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Política

Bolsonaro nega intenção de politizar Forças Armadas: ‘Nosso jogo é dentro da Constituição’

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O presidente disse que joga dentro dos limites da lei e que as mudanças no comando das instituições se deram pelo critério de antiguidade

 

O presidente Jair Bolsonaro negou que deseja politizar as Forças Armadas. A fala do chefe do executivo se deu nesta quinta-feira, 1º, em sua costumeira live nas redes sociais. Bolsonaro disse que joga dentro dos limites da constituição e que as mudanças se deram pelo critério de antiguidade. “Então, ele sendo mais antigo, resolveu apresentar três nomes de futuros chefes de Força mais modernos do que ele, e toca a vida”, disse o presidente. Bolsonaro também disse que o motivo da reforma ministerial é sabido apenas por ele e Braga Netto, ministro que deixou a Casa Civil para assumir a Defesa.

O presidente acrescentou que todas as mudanças respeitam a constituição. “Eu sempre falei para todos os meus ministros. Todos, sem exceção. Onde é o nosso jogo? O nosso jogo é dentro das quatro linhas da Constituição. Nós não vamos sair desse retângulo e também devemos nós preocupar com quem está jogando fora desse quadrado, que está agindo da forma errada.” Na live, o presidente também criticou medidas mais restritivas feitas brasil afora para conter o coronavírus e disse que seu exército não vai às ruas para agir contra o povo, ou para fazer cumprir decretos de governadores ou prefeitos.

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Política

Governo autoriza vacinar professores após forças de segurança

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O governador Mauro Mendes (DEM) autorizou a reserva de 10% das vacinas contra a covid-19 que o Estado receber para a imunização dos profissionais da educação das redes públicas e privadas. A informação é do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Segundo Carvalho, a decisão ocorreu na manhã desta segunda-feira (12) durante reunião com os secretários de Saúde, Gilberto Figueiredo (Saúde), e da Educação, Alan Porto.

“Estamos fazendo um ofício para a Secretaria de Saúde, solicitando que após a vacinação dos profissionais das forças de segurança, que também sejam imunizados os profissionais da educação”, disse durante entrevista ao programa Tribuna da rádio Vila Real FM.

A decisão tem por base a pressão por parte dos deputados estaduais e do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep). Isso porque na semana passada, os deputados aprovaram em 1ª votação a educação como serviço essencial na pandemia. Caso seja aprovada em 2ª votação, as aulas presenciais poderão retornar.

Com isso, muitos deputados cobraram que os professores entrassem na lista de prioridades para a vacinação no Estado, já que o retorno das aulas está em votação.  O projeto de retorno às aulas garante que a rede privada pode voltar com as aulas presenciais. Já  na rede pública poderia ocorrer de maneira virtual, até que se criem as condições para o retorno presencial.

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O Sintep chegou ameaça greve em fevereiro, caso o governo determinasse o retorno das aulas presenciais. Atualmente as aulas continuam remotas e o governador Mauro Mendes (DEM) aprovou na Assembleia um projeto para a compra de notebooks e o auxílio internet para mais de 15 mil professores da rede pública estadual.

O valor depositado aos professores é de até R$ 6.020. Os profissionais terão que comprovar a compra dos computadores e a assinatura da internet.

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