conecte-se conosco


Política

Bolsonaro recebe prefeito de Miami no Palácio Planalto

Publicado

O presidente Jair Bolsonaro recebeu hoje (15), no Palácio do Planalto, a visita do prefeito de Miami, Francis Xavier Suarez. Ao deixar o encontro, Suarez disse que o Brasil é um parceiro estratégico para a cidade de Miami e que quer fortalecer projetos específicos e acordos mútuos entre as localidades.

De acordo com o prefeito, os números justificam a importância do Brasil para a cidade, pois 300 mil brasileiros vivem na região de Miami, um milhão visitam o estado da Flórida e meio milhão vão à cidade a cada ano. Suarez disse  que convidou o presidente Bolsonaro para ir à Miami, em setembro, durante sua passagem pelos Estados Unidos para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. “Esperamos que ele aceite o convite”, afirmou.

 Francis Suarez, Prefeito de Miami,fala à imprensa, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro.

O prefeito de Miami, Francis Suarez, conversou com jornalistas após se reunir com o presidente Jair Bolsonaro – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Sobre a indicação do filho do presidente, Eduardo Bolsonaro, como embaixador nos Estados Unidos, Suarez disse que, independente de quem for o escolhido, os americanos o receberão de “braços abertos, especialmente se for o filho do presidente”.

Leia mais:  Mato Grosso dá início a funcionamento de Ambulatório Pré-Transplante de Rins

Eduardo Bolsonaro participou do encontro, no Palácio do Planalto, e deixou Suarez impressionado “com a sua postura e sua capacidade de tratar das questões em diversas línguas”. Segundo o prefeito, eles conversaram em português, espanhol e inglês.

Suarez disse ainda que teve uma excelente semana de trabalho no Brasil e que se sentiu uma receptividade calorosa em sua primeira viagem ao país. Ele desembarcou no Brasil na última segunda-feira (12) e teve encontros com o governador de São Paulo, João Doria, e com prefeito da capital paulista, Bruno Covas.

O prefeito também visitou o Rio de Janeiro e se reuniu com o governador do estado, Wilson Witzel, e com o prefeito Marcelo Crivella.

Edição: Maria Claudia

Comentários Facebook
publicidade

Cidades

Mensagens WhatsApp viram horas extras? Fecomércio alerta empregadores e empregados

Publicado

por

Em um eventual processo trabalhista, a troca de mensagens pode configurar hora extra e até danos morais, diz o presidente da federação.

É possível que a angústia gerada por mensagens enviadas por superiores falando sobre trabalho durante o seu momento de folga, fim de semana ou férias esteja com os dias contados.

É que esse tipo de contato fora do ambiente do trabalho depende de contratos claros entre patrão e empregado, ou seja, em um eventual processo trabalhista, a troca de mensagens pode configurar hora extra.

Quem alerta sobre o uso corporativo da ferramenta é a diretoria da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso, a Fecomércio.

Em um comunicado publicado no site da federação, direcionado a empregadores e empregados, o presidente José Wenceslau de Souza Júnior informou sobre os riscos do uso excessivo do aplicativo WhatsApp fora da jornada de trabalho.

Segundo ele, estudos realizados por especialistas da área trabalhista, dão conta que atualmente, o uso imoderado desse aplicativo no ambiente de trabalho, sem observar algumas limitações, pode resultar na condenação judicial de empresas ao pagamento de horas extras ou danos morais a funcionários.

A afirmação decorre da disposição trazida no parágrafo único do artigo 6º da CLT, que revela a subordinação jurídica do empregado por meio de meios eletrônicos de comando e supervisão do empregador.

Leia mais:  Mato Grosso dá início a funcionamento de Ambulatório Pré-Transplante de Rins

“Os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão se equiparam, para fins de subordinação jurídica, aos meios pessoais e diretos de comando, controle e supervisão do trabalho alheio”, diz o texto.  Em outras palavras, mesmo que o empregado não seja chamado ao trabalho, precisa receber por estar em sobreaviso.Sendo assim, ele recomenda aos empresários, associados e estabelecimentos comerciais mato-grossense que adotem medidas para flexibilizar essa regra geral, oficializando a necessidade da interação em contrato.

“Como, por exemplo, incluindo no contrato de trabalho que o trabalhador pode ser contatado via aplicativo fora do horário de expediente regular”.

Negociação com sindicatos

Ele também orienta que seja feita uma negociação com o sindicato da categoria através de acordo ou convenção coletiva sobre o assunto. Ele ressaltou que o assunto será discutido pela Federação com os sindicatos nas próximas negociações.

E por fim, salienta que há casos pontuais de interação entre empregado e empregador que não implicarão em situação de abuso.

“Muito embora as mensagens de Whatsapp tenham sido aceitas como prova na Justiça do Trabalho para fins de caracterizar o pagamento de horas extras, o simples envio de mensagem com eventual dúvida pontual ao empregado fora do expediente de trabalho não implicará nessa caracterização, uma vez que é necessário que seja algo mais frequente e demorado para se caracterizar como trabalho”.

Leia mais:  Nova placa do Mercosul entra em vigor; veja o que muda

Mensagens pessoais: só no intervalo

De outro lado, a Fecomércio também sugere outro tipo de regulamentação: o uso do empregado durante o expediente.

“É criar normas e tentar organizar a rotina para o uso do aplicativo no ambiente de trabalho. Como por exemplo, que o empregado responda mensagens não relacionadas ao trabalho no horário de intervalo”.

José Wenceslau inclui entre as recomendações que seja evitado o envio de ”memes”, correntes religiosas, discussão sobre política e, por fim, que sejam evitadas “palavras de baixo calão nos grupos criados para fins de trabalho”.

Oficializando a troca de mensagens

“Dessa forma, o uso corporativo da ferramenta fora do ambiente de trabalho depende de contratos ou de termos claros entre patrão e empregado, sob pena de virar prova contra abusos”, ressalta o presidente da Fecomércio.

José Wenceslau também inclui em seu alerta, situações em que o empregado precisa ficar sempre atento ao telefone para verificar se há mensagens da empresa. “Isso caracteriza o período de sobreaviso, que também deve ser remunerado”.

Comentários Facebook
Continue lendo

Deixe sua Opinião

Como você define o governo de Mauro Mendes, até agora ?

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana