conecte-se conosco


Política

Botelho leva sessão para sala fechada longe de protestos e gritos para votar mini reforma

Publicado

epois de duas horas de sessão extraordinária sobre as discussões do Projeto de Lei Complementar 53, que reinstitui os incentivos fiscais em Mato Grosso, o presidente da Assembleia, Eduardo Botelho (DEM) resolveu atender requerimento subscrito por 18 parlamentares para que a votação fosse realizada dentro do colégio de líderes ao invés de continuar no plenário em razão da manifestação dos servidores da Educação.

O Regimento Interno da Assembleia garante aos deputados realizarem a sessão fora do plenário em situações nas quais estão em risco a segurança dos parlamentares e o andamento das discussões.

A sessão extraordinária já seguia pela ordem do dia, na discussão das 88 emendas apresentadas ao PLC 53, quando Botelho tomou a decisão de mudar o lugar da sessão. A Comissão Especial criada para analisar o projeto rejeitou todas as emendas, mas os deputados que apresentaram as sugestões de alterações tendem a pedir destaque para poder defender suas propostas de alteração ao projeto apresentado pelo Governo do Estado.

Ainda durante a sessão dentro do plenário, foram apreciadas em destaque as emendas apresentadas pelo deputado Sílvio Fávero (PSL). O parlamentar havia proposto seis alterações, mas acabou retirando cinco. A única emenda mantida por Fávero foi rejeitada pela maioria, recebendo apenas dois votos dentre os 23 parlamentares presentes.

Leia mais:  ALMT atua na defesa do Consumidor

O deputado Ondanir Bortolin, Nininho (PSD), que presidiu a comissão especial, pediu para que os colegas votem contra todas as emendas, e aprovem apenas o substitutivo integral apresentado pelas lideranças partidárias.

Cada deputado que apresentou emendas está tendo 15 minutos para discutir os destaques. O substitutivo integral será votado por último. A previsão é que a sessão adentre a madrugada de sábado, mas a intenção do presidente Botelho é encerrar a segunda votação ainda nesta sessão.

Comentários Facebook
publicidade

Política

Bolsonaro vai tratar de política ambiental em discurso da ONU

Publicado

por

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (19) que vai defender, em seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, a política do governo na questão ambiental. Em sua live semanal no Facebook, Bolsonaro disse que as queimadas na Amazônia estão abaixo da média dos últimos 15 anos e o que há é uma tentativa internacional de desgastar a imagem do Brasil. Para o presidente, o objetivo é prejudicar o setor agrícola nacional, um dos mais competitivos do mundo. 

“Estou me preparando para um discurso bastante objetivo, diferente de outros presidentes que me antecederam. Ninguém vai brigar com ninguém lá, pode ficar tranquilo. Vou apanhar da mídia, de qualquer maneira, essa mídia sempre tem o que reclamar, mas eu vou falar como anda o Brasil nessa questão. E eles tem números verídicos sobre isso aí, mas o que interessa? É desgastar a imagem do Brasil. Desgastar por quê? Para ver se cria um caos aqui, para o pessoal lá de fora se dar bem. Se a nossa agricultura cair, é bom para outros países que vivem disso”, disse.

Leia mais:  Maioria dos assentamentos da região sul de MT não estão regularizados

Bolsonaro e comitiva embarcam para Nova York (Estados Unidos) no dia 23. No dia seguinte, o presidente é o primeiro a falar. Tradicionalmente, cabe ao chefe de Estado brasileiro fazer o pronunciamento de abertura na Assembleia Anual da ONU. Na avaliação de Bolsonaro, existe uma pressão de outros países para que o Brasil amplie o número de reservas indígenas, quilombolas e áreas de proteção ambiental. Segundo ele, havia uma previsão de demarcar mais 400 reservas indígenas e 900 áreas quilombolas ao longo dos próximos anos, o que expandiria as áreas atualmente protegidas por mais 6% do território. 

“Imagine o nosso Brasil com uma área equivalente, um pouquinho abaixo, do Sudeste, do Sul, demarcado como terra indígena? Tudo estaria inviabilizado no Brasil. Essa é a tendência, é o sufocamento da nossa agricultura aqui no Brasil. Nós ocupamos aproximadamente 7% do nosso território para a agricultura. Outros países da Europa ocupam, muitos, aproximadamente 70%”, disse o presidente.

Em Nova York, aonde chega no dia 23, Bolsonaro tem encontro confirmado com o secretário-geral da ONU, António Guterres, marcado para o dia 24, mesma data de seu pronunciamento. Não estão previstos encontros bilaterais com outros chefes de Estado. O presidente embarca de volta ao Brasil no mesmo dia.

Leia mais:  ALMT atua na defesa do Consumidor

O presidente deve seguir despachando do Palácio da Alvorada, residência oficial, onde também tem realizado caminhadas e sessões de fisioterapia. Ele se recupera da quarta cirurgia em um ano, para tratar o ferimento à faca sofrido em um atentado em setembro do ano passado, durante ato da campanha eleitoral. 

A previsão é que Bolsonaro faça exames no início da manhã desta sexta-feira (20) e seja avaliado, em seguida, pelo médico Antonio Macedo, que o operou. Ele virá especialmente de São Paulo para isso. Os procedimentos ocorrerão no Hospital DF Star, em Brasília, filial do mesmo hospital que o presidente ficou internado nos últimos dias, o Vila Nova Star, na capital paulista.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Deixe sua Opinião

Como você define o governo de Mauro Mendes, até agora ?

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana