Olimpíada, a atleta atendeu ao pedido de Lang Ping para que atuasse em seu país. Por isso, depois de três anos de sucesso, deixou a liga mais importante do mundo, a turca, e se transferiu para o Tianji, a principal equipe da China.

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No Mundial de Clubes de Shaoxing, que termina amanhã em Shaoxing (China), o Tianjin não avançou às semifinais. O resultado se deve muito à ausência de Ting Zhu, lesionada, na partida contra o Vakfibank, que valia a classificação. Se avançasse à fase final, a jogadora era aposta certeira para o prêmio MVP (jogadora mais valiosa) da competição, o que já aconteceu em outras duas oportunidades.

No voleibol moderno a estatura é essencial, vide as excelentes Tijana Boskovic, da Sérvia e com 1,93m, e Paola Egonu, da Itália e com os mesmos 1,93m. Ting Zhu tem 1,98m. As três são jovens, se destacam por onde passam e são derrubadoras de bolas natas. Então o que faz a chinesa estar um passo à frente das colegas? Justamente a posição em que atua. Enquanto Egonu e Boskovic são opostas e jogam livres para atacar, Zhu é ponteira passadora. Ou seja, além do ataque ela tem a responsabilidade de recepcionar os saques e se sai bem na função. A altura facilita o bloqueio eficiente. Na rede, a chinesa tem um arsenal de golpes, alternando potência com técnica apurada. É a jogadora mais completa em atividade no vôlei feminino atual.

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O mais impressionante é que a ponteira tem apenas 25 anos e um longo caminho pela frente. Se as lesões não atrapalharem, ela poderá servir à China em, pelo menos, outras duas Olimpíadas e dois Mundiais, além de diversas edições da Liga das Nações, Copa dos Campeões e Copa do Mundo. Serão diversas oportunidades para engrossar ainda mais um currículo invejável que já conta com prêmios de melhor atleta, melhor ponteira e maior pontuadora nas principais competições de clubes e de seleções. Para usar uma expressão da moda no futebol, Ting Zhu está em outro patamar.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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