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Política

Botelho pede a governador para começar obras do BRT por VG

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Após reunião com vereadores da Câmara de Várzea Grande, o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM), irá solicitar a pedido dos parlamentares ao governador Mauro Mendes (DEM), que inicie as obras do BRT (ônibus de trânsito rápido) pelo município.

De acordo com o deputado, a demanda será levada ao chefe do Executivo pois a segunda maior cidade de Mato Grosso foi quem sofreu com as alterações realizadas na avenida da FEB para a implantação do Veículo Leve Sob Trilhos (VLT) em 2012.

“Vou levar, pois é justo mesmo. Foi o local que mais sofreu, a avenida da FEB ta lá com aquele trambolho no meio e não tem nem como arrumar”, disse.

Botelho comentou que a Capital ainda repaginou e usou do paisagismo para melhor a vista dos canteiros cortados por toda a cidade, porém o município vizinho não teve o mesmo sucesso na “maquiagem”.

“Cuiabá ainda conseguiu refazer os canteiros e melhorou o visual. Várzea Grande não tem jeito. Precisa agora o Governo tomar uma providência para arrumar aquela avenida [FEB]”.

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BRT
De acordo com a apresentação feita pelo governo do Estado, o gasto será de R$ 430 milhões para a implantação do BRT contra R$ 763 milhões que faltariam para terminar as obras inacabadas do modal.

O valor de R$ 430 milhões já vem com a aquisição de 54 ônibus elétricos, com possibilidade de ampliação. Além disso, o sistema também é mais rápido que o VLT, será climatizada, acessível, não terá impacto visual na cidade, e nem ao trânsito e comporta arborização e uma ciclovia.

Com a nova modalidade, o valor da tarifa antes orçada em R$ 5,28 para o VLT, com o novo sistema de transporte sairá a R$ 3,05. Tarifa menor que a praticada em Cuiabá e Várzea Grande que custa R$ 4,10.

A implantação é de 24 meses, a contratação será realizada por meio de licitação das obras e veículos no mês de maio.

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Política

Após denúncia de falsa aplicação, MPMT quer que municípios guardem frascos vazios de vacina

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Para evitar possíveis desvios de estoque de vacinas contra a Covid-19, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) recomendou aos municípios de Cuiabá e Rondonópolis que adotem o controle de frascos após o esvaziamento das doses e confiram a quantidade de unidades antes do descarte

No documento, os promotores de Justiça destacam a importância da adoção de medidas para evitar irregularidades não só na organização do estoque, mas também em relação à aplicação dos frascos da vacina.

“A sugestão apresentada é para que sejam definidos protocolos de transparência na aplicação das vacinas contra a Covid-19, nos quais o usuário possa verificar a entrada e saída do imunizante, com a dose em seu interior antes da aplicação e vazia após sua inserção”, destacou o MPMT.

Na terça-feira (23), uma família de Cuiabá, denunciou que o idoso Benedito Barros Santiago, 88 anos, não teria sido realmente vacinado. O momento da imunização foi gravado e compartilhado nas redes sociais. Entretanto, conforme os familiares quando a agulha é retirada do braço do idoso, o líquido ou parte dele continuou na seringa.

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De acordo com a fotógrafa Jakeline Zaiden, parente de Benedito, ele teria sido vacinado em 12 de fevereiro no Centro de Eventos do Pantanal.

“Duas amigas me disseram para olhar novamente o vídeo alertando que ele não teria sido vacinado. Enquanto eu aguardava os 15 minutos para ver se não tinha contrarreação, eu vi que foi algo bem rápido e não foi completo. Eu falei com outros profissionais de saúde e me disseram que não foi aplicado”, disse a mulher em entrevista à TV Centro América.

Jakeline ressaltou que devido às dúvidas, a família decidiu procurar o MPMT.

Por meio de nota, a Prefeitura de Cuiabá informou que as imagens foram encaminhadas às autoridades policiais competentes para análise e perícia. Conforme a pasta, a decisão foi tomada para que não haja o risco de se cometer uma injustiça com os profissionais de Saúde envolvidos.

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