conecte-se conosco


Política

Brasil passa a França no total de mortos pela Covid-19: 28.834

Publicado

O Brasil registrou 28.834 óbitos pelo novo coronavírus, 956 apenas nas últimas 24 horas, segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde neste sábado (30). Os casos confirmados chegaram a 498.440.

Com isso, o país passou a França (que tem 28.774 mortos) no total de óbitos, sendo o quarto com mais registros de vítimas fatais -atrás somente de Itália (33.340), Reino Unido (38.458) e Estados Unidos (103.685), segundo a universidade norte-americana Johns Hopkins.

Os boletins diários do Ministério da Saúde incluem os casos confirmados desde o dia anterior, independente da data em que tenham acontecido. Mortes chegam a levar dias ou semanas para serem confirmadas, seja pela escassez de testes ou pela rotina de trabalho das secretarias estaduais de saúde.

O estado com o maior número de casos continua sendo São Paulo, com mais de 107 mil casos e 7,5 mil mortes pela doença.

Em seguida, vem o Rio de Janeiro, com 52.420 casos e 5.277 mortes, e o Ceará, com 45.506 confirmações e 2.956 fatalidades.

O ministério também informou a estimativa que 200.892 pessoas já tenham se recuperado da doença no país.

Leia mais:  Comissão Especial estuda a atualização da Constituição de Mato Grosso

Da CNN, em São Paulo

Comentários Facebook
publicidade

Política

Governo Federal sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego

Publicado

por

Medida prevê suspensão de contratos e redução de jornada e salários

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (6) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações.

O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador, para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas.

Esse benefício pago pelo governo é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja, o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro desemprego ao qual teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.

Leia mais:  Deputado Claudinei comenta sobre atuação política na AL

Mudança

Em sua versão original, a MP 936 previa que o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até 60 dias. Já a redução salarial não poderia ser superior a 90 dias. Na Câmara dos Deputados, foi aprovada a permissão para que esses prazos sejam prorrogados por um decreto presidencial enquanto durar o estado de calamidade pública, alteração mantida pelos senadores.

A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, salários acima de R$ 12.202,12. Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana