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Bolsonaro sabota Globo e prioriza SBT e Record em campanhas

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A Rede Globo vem recebendo uma verba de publicidade oficial do governo federal menor do que a Record e o SBT , que têm audiência consideravelmente menor. O Relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) mostra que a verba da emissora caiu 58,3% em um ano.

Jair Bolsonaro em transmissão no Facebook em que criticou a Globo arrow-options
Reprodução/Facebook

Jair Bolsonaro em transmissão no Facebook em que criticou a Globo













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De acordo com o documento, obtido pelo jornal Folha de S.Paulo , a Globo teria recebido 39,1% da verba de publicidade no ano de 2018. Porém, já no primeiro semestre deste ano, 2019, por mais que seja dona de 33,1% da audiência no país, a emissora recebeu apenas 16,3% dos recursos.

Mesmo juntas a Record e o  SBT obtém uma audiência menor do que a da Globo . Mas isso não impediu o governo de passar a destinar mais de 80% dos recursos para essas duas emissoras.

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Entre os governos de Dilma Rousseff e Michel Temer, e o primeiro semestre do governo de Bolsonaro, a Record   saiu de 26,6% para 42,6% das verbas de publicidade. E o SBT  foi de 24,8% para 41%.

Desde 2018, a distribuição de verba para propaganda governamental na televisão segue normas que levam a audiência como um dos critérios principais, mas não o único, para a divisão da verba entre as emissoras. Também passaram a ser consideradas outros pontos, como sua programação, seu alcance no país e o público-alvo de suas atrações.

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No ano passado, o faturamento da Globo com publicidade do governo foi de R$ 400 milhões líquido, o que representou 4% do total faturado no ano. Em 2019, esse número só não foi drasticamente menor, pois o Banco do Brasil fechou o patrocínio do Bom Dia Brasil e do  Pequenas Empresas Grandes Negócios, antes da posse de Bolsonaro

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Instagram proíbe conteúdo que promova a terapia de conversão sexual

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O Instagram proibirá qualquer conteúdo que promova terapia de conversão depois que ativistas pediram que ela impedisse os provedores de anunciar seus serviços online. A plataforma de mídia social informou a decisão à CNN na sexta-feira (10).

A mídia social, de propriedade do Facebook, disse que expandiria suas políticas existentes sobre discurso de ódio em todo o mundo para incluir na política postagens que anunciam ou promovem a prática.

A terapia de conversão ou terapia de reorientação sexual, um processo pseudocientífico que professa mudar a sexualidade de uma pessoa, é amplamente desacreditada e condenada como prejudicial pelas principais associações médicas. Mesmo assim, ela é legal na maior parte do mundo, inclusive nos Estados Unidos e no Reino Unido.

A ação do Instagram segue os apelos dos usuários para remover uma conta usada pelo Core Issues Trust, um serviço de terapia de conversão com sede no Reino Unido.

“Não permitimos ataques contra pessoas com base em orientação sexual ou identidade de gênero e estamos atualizando nossas políticas para proibir a promoção de serviços de terapia de conversão”, afirmou Tara Hopkins, diretora de políticas públicas do Instagram para Europa, Oriente Médio e África, em um comunicado.

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“Removemos o conteúdo violador do perfil @coreissuestrusttv. Estamos sempre revisando nossas políticas e continuaremos a consultar especialistas e pessoas com experiências pessoais para informar nossa abordagem”, acrescentou.

Além disso, a plataforma deixará de recomendar conteúdo relacionado à terapia de conversão, como depoimentos sobre sua eficácia ou postagens com elogio ou apoio à prática, exceto aqueles em um contexto legislativo.

No início deste ano, o Instagram proibiu anúncios pagos desse tipo de serviço.

Terapia de conversão é qualquer tentativa de alterar a orientação sexual ou a identidade de gênero de alguém. Não funciona, e estudos mostram que aqueles que se sujeitam a ela correm um risco maior de depressão e suicídio.

Vários estados dos EUA o proibiram e, em maio, a Alemanha se tornou um dos primeiros países grandes a proibi-la para menores de idade.

No Reino Unido, uma proibição total prometida pela ex-primeira-ministra Theresa May em 2018 ainda não se concretizou e não foi incluída em nenhuma das agendas legislativas do primeiro-ministro Boris Johnson.

O Facebook e o Twitter não responderam imediatamente a perguntas sobre suas políticas.

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(Texto traduzido, clique aqui para ler o original em inglês).

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