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Política

Brasil Visto de Cima estreia terceira temporada

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1º episódio sobrevoa Brasília e revela incríveis atrações da cidade

O programa Brasil Visto de Cima ganha nova temporada na TV Brasil a partir desta segunda-feira (29), às 20h. No primeiro episódio da terceira leva de documentários, a atração sobrevoa Brasília e mostra imagens aéreas da Catedral, do Palácio do Planalto, do Memorial JK e de outras incríveis atrações da capital federal.

Inaugurada em 1961, Brasília é uma cidade inteiramente nascida da imaginação de três gênios brasileiros, o presidente Juscelino Kubitschek, o arquiteto Oscar Niemeyer e o urbanista Lúcio Costa. O resultado impressiona até hoje: a capital possui um dos maiores conjuntos arquitetônicos modernistas do mundo.

Durante este episódio, o programa revela porque a cidade é patrimônio Cultural da Humanidade. Único bem contemporâneo a receber este título, Brasília possui 112,25 quilômetros quadrados de área tombada.

Em 35 episódios, a nova temporada da atração visita o Sudeste, Norte e Centro-Oeste do Brasil. Com uma nova forma de mostrar o país, através de imagens feitas em helicópteros e drones, o Brasil Visto de Cima revela ângulos, visões e reflexões sobre os encantos, belezas, curiosidades e contradições de um país imenso e cheio de surpresas. O programa sobrevoa os lugares mais famosos, considerados cartões postais, mas também pontos espetaculares e ainda desconhecidos pela maioria dos brasileiros.

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Serviço
Brasil Visto de Cima – segunda-feira, dia 29/06, às 20h, na TV Brasil

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Política

Governo Federal sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego

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Medida prevê suspensão de contratos e redução de jornada e salários

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (6) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações.

O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador, para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas.

Esse benefício pago pelo governo é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja, o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro desemprego ao qual teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.

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Mudança

Em sua versão original, a MP 936 previa que o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até 60 dias. Já a redução salarial não poderia ser superior a 90 dias. Na Câmara dos Deputados, foi aprovada a permissão para que esses prazos sejam prorrogados por um decreto presidencial enquanto durar o estado de calamidade pública, alteração mantida pelos senadores.

A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, salários acima de R$ 12.202,12. Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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